Não estará na hora - quando o novo ministro da justiça tomar posse - da senhora directora do Centro de Estudos Judiciários ir "exercitar-se" para outro lado?
«Somos poucos mas vale a pena construir cidades e morrer de pé.» Ruy Cinatti joaogoncalv@gmail.com
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16.6.11
15.6.11
BANDALHOS
Gente que pretendia vir a administrar a justiça ou a conduzir a acção penal, respectivamente nos tribunais portugueses e no Ministério Público, foi "apanhada" a copiar em exames no Centro de Estudos Judiciários, uma instituição que, nos últimos tempos, entrou manifestamente em decadência. Mesmo assim, deram-lhes nota 10 e o lamentável sindicato dos juízes apenas acha a coisa "lamentável". Mas nem por isso deixam de ser uns bandalhos.
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2.6.11
25.5.11
AS "MANIFESTAÇÕES ESPONTÂNEAS" DE SÓCRATES

Depois dos imigrantes, os peixes. «O PS está a oferecer aos militantes e apoiantes de Penafiel uma visita ao oceanário Sea Life do Porto, no domingo, como contrapartida da presença no comício com José Sócrates, no mesmo dia à tarde. Mais de 200 pessoas já reservaram lugar num dos vários autocarros que fazem a viagem até ao Porto, que também é oferecida pelo PS. A chegada ao Porto e a visita ao oceanário está marcada para as 10h30, seguida de piquenique no Parque da Cidade. No convite, os socialistas avisam que não pagam o almoço e que por isso cada um tem de levar a sua merenda. Às 16h00, têm de embarcar rumo à praça D. João I, no centro do Porto, local do comício com Sócrates. Quem não for ao comício arrisca-se a perder a boleia de regresso a Penafiel», lê-se num jornal. Vale tudo: imigrantes, embaixadas, peixes, sacudidelas "dadas a tempo", intimidação anónima, comentadores "isentos", "empates técnicos", o triunfo dos porcos sem aspas, etc., etc. Tudo.
Adenda: As "manifestações reais" de Sócrates.
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9.5.11
REPELENTE

Da "escola" do "sr. Sócrates", lido pelo Financial Times, é o sr. Ascenso. Todavia, o tom é mais gutural, primitivo, de acordo, aliás, com a triste figura. E chegou a secretário de Estado embora agora aufira uns modestos € 189 mil/ano na "entidade reguladora dos serviços energéticos". Apenas repelente.
Adenda: Por falar em repelentes/repetentes.
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7.5.11
LEVIANDADE
Em Portimão, falou de "leviandade" com a leviandade dos indiferentes a tudo que não lhes diga respeito. A leviandade que, seis anos depois, nos trouxe até aqui, a este começo de viagem ao fim da noite como explicou o PR. Se o país continuasse entregue a este leviano shallow, em muito pouco tempo estaríamos de novo perto do lixo. Já que ele não tem vergonha, haja quem tenha.
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5.5.11
3.5.11
DE SADE À LÍNGUA DE PAU

