23.7.10

UM INVESTIDOR "MODERNO"

Não foi no concurso da D. Maria Elisa.

10 comentários:

floribundus disse...

ouro
«a pesada herança do outro fascismo»

'a vida é nuvem que voa'
igualmente o ouro

Bic Laranja disse...

Vê o alcance? Já só falta lançar a unha ao cofre...
Cumpts.

Gulag disse...

Não roubou, nem lhe foram conhecidos "casos" ...

Anónimo disse...

Caro autor do blogue:

Gosto, particularmente, como a noticia é apresentada. Considerar Salazar como um investidor moderno, só vem provar que o mundo caminha a passos largos para uma nova "ordem mundial", onde existirá um "senhor supremo" a governar todo o mundo, escravizando as pessoas através da economia.
Convém lembrar que Salazar foi o ditador que conseguiu encher os cofres do Banco de Portugal com ouro enquanto o seu povo passava fome, tinha a maior percentagem de tuberculosos na Europa e no Mundo, tinha a maior taxa de analfabetismo na Europa, a maior taxa de mortalidade no trabalho (as pessoas eram obrigadas a trabalhar até morrerem, mesmo que doentes, por ser este o seu único meio de sustento), onde perseguiu e assassinou quem pela liberdade e democracia lutou (por não concordarem com a ditadura,com as politicas de estagnação e com as politicas de exploração do mais poderoso contra o mais fraco "patrão/trabalhador - amo/servo), etc., etc., etc.
Agora eu questiono, aos doutos que idolatram Salazar, se vivessem nestas condições referidas, onde o passar fome era uma condição para a maioria da população, verem os vossos filhos a irem para a cama de barriga vazia por não terem absolutamente nada para lhes dar de comer, se será assim tão bom olharmos para Salazar como uma referência nacional a estimar?

Maria Tuga disse...

Subscrevo totalmente o que escreveu Anónimo e acrescento que se andava descalço e miseravelmente vestidos. Nasci em 1944 e apesar de a minha familia ser remediada a minha avó comprava-me uma banana. Se Salazar tivesse investido e não amealhado, talvez Portugal não fosse o que é hoje, um dos paises mais pobres da Europa, em todos os sentidos. Não investir na educação foi o maior erro. Queria-nos pobretes e alegretes. Era um homem completamente atrasado em termos intelectuais. Tinha a mentalidade do aforrar debaixo do colchão...e era adverso a moderniçes. A mentalidade bloqueada dos Sr. da Igreja também ajudou.

Anónimo disse...

Ninguém em Portugal deseja uma ditadura, nem o mais leve questionamento das liberdades públicas. Mas também não convém esquecer que Salazar herdou porventura o maior caos nacional de todos a História de Portugal, vindo da I República e de uma guerra civil larvar. Pelo resto, a diferença entre o estado da economia do Estado Novo no consulado de Marcelo Caetano e o estado geral da economia do Portugal de hoje, é muito relevante e a favor do Estado Novo.
Sim, vivam as liberdades, mas no âmbito de um Estado pessoa de Bem e de um sistema político sério, competente e eficaz. Que é o que faz falta há muitos anos.

Jacinto disse...

A baba do Comintern ainda escorre...
Aplica-se a estafada frase de referência bourbónica - não esqueceram nada, não aprenderam nada.
Alguém os informe de que a "multinacional" já faliu há uns anos...

Anónimo disse...

Não posso entender que se refira a pobreza do povo português durante a ditadura de Salazar sem dizer também que essa pobreza era real, antiga, estrural e ENORME e foi HERDADA da 1ª República, como uma espécie de doença venéria que os jacobinos-carbonários e falsificadores republicanos se apressaram (nos livros de "história")a largar - e a pespegar ao peito do Estado Novo, como se o Estado Novo tivesse produzido mais e piores pobres. Passou-se justamente o contrário: pegou nos pobres-pobres da Monarquia-República e foi gradualmente organizando a sua pobre vida, dando-lhes um sentido e tornando-os menos pobres. O trabalho, como é óbvio, não ficou completo nem a perfeição soviético-sol-da-europa foi atingida. Para quem criou a "Caixa de Previdência" e repôs o Estado a cumprir o pagamento de reformas, seguros e pensões, Salazar está entre os melhores "gestores" que a causa-social alguma vez teve. Estes rapazes do actual "estado-social-pífio-mas-gastador-de-casino" têm um atrevimento próprio dos pulhas e dos ignorantes. É também de referir que Soares teve de desbaratar grande parte do ouro que Salazar juntou, pois a crise da altura a isso levou. Ou seja, Salazar, coitado, foi um incapaz imprudente e gastador; agora não - agora temos governos capazes, prudentes e bons gestores.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

No artigo lê-se:

Em 1974 havia 866 toneladas
Em 2010 há 362,5 toneladas

Quem foi que se abotoou com 503,5 toneladas?

Anónimo disse...

Quinhentas toneladas. É perguntar ao constante constâncio se ele achou bem vender a preço de saldo em altura de cotação num mínimo histórico. Houve um tal de Gordon Brown (3ª via unendlich) que fez o mesmo e se trilhou a sério no seu país.

«onde perseguiu e assassinou quem pela liberdade e democracia lutou (por não concordarem com a ditadura,com as politicas de estagnação e com as politicas de exploração do mais poderoso contra o mais fraco "patrão/trabalhador - amo/servo)»
Com isto já bem açoitado a priori nas mentes das cabecinhas pensadoras, assim, como é fácil para as centrais de desinformação televisiva, radiofónica, etc, criarem todo o género de manipulação emocional e o furor e a indignação geral "pró civilizacional!", pró muro de berlim, ora se o detergente Omo para a lavagem cerebral já lá está todo, é mesmo só adicionar água e está a lavagem feita. De resto, a conclusão é apenas uma, seja o professor doutor ou seja a rã sócretina a segurar a chibata, o português feliz é o português cangado e ajoelhado. Boa noite.