23.6.10

A MODA ÚNICA


Proibir o uso da "burca" é tão estúpido como vetar crucifixos em escolas ou hospitais. Aliás, são "ideias" comuns aos mesmos dominantes estafermos da correcção, à esquerda e à direita.

16 comentários:

floribundus disse...

o socialismo realiza-se plenamente no dia em que todos usarem a fardeta da miséria.

não há direito à diferença.

S.C. disse...

Não estará a ignorar o simples facto de a burka impedir que se identifique quem a usa, já para nem pensar no que pode esconder-se debaixo dela? Não será essa a razão que leva um governo dito progressista a tomar uma medida destas, nada popular entre as gentes de esquerda?!

João Gonçalves disse...

Isso também um belo vestido Prada pode fazer. A "medida" é comum à França (gov. de direita embora o conselho de estado já tenha dito que é ilegal) e à Espanha (de gov. socialista embora a proposta mais radical viesse do PP). Não podemos viver nesta obsessão pelo medo do medo. Eu pelo menos não gosto.

Anónimo disse...

Não concordo. Crucifixos e burcas não são só uma questão religiosa. São uma questão cultural e por isso social. Quero manter os meus crucifixos, a minha história, a minha eventual religião - mas não quero que, na minha terra, me impinjam o contacto forçado, em lugares públicos, no banco ou no metro, com tipas e tipos escondidos dentro de uma máscara. Até os rapazes da Telepizza levantam viseiras e capacetes. E se não o fazem devem fazê-lo. Os chimpanzés reconhecem-se pelo rosto. E nós também. A nossas fuças são parte das imagens de que tanto gostamos e que fizeram a glória do Ocidente.

Ass.: Besta Imunda

Alex disse...

Não, não e não à burca! Da mesma forma que é “não” a andar-se nu na via pública!

João Gonçalves disse...

Mas, Alex, alguém a obriga a andar de burca ou nua?

António Viriato disse...

Discordo. A burca é um atentado à nossa civilização.

Não andamos nus em público, nem devemos andar escondidos debaixo de roupas ou de vestidos que ocultam totalmente a nossa identidade.

Além de que, no caso, se trata de uma forma odiosa de subjugação da mulher, contrária à nossa mentalidade de cidadãos livres, formados na cultura ocidental de inspiração cristã.

Alex disse...

Pelo que entendi o João não concorda com a proibição do uso da burca. Eu defendo essa proibição. Tal como defendo a proibição do nudismo em público.

Marota disse...

Desejo um Portugal livre de Burcas e com crucifixos nas escolas. Parabéns pela nova aparência aqui neste blog. Cumps e um dia bom.

Anónimo disse...

Em vez das imagens de Sena, das ministras, das escritoras, dos actores políticos etc, este blog - com burcas - seria simultaneamente duma bizarria (própria de academias de luta-livre mexicana) e duma monotonia totais. Imagens.
Não sei como é que a esquerda parvinha do BE e outros babosos "dos direitos" não apareceram já com o direito "à não-imagem". Existem indústrias para tudo.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Este saco de batatas absolutamente ridículo devia ser proibido em todo o mundo. Trata-se de um sinal claro de menoridade mental de quem defende o uso de tal trapo. Além de absolutamente incómodo, deve ser de higiene muito duvidosa... E incentiva a fraude: não se vê o que se "compra".

Além disso, se as mulheres ocidentais têm que usar tais coisas horrorosas quando vão às zonas omde ainda reina o obscurantismo muçulmano, nós não somos obrigados a tolerar esta palhaçada.

PC

Anónimo disse...

Do mesmo modo que as mulheres ocidentais são obrigadas aos usos e costumes nos países muçulmanos, também defendo que as muçulmanas se devem submeter aos costumes ocidentais, quando estão no ocidente.
Lógicamente
Cps
Scaramouche

Anónimo disse...

A Burka encerra uma prepotência e subjugação da mulher ao homem. Sabe o João que têm sido reportados em Espanha muitos casos em que as mulheres querem sair à rua sem Burka e os maridos e pais não deixam?

Sabe o João que uma mulher muçulmana grávida foi espancada ferozmente à porta de um centro de saúde em Espanha por não levar véu vindo a perder a criança?

Não compare uma questão de igualdade (perante Deus e perante os homens) entre dois seres humanos com outra qualquer.

Anónimo disse...

O JG tem direito à opinião. Até porque este blog é seu. Agora, confundir o uso da burka com direitos da mulher ou vestidos Prada é obra! O direito a usar burka é um direito do homem - pai ou marido, e ao contrário do que diz as mulheres são obrigadas a usá-la.

Joaquim Amado Lopes disse...

João,
A burka é símbolo de que religião?

E, mesmo que seja símbolo de alguma religião (que não é), levantam-se as questões da segurança e da identificação.
Quem usa burka recusar-se-á naturalmente a mostrar o rosto quando:
- levantar dinheiro num banco;
- levantar uma carta registada;
- fôr interpelada por uma autoridade (operação stop, p.e.);
- ...

Como deverão proceder os interlocutores nessas situações?

O João sabe que há (no Reino Unido, p.e.) regras de higiene hospitalar de que determinadas pessoas estão isentas pela única e exclusiva razão de que professam uma "religião" incompatível com essas regras?
Nâo faria muito mais sentido que quem assume imposições incompatíveis com as regras de determinadas profissões não as pudesse seguir?

Da mesma forma, não fará mais sentido que quem quer usar burka em público não vá viver para países com cuja cultura esse "costume" é incompatível?

Estúpido? Só mesmo a aceitação acrítica de costumes como o uso da burka.

Marota disse...

>Como deverão proceder os interlocutores nessas situações?<

Como?

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