26.1.15

O enviado especial enquanto cabotino


 


Não vi a "cobertura" das eleições gregas na RTP mas parece que o "escritor" Rodrigues dos Santos, para lá enviado, perpetrou além da chinela. Percebe-se assim aquela imaginação transbordante, tão cabotina quanto prolixa no que rende nas "grandes superfícies", do "sonhar em fazer sopa de peixe com leite das mamas", entre outros delírios que, no fundo, resumem a sua extraordinária "fúria divina": “estão a passar-se coisas de grande gravidade” e "tem de haver uma explicação para estes comportamentos". Ou talvez não e, aí, o melhor é despejar-lhe os milhares de exemplares da sua profícua tijoleira pela cabeça abaixo e acabar com quaisquer dúvidas.

2 comentários:

JPT disse...

Tudo delírios, certamente, como delírios eram as "prendas de Natal" que, até à privatização, qualquer notário recebia de qualquer advogado interessado em marcar escrituras, ou os cem continhos que o senhor do serviço externo de um tribunal nos pedia para fazer um despejo em menos de dois anos, ou as "atenções" que fazem com que um determinado super-devedor ao Fisco não tenha qualquer bem penhorado, ou a rua - atrás do meu trabalho - onde, depois de obras num hotel, a polícia municipal deixou de passar multas, ou aquela outra que fechou ao trânsito depois de um empresário amigo lá ter feito um condomínio privado. Como eu já tive de fazer uma oposição por causa disso do Google Earth, imagino que, por cá, também já andem a tapar piscinas. Ou talvez não... talvez seja tudo delírio, muito embora, para mim, "delírio" a sério foi ouvir aquele senhor que paga €500 de renda pelo "Eleven" dizer que teve nunca presenciou qualquer acto de corrupção.

Rocco disse...

Mas afinal os gregos fogem ao fisco, subornam médicos para obter atestados de deficientes e o correspondente subsídio e pouco ou nada produzem, ou não, não é nada disto, é só imaginação do JRS?


É que o que estava à vista na Grécia era só trambiquice, desta e de outras estirpes...