19.1.11

"TEMPO DE ANTENA"

14 comentários:

Alves Pimenta disse...

Muito bem, caro João Gonçalves! Um forte abraço de parabéns.

antónio chuchado disse...

Alegre diz que o seu "'staff' já está a preparar a segunda volta".

Segunda volta de quê?

antónio chuchado

Anónimo disse...

Parece que o rebanho de esquerda quer escrutinar os amigos do prof.Cavaco.
Claro que os amigos deles,desde Chavez,Kadafi,J.Eduardo dos Santos,aos Varas e companhia,ficam fora deste escrutínio nacional.
Que hipócritas e aldrabões!

Maria Tuga disse...

Antes de mais gostei de ver o video porque não o conhecia. Só um pequeno reparo. Muita gente gosta de lembrar que Cavaco Silva iniciou as PPP. Esquecem-se de que o interesse público era salvaguardado. Agora é vilipendiado...

mcorreia disse...

Parece que está esclarecido o "mistério".

"A SÁBADO encontrou a escritura de Cavaco

Cavaco Silva trocou em 1998 um “prédio urbano” localizado em Montechoro - o concelho onde se localizava a sua antiga casa de férias chamada Mariani – pelo terreno onde depois construiu a nova casa no aldeamento da Coelha, em Albufeira. Ambos os imóveis foram então avaliados por 27 milhões de escudos, o equivalente a 135 mil euros.

A escritura ‘desaparecida’ da nova casa de Cavaco Silva foi assinada a 9 de Julho de 1998, em Lisboa, no nº19 da Av. Vítor Cordon. No ano seguinte, a 17 de Fevereiro, era formalizada a aquisição do terreno com os registos feitos na Conservatória do Registo Predial de Albufeira."

Ainda faltam 4 dias para as eleiçoes. Já é um pouco apertado, mas, com boa vontade, ainda haverá tempo para mais "investigações".

Gallião Pequeno disse...

Todos os debates deviam ser assim.

Anónimo disse...

Com boa vontade ainda podemos descobrir em Lisboa a Conservatória do misteriosa compra do apartamento de sócrates e a declaração de IRS de Manuel Alegre.

Cáustico disse...

O alegre é uma tristeza.
Então este marmelo já se esqueceu da carga da polícia ou da guarda republicana, a mandado do governo do seu partido, para correr com quem estava a impedir a passagem de turistas para o Algarve?

Cáustico disse...

Estado Social

O ser humano é um bicho por demais inconstante, defeito, talvez, fruto de uma deficiente capacidade de avaliação.
Aprecia hoje, com um entusiasmo delirante, o que detesta amanhã como a coisa mais abominável. O que é hoje moda, passa, decorrido algum tempo, e sem razões justificáveis, a ser considerado um absurdo.
Há muito que foi criada a designação de Estado Social, que parece estar hoje muito em voga. Anda na boca de muita gente que, verdadeiramente, nem sabe o que isso quer dizer. Será moda para ficar?
O que se deve entender por semelhante designação? Um Estado que trata dos “problemas que visam à organização e à satisfação das necessidades dos indivíduos em sociedade”? Mas de quais necessidades? De todas? Apenas de algumas? E, neste último caso, de quais? E em que medida deve o Estado participar no custo dessa satisfação?
Ouço com frequência falar do Estado Social sem nunca ouvir, das pessoas que o evocam, qualquer referência às necessidades humanas que deverá satisfazer.
As necessidades, que podem variar de indivíduo para indivíduo, vivendo em sociedade, quase não têm limites. Sendo assim, quais são aquelas cuja satisfação, no todo ou em parte, deve ser satisfeita pelo Estado?
Porque havendo custos a considerar, não me parece despiciendo o conhecimento das necessidades cuja satisfação se pretende atribuir ao Estado. Contudo, quem fala do Estado Social, nunca a elas se refere. Por incapacidade para as definir, por esquecimento, porque não convém levantar a lebre dos custos, que pode concitar obstruções?
Entendo ser curial, ao falar-se de Estado Social, referir todas as necessidades que tal Estado terá de satisfazer e, bem assim, a amplitude de tal satisfação.
Quem defende o Estado Social não o deve fazer apenas por ser moda, por se tratar de uma designação que agrada ouvir. Nada de iludir o povo. É preciso definir, e bem, a amplitude da acção desse Estado, porque ela acarreta custos, que não serão pequenos.
A título de exemplo, seja-me permitido citar apenas duas necessidades: saúde e educação. Quando se fala de Estado Social, qual é o encargo que se pretende para o Estado: 20%, 50%, 75%, 100%? Isto é, com a saúde o Estado paga 20%, 50%, 75% ou 100% e os doentes 80%, 50%, 25% ou 0? E critério idêntico para a educação? O conhecimento dos valores é absolutamente necessário para se poder verificar se as receitas têm capacidade para aguentar tal despesa.
Quem anda por aí com a boca cheia de Estado Social já sabe por quanto ficará em Portugal a assistência médica gratuita para todos? Tal gente já procurou indagar qual o custo do ensino gratuito para todos, desde o infantário ao ensino superior? Duvido que saibam. Falam para se darem ares de entendidos ou para cativar os incautos. Porque dizer a verdade não convém. Preferem enganar e criar expectativas agradáveis no povo ingénuo, que passará a viver num sonho até que lhe é apresentada a factura. Como acontece sempre.
Se quiserem ser honestos, correctos, comecem por determinar, sem erros e ambiguidades, o custo da satisfação, pelo Estado, de cada necessidade do pacote das que entendem ser sua obrigação satisfazer. Depois comparem com o rendimento normal do Estado e ficarão habilitados a definir qual pode ser a amplitude da intervenção do Estado.
Deixem-se de falar de Estado Social antes de fazerem contas.

M. Abrantes disse...

Os silêncios de Cavaco relativamente a tudo o que possa ser polémico (geralmente tudo o que é importante pode ser polémico), colidem com a 'política de verdade' apregoada pelos seus seguidores no PSD. Não admira que a ideia 'PSD' sofra, actualmente, de descaracterização.

Tenho que concordar com o Nuno Ramos, Cavaco foi um dos responsáveis pelo vazio desta campanha.

Precisamente por ser potencialmente o melhor candidato, a campanha dependia essencialmente dele para fazer aqui a diferença.

O actual presidente, que apela à não abstenção, vai ter uma parte da responsabilidade pela mesma.

Anónimo disse...

Quem é lê e o vê.... um lobo a escrever e um cordeiro a falar....

Bartolomeu disse...

Bela alocução, caro João Gonçalves. Parabéns!

No próximo dia 12 convido-o a escutar a minha (desta em FM 94.4 a partir das 18h).

Bem-haja

Anónimo disse...

Chamar a Cavaco o candidato da direita é insultar a direita. A verdadeira direita não tem candidato,pois o seu candidato nunca votaria o casamento de seres do mesmo sexo quais bestas contra natura.

jorge disse...

Quando é que um canal TV reserva duas cadeirinhas para dois representantes do Pôvo cá do fundo (tirados á sorte),poderem dár a sua opinião. As cadeiras são sempre reservadas a dois pseudos intelectuais,um engravatádo e penteadinho outro cabelo desgrenhado,barba ou meia barba com semanas e camisa debotonáda até ao meio.---Antes de começarem a falar já se sabe quem representa qui.---Dizem todos quase a mesma coisa e náda que a plébe já não saiba.Adoptão todos um ar importante e (sabão)-O que sai da sua boca é a verdade e ponto final.QUE TRISTEZA.