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23.12.10

A MUSA IRREGULAR


«Retrato» de uma "antiga jornalista" pelo Pedro Lomba. Não tenho a certeza, porém, relativamente ao que seja o substantivo e o adjectivo na fórmula utilizada pelo cronista.

A MUSA IRREGULAR


«Retrato» de uma "antiga jornalista" pelo Pedro Lomba. Não tenho a certeza, porém, relativamente ao que seja o substantivo e o adjectivo na fórmula utilizada pelo cronista.

8.6.09

FAÇA FAVOR

O país aguarda, ansioso, que a guardiã da moral e dos bons costumes do regime, a sra. D. Câncio, se pronuncie. Faça favor.

FAÇA FAVOR

O país aguarda, ansioso, que a guardiã da moral e dos bons costumes do regime, a sra. D. Câncio, se pronuncie. Faça favor.

21.4.09

UM RETRATO


«A prosa oratória da sra. Câncio só é perfeita (e consumida) por quem já está disso convencido. Os encómios aos seus textos "testiculares" surgem, curiosamente, da maioria de adeptos das tais causas fracturantes, que (sem inocência) trocam a melíflua nutrição da sua prosa, pretensiosamente radical, que lhes reverdece a alma e lhes adoça a vida privada, pela pouca original atitude de cedência face ao exame do poder autoritário e de pensamento único que tudo corrompe - e que sublimam para o dia de finados. Com ou sem declaração de interesses, a questão em debate não permite esquecer a ostentada (e medíocre) propaganda que se observa e é total. No resto, a converseta é estimulante e, até mesmo, imperiosa. Porque os tempos do jornalismo estão "feios" e a causa "corrompida pela língua", como diria Kraus.»

Almocreve das Petas

Adenda (com comentário de leitor): «Pois lendo hoje o DN, órgão oficioso do socretismo, ficamos a saber que a sra. D. Fernanda Câncio abandona o programa da TVI24. A dita senhora até faz declarações ao jornal onde manda em tudo e em todos, que passo a transcrever: "O registo do debate não me parece o mais adequado às minhas expectativas".» Não é mesmo preciso dizer mais nada. Há, de facto, muita gente que não suporta o contraditório apesar de se dizer democrata da derradeira colheita. E que, à medida que o tempo passa, mais parece um jornalista em fim de carreira a despontar para outra coisa que ainda não sabe bem o que é que vai ser. É pena. Deus lhe pague que eu não tenho troco.

UM RETRATO


«A prosa oratória da sra. Câncio só é perfeita (e consumida) por quem já está disso convencido. Os encómios aos seus textos "testiculares" surgem, curiosamente, da maioria de adeptos das tais causas fracturantes, que (sem inocência) trocam a melíflua nutrição da sua prosa, pretensiosamente radical, que lhes reverdece a alma e lhes adoça a vida privada, pela pouca original atitude de cedência face ao exame do poder autoritário e de pensamento único que tudo corrompe - e que sublimam para o dia de finados. Com ou sem declaração de interesses, a questão em debate não permite esquecer a ostentada (e medíocre) propaganda que se observa e é total. No resto, a converseta é estimulante e, até mesmo, imperiosa. Porque os tempos do jornalismo estão "feios" e a causa "corrompida pela língua", como diria Kraus.»

Almocreve das Petas

Adenda (com comentário de leitor): «Pois lendo hoje o DN, órgão oficioso do socretismo, ficamos a saber que a sra. D. Fernanda Câncio abandona o programa da TVI24. A dita senhora até faz declarações ao jornal onde manda em tudo e em todos, que passo a transcrever: "O registo do debate não me parece o mais adequado às minhas expectativas".» Não é mesmo preciso dizer mais nada. Há, de facto, muita gente que não suporta o contraditório apesar de se dizer democrata da derradeira colheita. E que, à medida que o tempo passa, mais parece um jornalista em fim de carreira a despontar para outra coisa que ainda não sabe bem o que é que vai ser. É pena. Deus lhe pague que eu não tenho troco.

27.3.09

A ENJOADA DONZELA

Bolçou aqui. E continuou por aqui. Parece um fiscal de um concurso estilo "quem é que que consegue ser mais Santos Silva do que Santos Silva". Força. Inscrevam-se até Outubro.

