Quando se é ostensiva e persistentemente citado pelo «grande “clown” da commedia literária [e da política socrática] — misto de Pierrot e Arlequim — que se chama Eduardo Pitta», como tem acontecido ao pobre do Pacheco Pereira nos momentos em que o "lado antóniocostista" lhe pesa mais que tudo, é caso para perguntar onde está Pierrot e onde se esconde Arlequim. Ou vice-versa.
Adenda: Dentro da mesma "gramática" louvaminheira, também tem a sua graça acompanhar as mais recentes tendências citadeiras dos amigos de Peniche. Como dizia há pouco Manuel Maria Carrilho na tvi, é ainda no mais profundo irrealismo que estamos a viver (pseudo-elites e "povo") quando se aproxima a hora de ir ao chão. O que nos falta em credibilidade, seriedade e austeridade, sobra-nos em jogos florais. Apesar de tudo, em 1983 sempre era outra gente.
Adenda: Dentro da mesma "gramática" louvaminheira, também tem a sua graça acompanhar as mais recentes tendências citadeiras dos amigos de Peniche. Como dizia há pouco Manuel Maria Carrilho na tvi, é ainda no mais profundo irrealismo que estamos a viver (pseudo-elites e "povo") quando se aproxima a hora de ir ao chão. O que nos falta em credibilidade, seriedade e austeridade, sobra-nos em jogos florais. Apesar de tudo, em 1983 sempre era outra gente.