Estava a ler Sade - La philosophie dans le boudoir, adquirido por €2 na feira do livro - quando, a propósito, apareceu-me à frente o eng.º Sócrates. Ao lado dele, mudo e quedo, constava o prof. Teixeira dos Santos a fazer figura de corpo presente. O referido senhor eng.º estava a perpetrar o seu primeiro tempo de antena, por conta do PS, a partir de São Bento (neste momento está uma das grandes alarvidades da seita no ecrã, o Barroso, sobrinho de Soares, levemente mais sofisticado - sabe línguas e leu Camilo - que coisas como Capoulas, Canas ou Estrelas mas tão cabotino como os outros). Não disse, o dito Sócrates, uma palavra sobre o preço do resgate financeiro do país a não ser para mencionar o que ele não contém por causa do tempo de antena. Não proferiu uma palavra sobre o imenso passivo nacional que ele politicamente personifica e que justifica os €78.000 milhões de euros que servirão para pagar, à cabeça, os seis anos da sua insuportável língua de pau. Sade, pelo menos, é autêntico.
Adenda: Dito isto, o tempo de antena cumpriu adequadamente o seu propósito até porque é preciso ter em conta a incomensurabilidade da estupidez humana que o protagonista sabe explorar como ninguém. A referida incomensurabilidade nota-se, aliás, na facilidade com que os media e comentadores se deixaram manipular (culbuter como as personagens do livrinho aludido) pelo dito protagonista e pela sua "central" de propaganda, "anunciando" medidas alarmistas (v.g. cortar pensões a partir dos 600 euros que todos "enfiaram" sem a vaselina da velha Estácio), desmentidas prontamente no tempo de antena, ou elogiando, mesmo, o protagonista com uma cara de pau correspondente à língua de idêntica natureza do outro. Esta gente toda não presta.
Adenda: Dito isto, o tempo de antena cumpriu adequadamente o seu propósito até porque é preciso ter em conta a incomensurabilidade da estupidez humana que o protagonista sabe explorar como ninguém. A referida incomensurabilidade nota-se, aliás, na facilidade com que os media e comentadores se deixaram manipular (culbuter como as personagens do livrinho aludido) pelo dito protagonista e pela sua "central" de propaganda, "anunciando" medidas alarmistas (v.g. cortar pensões a partir dos 600 euros que todos "enfiaram" sem a vaselina da velha Estácio), desmentidas prontamente no tempo de antena, ou elogiando, mesmo, o protagonista com uma cara de pau correspondente à língua de idêntica natureza do outro. Esta gente toda não presta.
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26.4.11
24.4.11
QUATRO ESTAROLAS E UMA DEMOCRACIA PARA ESQUECER
«Guterres, Barroso, Santana e Sócrates levaram o país com a irresponsabilidade de sempre e sem obstáculos de maior, para o poço sem fundo em que hoje vivemos. Daqui a meia dúzia de anos, os portugueses não se lembrarão com certeza das virtudes desta democracia e não a verão como "o bom velho tempo" a que é preciso voltar. Fica a velha saída de a esquecer.»
Vasco Pulido Valente, Público
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10.4.11
RECORDAÇÕES DA CASA ROSA
Três dias de comício contínuo protagonizado por uma série de alucinados políticos chegaram ao fim. O chefe deles todos roça já a pura pornografia política temperada com visões místicas dignas de personagens de filmes do saudoso César Monteiro. Se os capachos de Matosinhos fossem realmente seus amigos, tinham-no poupado (e a eles) a esta caricatura de presidente de junta na Costa do Marfim. Vão ser dois meses de manifestação pública desta patológica negação da realidade (dívida externa, desemprego, pobreza, periferia) como se ela tivesse começado em Março. O doente conta, para o efeito, com a debilidade mental dos portugueses e com o seu crónico (aqui o filósofo regimental Gil dá jeito) "medo de existir" à mistura com a propaganda e a cumplicidade de comentadeiros e de jornalistas, vaga gente sempre predisposta a revelar o seu doentio temor reverencial e a sua iliteracia cívica para subsistir. Três dias de maluqueira ensimesmada revelados ao detalhe e com caldos de galinha a todo o país. Depois não digam, outra vez, que não sabiam.Adenda: Um candidato a candidato a candidato a líder (Seguro) não aceita trigésimos lugares numa direcção alucinada e perdida. Isso que dizer que jamais passará disso, de candidato a candidato a candidato. Nada, portanto.
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Teoria da acção comunicacional
8.4.11
UM PATRIOTA
O César açoriano, mesmo nas actuais circunstâncias, continua a desafiar a unidade nacional. Desta vez alargou a "remuneração compensatória" dos funcionários regionais às empresas públicas regionais como fórmula chico-esperta de contornar os cortes salariais em vigor. Um patriota, este pequenino déspota local. E uma prova viva do estado a que isto chegou.
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31.3.11
A "ESCOLA DE PENSAMENTO" DO GOVERNO DE GESTÃO
Que dificuldade estrutural em lidar com as qualificações. Como é que poderiam alguma vez pastorear as dos outros? A partir de agora, os senhores jornalistas que ainda são livres devem começar o dia a ler o Diário da República. Esta "escola de pensamento" vai certamente desenvolver-se muito nas próximas semanas.
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30.3.11
17.3.11
15.3.11
O GOLPE DE MISERICÓRDIA

De Mário Soares. «O primeiro-ministro … cometeu erros graves: não tem informado, pedagogicamente, os portugueses, quanto às medidas tomadas e à situação real do País. Nos últimos dias, negociou o PEC IV sem informar o Presidente da República, o Parlamento e os Parceiros Sociais. Foram esquecimentos imperdoáveis ou actos inúteis, que irão custar-lhe caro. Avisou tão só o líder da Oposição, após a reunião de Bruxelas, pelo telefone. A resposta pública foi-lhe dada no discurso que Passos Coelho proferiu, em Viana do Castelo, muito didáctico, e foi negativa (…). Assim se abre, ao que parece, uma crise política.» Depois se é em lume brando ou em banho maria, logo se verá. Qualquer coisa é melhor do que estar nas mãos de invertebrados.
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14.3.11
O TALENTO DA FIGURINHA

Afinal a figurinha talentosa antecipou-se e apresentou um trailer. A pantomimice incluiu "vitórias", kickboxing no país e nos outros e um inevitável momento de stand up comedy. Três "nãos" definitivos a este perigoso marciano que deve exercer o talento em casa.
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6.3.11
ROCK BOTTOM E MARINE
Mais um sinal da decadência (sem os privilégios intelectuais do esteticismo decadentista que pouco ou nada nos tocou). Outro foi dado ontem, pela sicn, com um "debate" infinito entre candidatos a presidente de um clube de futebol. Como é que não pode deixar de haver Marine?
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3.3.11
5.1.11
"CASA DA DEMOCRACIA" OU "CASA DOS SEGREDOS"?

Quando um roubador de gravadores de jornalistas como o sr. Ricardo Rodrigues preside a uma comissão parlamentar de inquérito, está tudo dito acerca do "prestígio" da "instituição" com sede em São Bento.
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