A ENJOADA DONZELA

Bolçou aqui. E continuou por aqui. Parece um fiscal de um concurso estilo "quem é que que consegue ser mais Santos Silva do que Santos Silva". Força. Inscrevam-se até Outubro.

22.3.09

A DUTRA FARIA

Lida - como deve ser sempre lida, isto é, sem complacências e sorrisinhos idiotas - pelo Filipe: «A propósito de um "inquérito internacional sobre a felicidade", a Fernanda Câncio interpreta os resultados portugueses e escreve um excelente panfleto de propaganda governamental: "estamos basicamente como estávamos no ano passado" e "a felicidade pode ser, afinal, uma mera afirmação de dignidade e resistência". Ou seja, o barco está muito bem entregue, a tormenta não amedronta e o povo é sereno. A propaganda é uma ferramenta inteiramente legítima. Ao contrário dos amadores e dos lambe-botas, a Fernanda sabe fazer as coisas. Como quem não quer a coisa: é esse o segredo.»

A DUTRA FARIA

Lida - como deve ser sempre lida, isto é, sem complacências e sorrisinhos idiotas - pelo Filipe: «A propósito de um "inquérito internacional sobre a felicidade", a Fernanda Câncio interpreta os resultados portugueses e escreve um excelente panfleto de propaganda governamental: "estamos basicamente como estávamos no ano passado" e "a felicidade pode ser, afinal, uma mera afirmação de dignidade e resistência". Ou seja, o barco está muito bem entregue, a tormenta não amedronta e o povo é sereno. A propaganda é uma ferramenta inteiramente legítima. Ao contrário dos amadores e dos lambe-botas, a Fernanda sabe fazer as coisas. Como quem não quer a coisa: é esse o segredo.»

26.2.09

PORNOCRACIAS


Também tive a mesma sensação ao ler o post da senhora dona f. Aquilo serve exactamente para quê? Para mostrar que leu o ensaio de Susan Sontag sobre pornografia? Ou que viu as fotos da sua amante fotógrafa, nua e grávida, ou da própria Sontag nua, viva e morta? Ou que o Jeff Koons devia estabelecer-se em Braga? Que não aprecia Courbet? Que adora Mapplethorpe e que o dito também foi "censurado" em sítios mais "finos" do que o Minho? Ou pura e simplesmente porque, como escreve o João Carvalho, não tem nada de substancial para dizer a não ser poupar os pobres agentes da PSP que leram "pornografia" lá onde se escrevia "pornocracia"? O que f. podia ter acrescentado à sua nula prosa é que, por causa de um regime mais próximo de uma "pornocracia" do que de outra coisa qualquer, pequenos episódios aparentemente insignificantes e, até, ridículos como este, assumem outras proporções. Ou só é "fracturante" aquilo que o chefe manda que seja "fracturante"? E já que não conseguiu colocar a "imagem" que queria, aqui a tem. Que lhe faça bom proveito.

PORNOCRACIAS


Também tive a mesma sensação ao ler o post da senhora dona f. Aquilo serve exactamente para quê? Para mostrar que leu o ensaio de Susan Sontag sobre pornografia? Ou que viu as fotos da sua amante fotógrafa, nua e grávida, ou da própria Sontag nua, viva e morta? Ou que o Jeff Koons devia estabelecer-se em Braga? Que não aprecia Courbet? Que adora Mapplethorpe e que o dito também foi "censurado" em sítios mais "finos" do que o Minho? Ou pura e simplesmente porque, como escreve o João Carvalho, não tem nada de substancial para dizer a não ser poupar os pobres agentes da PSP que leram "pornografia" lá onde se escrevia "pornocracia"? O que f. podia ter acrescentado à sua nula prosa é que, por causa de um regime mais próximo de uma "pornocracia" do que de outra coisa qualquer, pequenos episódios aparentemente insignificantes e, até, ridículos como este, assumem outras proporções. Ou só é "fracturante" aquilo que o chefe manda que seja "fracturante"? E já que não conseguiu colocar a "imagem" que queria, aqui a tem. Que lhe faça bom proveito.

5.4.08

IRRELEVÂNCIAS

O PSD de Menezes continua a sua alegre caminhada para a irrelevância. Agora querem "pedir explicações" porque a jornalista Fernanda Câncio vai ter um programa na RTP-2 sobre gente de bairros sociais. Onde é que está o problema?

