«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
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17.2.12
12.10.10
JOAN SUTHERLAND (1926-2010)
Desapareceu ontem a cantora australiana Joan Sutherland. Era, por assim dizer, uma das últimas "divas" num mundo já há muito sem elas. Independentemente do gosto de cada um, é indisputável que Sutherland abordou com enorme competência repertórios líricos a que poucas podem aspirar sem arriscar situações pífias. Não tinha o pathos da Callas, evidentemente. Mas muitas das interpretações fundamentais do chamado bel canto, no século XX, são dela. A título meramente pessoal, e de cor, recomendo as suas rainhas donizettianas, a Semiramide, de Rossini, a Lucia de Lammermoor e Turandot, de Puccini, dirigida por Zubin Mehta. O maestro das primeiras é o seu marido, Richard Bonynge. No clip, ambos no Lincoln Center de Nova Iorque, em 1979.
JOAN SUTHERLAND (1926-2010)
Desapareceu ontem a cantora australiana Joan Sutherland. Era, por assim dizer, uma das últimas "divas" num mundo já há muito sem elas. Independentemente do gosto de cada um, é indisputável que Sutherland abordou com enorme competência repertórios líricos a que poucas podem aspirar sem arriscar situações pífias. Não tinha o pathos da Callas, evidentemente. Mas muitas das interpretações fundamentais do chamado bel canto, no século XX, são dela. A título meramente pessoal, e de cor, recomendo as suas rainhas donizettianas, a Semiramide, de Rossini, a Lucia de Lammermoor e Turandot, de Puccini, dirigida por Zubin Mehta. O maestro das primeiras é o seu marido, Richard Bonynge. No clip, ambos no Lincoln Center de Nova Iorque, em 1979.
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