27.1.12

O espírito "gdup"

Nos idos de 1976, aquando das primeiras eleições presidenciais, apareceram uns "gdup", se bem me lembro, "grupos de dinamização de unidade popular" que apoiavam a candidatura de Otelo Saraiva de Carvalho. O "espírito gdup", com ou sem Otelo, persistiu na sociedade portuguesa e, de vez em quando, uns prosélitos que se imaginam mais democratas do que toda a gente, recuperam-no. É o caso da autora deste artigo, um híbrido rosa-choque-chique de "gdup" para o século XXI. Ainda bem que o disparate é tão livre como a gaivota da outra. A que voava, voava.

5 comentários:

fado alexandrino disse...

Era curioso perguntar à namoradinho de Portugal (é a única cronista do DN que não permite comentários) o que é que ela acha de os jornalistas terem o poder de não divulgarem as fontes.

PALAVROSSAVRVS REX disse...

Câncio não tem remédio. Há casos em que o duplopensamento e a idiotia não têm. O deboche intelectual segue imparável.

S.Guimarães disse...

Esta senhora que como jornalista vê só com um olho, e que disparata quando lhe apetece, só peca numa coisa... devia ter o cuidado de estudar a Constituição no tempo do seu amado, aí poderia ter encontrado um manancial de leis, que serviriam na perfeição para o meter na "grelha" depois de ser demitido.
Também é preciso uma grande dose de paciência e pachorra para ler as suas diatribes.

Respeitinho disse...

Respeitinho, Dr. João Gonçalves. Respeitinho.

Levy disse...

A esquerda-caviar não tem emenda. A Câncio, o Galamba, a Moreira, a Ferreira Alves, o Oliveira Daniel, o Louçã, a família Soares toda, é tudo igual.