Mário Soares já foi tudo em Portugal, desde simples político, a deputado passando por Ministro, Primeiro Ministro e Presidente da República e continua a ter imenso poder mesmo reformado. O que é que ele fez para mudar este estado de coisas. Quem não tem culpa nenhum sou eu, nunca mandei em nada. E aqui como em muitas coisas tem que haver culpados.
Já começa a ser entediante ouvir ou ler este ancião. As suas opiniões pessoais começam a cheirar a mofo. Culpa tem quem lhe dá guarida nas tv,s e jornais, dando a impressão que são as suas opiniões que irão resolver os problemas que nos afligem, esquecendo-se que foi este senhor um dos maiores responsáveis pela situação a que chegamos. A Europa teve no passado grandes figuras ligadas à política, gente que desenvolveu os seus países de origem, e que se encontram no anonimato mais profundo abstendo-se de desenvolver a sua vaidade pessoal. Mário Soares devia seguir o exemplo dessas figuras do passado, não embarcando nas conversas da treta. O nosso país é aquele que tem maior número de políticos a dar palpites por m2 . e o Sr. Soares é o maior especialista.
Duvido que alguma vez se venham a conhecer as origens (várias) e todos os meandros deste sinistro processo. A sua continuada importância verifica-se pela hiperactividade da brigada dos fundamentalistas acusatórios,vide os comentários no D.N. ao artigo do dr. Soares. Um dos desplantes mais correntes,porque mais populistas,é o de que o processo se arrastou devido aos expedientes dos "advogados pagos a preço de ouro dos ricos e poderosos",linguagem tabloidística agora ne moda até de responsáveis directos da chamada Justiça. Ora qualquer um que tenha acompanhado o julgamento com atenção,ou consultado o processo, sabe perfeitamente que quem requereu maior número de testemunhas,apresentou maior número de recursos,e até um incidente de recusa que paralisou o julgamento,foi precisamente o advogado do arguido mais desfavorecido econòmicamente,ou seja o sr. Silvino. E,note-se,sem pagar qualquer taxa de justiça,pois os destituidos delas estão isentos. Ora como estes incontroversos factos vão contra a "verdade" tabloidistico-populista que impera a todos os níveis, a brigada continuará a atacar,e com o sucesso mediático que hàbilmente obteve desde o início. E como já não há Zolas com a raça do "J'Accuse",é o cepticismo que nos resta.
4 comentários:
Mário Soares já foi tudo em Portugal, desde simples político, a deputado passando por Ministro, Primeiro Ministro e Presidente da República e continua a ter imenso poder mesmo reformado.
O que é que ele fez para mudar este estado de coisas.
Quem não tem culpa nenhum sou eu, nunca mandei em nada.
E aqui como em muitas coisas tem que haver culpados.
Mário Soares no seu melhor.
Já começa a ser entediante ouvir ou ler este ancião.
As suas opiniões pessoais começam a cheirar a mofo.
Culpa tem quem lhe dá guarida nas tv,s e jornais, dando a impressão que são as suas opiniões que irão resolver os problemas que nos afligem, esquecendo-se que foi este senhor um dos maiores responsáveis pela situação a que chegamos.
A Europa teve no passado grandes figuras ligadas à política, gente que desenvolveu os seus países de origem, e que se encontram no anonimato mais profundo abstendo-se de desenvolver a sua vaidade pessoal.
Mário Soares devia seguir o exemplo dessas figuras do passado, não embarcando nas conversas da treta. O nosso país é aquele que tem maior número de políticos a dar palpites por m2 . e o Sr. Soares é o maior especialista.
Duvido que alguma vez se venham a conhecer as origens (várias) e todos os meandros deste sinistro processo. A sua continuada importância verifica-se pela hiperactividade da brigada dos fundamentalistas acusatórios,vide os comentários no D.N. ao artigo do dr. Soares. Um dos desplantes mais correntes,porque mais populistas,é o de que o processo se arrastou devido aos expedientes dos "advogados pagos a preço de ouro dos ricos e poderosos",linguagem tabloidística agora ne moda até de responsáveis directos da chamada Justiça. Ora qualquer um que tenha acompanhado o julgamento com atenção,ou consultado o processo, sabe perfeitamente que quem requereu maior número de testemunhas,apresentou maior número de recursos,e até um incidente de recusa que paralisou o julgamento,foi precisamente o advogado do arguido mais desfavorecido econòmicamente,ou seja o sr. Silvino. E,note-se,sem pagar qualquer taxa de justiça,pois os destituidos delas estão isentos. Ora como estes incontroversos factos vão contra a "verdade" tabloidistico-populista que impera a todos os níveis, a brigada continuará a atacar,e com o sucesso mediático que hàbilmente obteve desde o início. E como já não há Zolas com a raça do "J'Accuse",é o cepticismo que nos resta.
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