
A última vez que vi Maria Lúcia Lepecki foi numa apresentação do terceiro volume da biografia política de Cunhal da autoria de José Pacheco Pereira. Aconteceu em 2005, na FNAC do Colombo. Mas, muito antes disso, "conhecia" a professora brasileira de um livrinho original acerca de Eça, "Eça na ambiguidade". Era, literalmente, uma amante da nossa literatura. «Eu sempre achei que o acordo ortográfico não é preciso: um brasileiro lê perfeitamente a ortografia portuguesa e um português lê perfeitamente a ortografia brasileira.» Concordo consigo, Maria Lúcia. Até sempre.
