2.6.10

CÃES NÃO COMO NÓS


Tinha medo do trânsito mas percorreu quinze quilómetros de estradas, cheias dele, para regressar a casa. Não se fazem animais de duas patas, ditos inteligentes e "afectivos", como estes com tanta humanidade e lealdade dentro. Cães não como nós.

20 comentários:

Maria Tuga disse...

Há por aí alguns que deviam desaparecer e nunca mais regressar.

Anónimo disse...

Sim, estes são amigos. Grande parte dos outros são uma "câzoada", como se diz na minha terra.

Júlia disse...

Você é que me saiu um grande cachorro, seu maroto.

Anónimo disse...

Este bravo animal tem valor, coragem, inteligência, norte, memória, resistência, coerência, amor para dar e princípios. Tudo coisas que a malta que depôs nas várias comissões nunca teve. A não ser a fidelidade. A fidelidade aos seus bolsinhos e às suas manobrazinhas, encomendadas pelos seus chefezinhos. Depois de se imaginar o que em escuros e sinistros laboratórios se faz a cães, gatos, coelhos, ratos, ovelhas, vitelos, leitões e outras pobres vítimas inocentes, dever-se-ia legislar no sentido de passar já à experimentação laboratorial em humanos. E as primeiras cobaias poderiam ser seleccionadas entre deputados, gestores e autarcas, ou então apanhadas numa qualquer praia ao meio-dia de 15 de Agosto.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Ontem à tarde na CRIL, zona de Alfragide, o transito era intenso e a alta velocidade.
Um gatinho escanzelado, com o rabo espetado, atravessava pé ante pé, as quatro ou cinco faixas.
Os carros desviavam-se à justa.
Ainda o vi, no retrovisor, um TIR enorme a passar-lhe por cima, sem o molestar.
Lembrei-me de Portugal, entregue a bandalhos, a tentar atravessar a crise do capital, à sorte.
Como será que vamos chegar ao outro lado?

Karocha disse...

Conheço uma história parecida JG.
Ia de S. João do Estoril a caminho de casa em Areia!

Ana Gabriela disse...

João, se me permite uma curiosidade: esta sua decepção em relação à espécie humana, é só porque alguns de nós nos atrevemos a querer reflectir sobre o pragmatismo político do actual Presidente?

"Lealdade canina" é uma qualidade que deveríamos cultivar? A quê? Ao regime?, à "so called" democracia? à direita caladinha e refém de uma reeleição presidencial?

E "afecto"? A quê?
De resto, "afecto" e "lealdade" foram coisas que os cidadãos não sentiram do actual Presidente. A não ser os que se contentam com pouco, os que já se habituaram a ser ignorados e desprezados.
Mas concordo consigo: tudo isto é uma tristeza.
Ana

Anónimo disse...

Seu maroto.

Lura do Grilo disse...

Já eu tenho no quintal do vizinho um ouriço que me entra pelo portão e que o cão não tolera. Levanto-me às quatro da manhã, ponho o bicho no local de origem e passado dois dias repito a dose.

Alves Pimenta disse...

A Judite Sousa está a entrevistar o Alegre na RTP, tratando-o repetidamente por "dr.".
É impossível que a alegada jornalista não saiba que Alegre nem sequer é licenciado.
E choca que o visado não tenha o decoro de rejeitar o tratamento, que sabe não lhe ser devido.
Uma vergonha.

João Gonçalves disse...

A 1ª parte do seu comentário, Ana Gabriela, não merece qualquer xcomentário. Lamento-a apenas.

Anónimo disse...

como sempre a D. Karocha surgiu,escreveu, mas não passa do conjunto vazio.

Anónimo disse...

Já tá na altura de arranjar nova geração canina...

bA disse...

Cães não como nós, seguramente! Gostei muito deste seu "post". Com o verão à porta, a triste realidade vai uma vez mais comprovar quão superiores nos são em lealdade.

Karocha disse...

Anónimo
Vá-se catar!
Irra que é burro e Anónimo para variar.

Garganta Funda... disse...

Sou um grande defensor dos animais.

Sou contra as touradas que uma turma de saloios bárbaros e marialvas persiste em realizar.

Duns «corajosos de merda», com aquelas roupinhas apertadas enfiadas pelo cú acima, não se espera grande coisa para um país que ser quer decente e civilizado.

Gosto em especial dos nossos amigos caninos.

Durante três anos tratei e alberguei um cão rafeiro que encontrei à minha porta.

Quando ele morreu o ano passado chorei como dum familiar meu se tratasse.

Alguém disse que se conhece um país pela forma como se trata os animais, e infelizmente, Portugal e principalmente os portugueses ainda estão muito longe de atingirem o grau de civilização que se exige.

Andam equipados com telemóveis, ipods, notbooks, mp3,etc, mas continuam brutalizados e indiferentes à má sorte de milhares de animais que vagueiam doentes e maltratados por essas cidades e vilas.

José Domingos disse...

Os meus grandes Amigos, os companheiros bichitos.
Tão mal tratados, nesta pocilga, que já foi um país.

Ana Gabriela disse...

João, li e reli a 1ª parte do meu comentário à procura desse tom grave que lhe confere. Falta-lhe lá um "smile", no final da frase. Nunca aderi ao "smile", e talvez por isso seja por vezes mal-interpretada...
Posso até ser uma grande chata, mas nunca sou ofensiva, pelo menos consciente ou deliberadamente.
Um bom Feriado e que surjam mais razões para sorrir do que para lamentar...
Ana

Anónimo disse...

D KAROCHA:
JÁ PENSOU EM QUE POSSA HAVER MAIS DO QUE UM ÚNICO ANÓNIMO A ADORAR OS SEUS BRILHANTES RACIOCINIOS?

Karocha disse...

Vá -se catar!!!