IRRELEVÂNCIAS

O PSD de Menezes continua a sua alegre caminhada para a irrelevância. Agora querem "pedir explicações" porque a jornalista Fernanda Câncio vai ter um programa na RTP-2 sobre gente de bairros sociais. Onde é que está o problema?

2.2.08

RETRATO DO PAI NATAL


Quando vi quem era o novo ministro da Cultura - o advogado Pinto Ribeiro - disse a alguém que se tratava de uma espécie de Fernanda Câncio de fato e gravata. "Esquerda caviar", bem ataviado, bom aspecto, boas "causas", com um pezinho bem calçado fora do "sistema" e o resto do corpo bem por dentro, enfim, um pseudo "outsider" que fica sempre bem num regimento partidário de óbvia extracção. Também apoiou Mário Soares na sua recandidatura minimalista e esteve bem à vista, do lado dos "bons", no referendo sobre o aborto. Eis que é justamente Câncio, melhor do que qualquer escriba da secretaria-geral do ministério de Ribeiro, quem produziu o currículo adequado a figurar no "sítio" do MC. Nem Carrilho, quando começou, teve tão boa propaganda. Que nos diz Câncio do seu admirado Ribeiro? «Parece ter no máximo 40 e tal anos. "Uma cara de miúdo", como diz o amigo e sócio nas Produções Fictícias Nuno Artur Silva», ou então, nas palavras de Luísa Schmidt - «socióloga e companheira de luta pelos direitos cívicos», como se estivéssemos a falar de um herói do Tarrafal ou da II guerra mundial - uma criatura com uma «extraordinária energia». Este magnífico homem, para além destes primeiros predicados, ainda pode ser comparado, segundo Nuno, aos U2 porque «faz muita advocacia pro bono». A "colega" piadista Ferreira Alves, não estivesse tão ocupada com o dr. Soares, certamente não diria melhor. Mas há mais. Ribeiro, para descanso do país e das gentes da cultura, é «genuinamente de esquerda» apesar das medonhas origens sociais que não recomendavam o qualificativo e da «advocacia de negócios" (como ele próprio diz), com inúmeros bancos e grandes empresas a fazer o grosso da clientela.» Indomável, Pinto Ribeiro «ia sistematicamente passar férias no estrangeiro, vivia e convivia com outros mundos». É, diz-nos Câncio, em 1978 que este extraordinário cidadão começa a fermentar «a espessura crítica do seu olhar sobre o sistema jurídico português » e a descobrir «a injustiça da justiça portuguesa, portanto.» Nasce, dez anos depois de bem fermentada a ideia, o "Fórum Justiça e Liberdades" que o tornará ainda mais famoso e vaidoso, se bem que Câncio ache que o dito "Fórum" foi «uma referência, durante os anos 90, em termos da defesa e construção de um verdadeiro Estado de Direito», presumivelmente contra Cavaco e contra Guterres. E, para acentuar a "independência" do novo ministro, o panegírico da jornalista recorre a um exemplo mais recente: «Pinto Ribeiro criticou, em Outubro de 2006, o Governo - mais concretamente o então ministro da Administração Interna António Costa -, a propósito da violência policial, por "não impor uma hierarquia de valores adequada às polícias.» Quanto à parte "cultural" propriamente dita do ministro, ficamos a saber que é «um «apaixonado da literatura que adora Ingmar Bergman e "as coisas de humor" (Nuno Artur Silva dixit), advogado de artistas mil (incluindo os Gato Fedorento), bem entrosado no meio das artes plásticas e membro da administração da Colecção Berardo.» Em suma, «era mesmo o Pinto Ribeiro certo.» Tão certo que a socióloga Schmidt já antevê «a inauguração de um novo estilo no Conselho de Ministros», fora o «mecenato cultural» que ele vai «activar graças ao seu espírito empresarial e aos contactos com o mundo da finança.» Finalmente, e num solene momento de introspecção, o nosso homem define-se como sendo «muito convincente» e «correr o risco da demagogia a todo o momento», assegurando nunca ter feito compromissos, «o que é uma coisa muito desagradável para os outros.» E termina com estrépito: «É muito fácil ser-se seduzido, entrar numa teia de relações toda feita de promessas e compromissos. É por isso que é complicado ser-se crítico nisto: só se pode ser isto a sério.» Isto não é o retrato de um ministro da Cultura. Isto é o retrato do pai natal.

