
Os "falados" no caso Freeport, como explicou na televisão o clone Silva Pereira, têm agora, coitados, de andar na comunicação social em contra-exercícios de hermenêutica por causa de um despacho da PGR que, afinal, também era do conhecimento do senhor conselheiro Pinto Monteiro que "nunca tinha visto coisa assim". Ora sabendo-se como o senhor conselheiro adora abrir inquéritos, por que é que nunca lhe pediram um ou se constituiram assistentes no processo principal? É que tanta recorrência dos "falados" obriga a que se fale deles. É o que se faz aqui. Ou aqui. E assim sucessivamente. Imagino que a maior parte dos que seguem esta telenovela tropical, o mais que que desejariam era nunca mais ter de ouvir falar dos "falados". Mas eles insistem em que se fale deles tal como no tubarão II, III, IV ou V o bicho adora aparecer para dar umas trincadelas. Tudo parece, aliás, que começou num cemitério. Mau prenúncio.














