
Era muito difícil suceder a um papa que, lado a lado com o então incumbente João Paulo II, mais fez pela "doutrina da fé" sem preocupações mulditudinárias. O jesuíta e latino-americano Bergoglio (pormenores não dispiciendos) é a antítese desse lastro austero e firme. São dez anos sem "história" no sentido da história milenar da Igreja. Sob a capa da "popularidade", Francisco não conseguiu até agora acrescentar Igreja à Igreja que não é propriamente o mesmo, por exemplo, que um grande evento desportivo mundial. Não. A verdadeira Igreja é contidamente exigente na mensagem, singularmente determinada na sua "pluralidade" (os caminhos para Deus são tantos quantos os homens, disse Ratzinger) e indiferente às exigências contemporâneas "maioritárias" ou "modistas". Não existe para "facilitar" ou "agradar" e, nesse sentido, "fazer diferente". Nunca seria a grande sobrevivente que é na tergivergência.
3 comentários:
Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se deve manter serenamente no seu galho. "A César o que é de César. E a Deus o que é de Deus." A Igreja católica não está necessitada de conselheiros laicos e muito menos agnósticos.
obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhido pelo Destaque.
Mas com o post esta a dizer o que exatamente, neste caso para leitores generalistas ?
Primeiro tem de me explicar o que é isso do “destaque”.
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