
O regime actual nunca esteve tão próximo da corrupção moral e política da I República como agora. O PS, rapace e autoritário, domina o Estado e o país como o PRP fazia. O presidente não é "eleito" pelo Parlamento, e pelo partido dominante, mas está inerme como alguns dos seus ilustres antecessores citados, com a vantagem, meramente pessoal, de ir arejar frequentemente a sua impotência política para o estrangeiro. E o da Assembleia da República é um prepotente democrático que não tenta sequer a isenção política a que o cargo o obriga. Os episódios dos governantes "incompatíveis" passam pela "bimby" da ética republicana como cães por vinha vindimada. Esta "República ponto dois" está pela hora da nossa morte. Não, infelizmente, da dela.
2 comentários:
O Povo na sua alta sabedoria, vai fazer o obséquio de não ir votar, e no fim das contas, apresentam percentagens de afluência irreais, mas só para eles continuarem a enganar se a eles próprios.
Podem continuar com as vossas festas, gastar o que não é vosso, desbaratem tudo, não quero saber.
Os 3 estarolas ocuparam os os lugares mais "altos" do estado a que chegámos.
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