2.2.13

"Drama queens"


 


Daqui a pouco, às 21, na Gulbenkian, zona livre de barulhos inúteis. DiDonato e as suas "drama queens".


 


 


Adenda de domingo - O leitor Marques resume bem o que se passou no serão raro de sábado, na Gulbenkian, com a DiDonato e o "Complesso Barocco": «Foi uma zona recheada de sublimes sons, cujo encantamento ainda perdura enquanto descemos de novo à maléfica cacofonia quotidiana. Abençoada Di Donato.» Na realidade, só me recordo de uma euforia assim (a que tivesse assistido, naturalmente) quando, no princípio dos anos 90, Marilyn Horne deu um concerto no São Carlos apenas acompanhada por um piano. Euforia/alegria dos intérpretes e do público num repertório original retirado, como explicou Joyce, à poeira das prateleiras. No intervalo e à saída ouvia-se aqui e ali o resmungo pernóstico de dois ou três "especialistas" de bancada, estilo "muita parra e pouca uva" ou "pouco encorpada" (suponho que a voz). Queriam o quê? As Marisas e as Dulces Pontes a bailar nos seus batéis?

1 comentário:

Marques disse...

Foi uma zona recheada de sublimes sons,cujo encantamento ainda perdura enquanto descemos de novo à maléfica cacofonia quotidiana. Abençoada Di Donato.