RETRATO DO PAI NATAL


Quando vi quem era o novo ministro da Cultura - o advogado Pinto Ribeiro - disse a alguém que se tratava de uma espécie de Fernanda Câncio de fato e gravata. "Esquerda caviar", bem ataviado, bom aspecto, boas "causas", com um pezinho bem calçado fora do "sistema" e o resto do corpo bem por dentro, enfim, um pseudo "outsider" que fica sempre bem num regimento partidário de óbvia extracção. Também apoiou Mário Soares na sua recandidatura minimalista e esteve bem à vista, do lado dos "bons", no referendo sobre o aborto. Eis que é justamente Câncio, melhor do que qualquer escriba da secretaria-geral do ministério de Ribeiro, quem produziu o currículo adequado a figurar no "sítio" do MC. Nem Carrilho, quando começou, teve tão boa propaganda. Que nos diz Câncio do seu admirado Ribeiro? «Parece ter no máximo 40 e tal anos. "Uma cara de miúdo", como diz o amigo e sócio nas Produções Fictícias Nuno Artur Silva», ou então, nas palavras de Luísa Schmidt - «socióloga e companheira de luta pelos direitos cívicos», como se estivéssemos a falar de um herói do Tarrafal ou da II guerra mundial - uma criatura com uma «extraordinária energia». Este magnífico homem, para além destes primeiros predicados, ainda pode ser comparado, segundo Nuno, aos U2 porque «faz muita advocacia pro bono». A "colega" piadista Ferreira Alves, não estivesse tão ocupada com o dr. Soares, certamente não diria melhor. Mas há mais. Ribeiro, para descanso do país e das gentes da cultura, é «genuinamente de esquerda» apesar das medonhas origens sociais que não recomendavam o qualificativo e da «advocacia de negócios" (como ele próprio diz), com inúmeros bancos e grandes empresas a fazer o grosso da clientela.» Indomável, Pinto Ribeiro «ia sistematicamente passar férias no estrangeiro, vivia e convivia com outros mundos». É, diz-nos Câncio, em 1978 que este extraordinário cidadão começa a fermentar «a espessura crítica do seu olhar sobre o sistema jurídico português » e a descobrir «a injustiça da justiça portuguesa, portanto.» Nasce, dez anos depois de bem fermentada a ideia, o "Fórum Justiça e Liberdades" que o tornará ainda mais famoso e vaidoso, se bem que Câncio ache que o dito "Fórum" foi «uma referência, durante os anos 90, em termos da defesa e construção de um verdadeiro Estado de Direito», presumivelmente contra Cavaco e contra Guterres. E, para acentuar a "independência" do novo ministro, o panegírico da jornalista recorre a um exemplo mais recente: «Pinto Ribeiro criticou, em Outubro de 2006, o Governo - mais concretamente o então ministro da Administração Interna António Costa -, a propósito da violência policial, por "não impor uma hierarquia de valores adequada às polícias.» Quanto à parte "cultural" propriamente dita do ministro, ficamos a saber que é «um «apaixonado da literatura que adora Ingmar Bergman e "as coisas de humor" (Nuno Artur Silva dixit), advogado de artistas mil (incluindo os Gato Fedorento), bem entrosado no meio das artes plásticas e membro da administração da Colecção Berardo.» Em suma, «era mesmo o Pinto Ribeiro certo.» Tão certo que a socióloga Schmidt já antevê «a inauguração de um novo estilo no Conselho de Ministros», fora o «mecenato cultural» que ele vai «activar graças ao seu espírito empresarial e aos contactos com o mundo da finança.» Finalmente, e num solene momento de introspecção, o nosso homem define-se como sendo «muito convincente» e «correr o risco da demagogia a todo o momento», assegurando nunca ter feito compromissos, «o que é uma coisa muito desagradável para os outros.» E termina com estrépito: «É muito fácil ser-se seduzido, entrar numa teia de relações toda feita de promessas e compromissos. É por isso que é complicado ser-se crítico nisto: só se pode ser isto a sério.» Isto não é o retrato de um ministro da Cultura. Isto é o retrato do pai natal.

