
Na morte de Harold Pinter (que li compulsivamente em livros requisitados à biblioteca do Instituto Britânico quando, entre o fim do liceu e a universidade, lá andei), o Augusto M. Seabra: «um mestre das palavras e dos silêncios, das situações tão rigorosamente prescritas nos seus textos, um dramaturgo da estatura de poucos.»
