17.7.10

OS DONOS

O governo, mesmo ao sábado, manifestou o seu "total apoio e confiança" à administração da PT que aparentemente não se "rendeu" ao "inimigo" espanhol. A PT é um prolongamento, em versão empresarial, do regime. Isto nada tem a ver com o famoso "interesse nacional" que tanto crédulo, das esquerdas às direitas, chamou seu. Todavia, o governo limitou-se a defender o que é "seu". Seu, do Governo e do PS.

6 comentários:

Anónimo disse...

Só quem não teve de gramar, ao vivo, duas horas de sócrates com power-points é que consegue ver estes eventos nas TV's e ouvir a curta reportagem com os momentos mais "interessantes" do discurso, sem acessos de vómito. Nem eles sabem! Para mim, mesmo os militantes PS a quem o querido-líder dá a honra das suas pérolas, merecem piedade e assistência psiquiátrica pós-evento. O mesmo se passa quando sócrates visita uma instituição ou corta umas fitas. O homem é duma vacuidade e chatura totais: repetitivo, panfletário de feira, ignorante, superficial, categoricamente agressivo, arrogante, peralvilho e imbecil. Depois, todo o séquito de escravos políticos e jornalistas o seguem, como rafeiros - sendo que os mais impertinentes são postos à margem pela diligente segurança do PM (já os conheço de vista; são sempre os mesmos). Esta eloquente declaração "do total apoio e confiança" vem ao fim-de-semana, altura em que o mitómano deveria deixar em paz as pobres gentes. Mas não; também hoje lá foi impôr a sua crassa pessoa a alguém. É bem-feito se votaram nele; engulam-no.

Ass.: Besta Imunda

floribundus disse...

em 1995 o ps tocou a saque.
o rectângulo cada dia mais cheio de dívidas.
'triste país deixo ao meu filho'.
que eu saiba não tenho mais filhos nem espero netos

Anónimo disse...

O socialismo-esquemático do nacional-sousismo, aplicado ao contribuinte: "o que é teu, é meu; o que é meu, é meu."
Graças a Deus que os castelhanos da Telefónica nos deram uma trégua de Verão. Assim o socialismo (e o patriotismo) pode ir calmamente de férias - bem merecidas, aliás.

Ass.: Besta Imunda

Manuel Brás disse...

... da encrenca

Neste enredo brasileiro
com diálogos mal falados,
destaca-se o tom foleiro
de actores esfarelados.

Dessa morte comunicada,
de uma oferta de milhões,
uma empresa encrencada
continuará aos trambolhões!

Daniel disse...

Foi o PS que "institiu" a ideia de considerar a "Res Publica" propriedade pessoal de um partido e da sua nomenklatura, daí a necessidade de ter na mão, e de não abdicar da sua posse, um sector chave da economia como é o caso da PT, que serve como "agência de empregos" para a mesma nomenklatura. Este Governo destrói a ideia de profissionalismo e mérito na "Res Publica".

Joel Galvão disse...

Não percebo a pertinência do post... Deve ser do hábito. Qual é a anormalidade da declaração? O Estado Português não é accionista?