8.6.07

SON NOM DE PLUME DANS CÂNCIO DESERTE


Fernanda, V. que é tão enojada, tão correcta, tão modernaça, tão militante do partido único das verdades universais, tão radical no seu radicalismo de trazer por casa como umas alpercatas Prada, tão solidária com a primeira caganita de cadela que lhe aparecer à porta, tão amiga dos deserdados da política, da vida e das camas, tão tanta coisa que V. ainda nem sequer suspeita e que fervilha na sua transbordante imaginação de filha serôdia do pobre Rousseau e que teve a infelicidade de nascer numa pátria de trevas e de entrevados mentais, V. tão Câncio de si mesma, da Sé ao El Corte Ingles do dr. Soares e da amiga dele Susana, como, Fernanda, como consegue perpetrar este escarro em letra de forma? Quando é que começa por usufruir desse sentimento que tem tanto de primário como de saudável, como os figos de ouro que compra no supermercado a que suas suas protegidas de plume não têm acesso, sentimento esse apelidado de vergonha na cara? Quando?

SON NOM DE PLUME DANS CÂNCIO DESERTE


Fernanda, V. que é tão enojada, tão correcta, tão modernaça, tão militante do partido único das verdades universais, tão radical no seu radicalismo de trazer por casa como umas alpercatas Prada, tão solidária com a primeira caganita de cadela que lhe aparecer à porta, tão amiga dos deserdados da política, da vida e das camas, tão tanta coisa que V. ainda nem sequer suspeita e que fervilha na sua transbordante imaginação de filha serôdia do pobre Rousseau e que teve a infelicidade de nascer numa pátria de trevas e de entrevados mentais, V. tão Câncio de si mesma, da Sé ao El Corte Ingles do dr. Soares e da amiga dele Susana, como, Fernanda, como consegue perpetrar este escarro em letra de forma? Quando é que começa por usufruir desse sentimento que tem tanto de primário como de saudável, como os figos de ouro que compra no supermercado a que suas suas protegidas de plume não têm acesso, sentimento esse apelidado de vergonha na cara? Quando?

30.4.07

A IDEÓLOGA


O dr. Afonso Costa continua a estar muito bem representado na "opinião que se publica". Desta vez, a sua dileta descendente ideológica (a diferença é que, no tempo do Costa, a senhora não tinha pura e simplesmente direito a emitir opinião porque essa coisa da "ética republicana" é muito "machona") escreve esta preciosidade acerca do "tema" Pina Moura/TVI/ José Lemos (convém não esquecer este "segundo homem") :"... entregar um canal à Igreja foi só e apenas uma decisão ideológica, com o propósito absolutamente claro e confesso de criar um mecanismo de influência político-ideológica da sociedade. Pelos vistos, há 15 anos, os que agora gritam de pavor viveram bem com isso. Ou mudaram muito ou não mudaram nada. Que é que acham?". Eu acho que a Fernanda não leu a entrevista do ex-delfim do dr. Cunhal, ao Expresso, até ao fim. Lá pelo meio ele explica que a sua escolha tem um "pressuposto ideológico". Talvez conviesse à jornalista, e não à "ideóloga", fazer o trabalho de casa.

A IDEÓLOGA


O dr. Afonso Costa continua a estar muito bem representado na "opinião que se publica". Desta vez, a sua dileta descendente ideológica (a diferença é que, no tempo do Costa, a senhora não tinha pura e simplesmente direito a emitir opinião porque essa coisa da "ética republicana" é muito "machona") escreve esta preciosidade acerca do "tema" Pina Moura/TVI/ José Lemos (convém não esquecer este "segundo homem") :"... entregar um canal à Igreja foi só e apenas uma decisão ideológica, com o propósito absolutamente claro e confesso de criar um mecanismo de influência político-ideológica da sociedade. Pelos vistos, há 15 anos, os que agora gritam de pavor viveram bem com isso. Ou mudaram muito ou não mudaram nada. Que é que acham?". Eu acho que a Fernanda não leu a entrevista do ex-delfim do dr. Cunhal, ao Expresso, até ao fim. Lá pelo meio ele explica que a sua escolha tem um "pressuposto ideológico". Talvez conviesse à jornalista, e não à "ideóloga", fazer o trabalho de casa.