25.1.12

Um livro


 


Apesar do português acordográfico que não é certamente da responsabilidade do autor, o ritmo, as "histórias", as peripécias e, sobretudo, um tempo político longo justificam a leitura.

2 comentários:

Costa disse...

O português acordográfico basta para que o não compre. É uma chatice, isto: dentro de pouco tempo estarei limitado a achados de alfarrabista ou a "monos", ainda que sublimes, em prateleiras remotas de livrarias.

E a obras estrangeiras e não traduzidas, porque ao traduttore traditore se juntará, como uma peste, essa coisa sem nome.

Costa

V. disse...

Livros em acordês nunca. Nem que sejam sobre a sua própria refutação. Somos homens ou somos ratos?