Pareceu-me ver o Paulo Querido, às portas de Belém, a fazer um número de circo coberto, aliás, profusamente pela chamada comunicação social. Cada um faz as figuras que entende - é para isso que serve a liberdade de expressão, mesmo quando sai tosca e sem graça alguma - mas, mais do que as infelicidades verbais do Chefe de Estado (é do Chefe de Estado que se trata para aqueles que precisem de explicador), estes sinais apalhaçados colectivos, sem tino nem destino, só servem para nos apoucar como sociedade adulta que devíamos ser. We are the world we are the children.
5 comentários:
Confesso que, ao ver a tosca figura de Querido me nasceu dentro um certo asco inefável.
Outrora de tão íntimo de, tão deslumbrado com, e tão enroscado ao Primadonna, é sintomático que me tenha arrumado sumariamente no credível departamento do seu Lixo informático particular, talvez humano.
Ei-lo agora a fazer de palhaço grosso.
São os chamados 15 minutos de fama.
...aprecio sua fina ironia, João Gonçalves...
O que nos apouca é ficarmos sentados no sofá ,ou no computador,a criticar os outros.
Cada um tem o direito de ser ridículo aos olhos dos outros, O mais importante é cada um apresentar-se como é,poder fazê-lo com inteira liberdade e não ter cachorros à perna..
Com gente tão apalhaçada como esta, não admira que este país esteja como está...
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