25.6.10

A VELADORA DO ESQUELETO CULTURAL


A mulher desta entrevista é a mesma desta? Apesar do desdém que revela pelos "administrativos" (sic) lá pelo meio, Canavilhas, afinal, é mais uma "visionária", inconsequente e burocratizada, que o ministério da Ajuda acolheu sob a tutela de Sócrates. «Esta é a altura em que temos que parar para pensar. Perceber, por exemplo, de que forma podemos preparar o terreno, para, quando a crise for ultrapassada, termos um esqueleto cultural com capacidade de ser mais perene e fundamentado.», debitou a pobrezinha. Canavilhas está apenas, como o seu querido líder, à espera que o tempo passe. E depressa. Foi o que ela quis dizer.

11 comentários:

Anónimo disse...

A senhora percebe - definitivamente - de cadáveres, esqueletos e transladações. As suas capacidades foram recentemente postas à prova. E saiu-se muito bem. É o cangalhismo koltural da ceráfica-intelectual. Julgo que também tem capacidades de maquilhar mortos. Mas devia era especializar-se em maquilhar zombies; não teria mãos a medir.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Esta Senhora que tão eficientemente coadjuvou os gatos-pingados no funeral de Saramago, tal como este, é uma pessoa cheia de certezas. Coitados dos que atingem este estado: nada mais há a fazer por eles.

Anónimo disse...

Mas atenção! Nunca recebeu subsídios. Nem de refeição.

Daniel disse...

"afinal, é mais uma visionária"...
Mas alguma vezes existiu a ilusão de que a Ministra não o fosse?
Sempre foi herdeira "cultural" da doutrina de Jdanov e de Gramsci, pronta a elogiar os subsídio-dependentes quando estes bajulam o poder político do qual esta Senhora (não estou a ser irónico nem com segundas intenções ao utilizar a designação) é representante. A Ministra revela uma "arquitectura mental" adequada um sistema totalitário.

Anónimo disse...

Fica catita e misteriosa assim cortadinha às fatias. Pensa que vai ter mais dinheiro para o ano, coitada!

Trata-se de uma figura decorativa.

Anónimo disse...

A vantagem da Canavilhas é que ao menos esta sabe tocar bem piano, portanto, apesar de tudo, ainda tem algo que se aproveite, ao contrário do simulacro de engenheiro, que só não é completamente inútil porque serve de mau exemplo!
TCN

Garganta Funda disse...

Um grande equívoco, muito alimentado pela pretensa «inteligentzia» portuguesa, resulta da convicção que o Ministério da Cultura, isto é, o Governo da Nação, tem obrigação de «produzir» e «sustentar» a Cultura.

Na Cultura, como de resto em muitas áreas, quanto menos o Governo «intervir» melhor para aquela.

O Governo só deve administrar as estruturas públicas ligadas a este sector e zelar pela herança cultural do país com parcimónia e sem espalhafato.

Ainda hoje o «Público» noticia que «artistas independentes são quem mais vai sofrer com os cortes».

Acho bem. Esses «artistas» são tudo menos «independentes»...

São sim, mas dependentes da teta pública, e basta ver a «obra» que produzem para que não tenhamos dúvidas quanto a esses cortes.

Mas há por aí uns «intelectuais da treta», especialiazados em sacar dinheiro do erário público e que acham que têm o direito divino de viverem à custa dos trolhas e dos tótos dos contribuintes.

De facto, «vacas sagradas» é na Indía...

Anónimo disse...

Não é a única. Deve ser, a par das suas capacidades no domínio do piano, uma das qualidades da sra. ministra. Triste é que uma pessoa capaz de ler, interpretar e comover-se com a música de Schubert - presumo que a consegue tocar - seja um servil capacho de sócrates, promotora de ideias banalizadoras da cultura, e que até consiga falar e interagir com ele mais do que uns minutos. Deve estar tolinha de imbecilidade incontrolável e cerafismo mental. Lamento profundamente.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Uma coisa que a passagem para o céu-dos-comunistas (onde se sentam vários camaradas) de saramago veio revelar, é a falta de uma capela oficial para ateus.
Ateus, comunistas cumpridores, pedreiros, calceteiros, aventaleiros, anti-fascistas, progressistas e psicólogas deviam ter uma capela mortuária com símbolos amovíveis: ganchinhos para pendurar esquadros-e-"G's de gnose", foices-e-martelos, punhozinhos-fechados, barretes-frígios, "Ézinhos de Euro", borrachas-de-desentopir, ou simplesmente nada. E campos-santos para pessoas santas não-santas. A sra. ministra devia já promover o seu projecto e construção. A calhar.

Ass.: Besta Imunda

M. Abrantes disse...

Esta ministra é uma mulher muito jeitosa. Pode ser que o Berlusconi pague a cláusula de rescisão e a leve para Itália.

Mani Pulite disse...

DE AFAGAR PIANOS PASSOU AO AFAGAMENTO DAS RASPAS DO ORÇAMENTO.