12.6.10

PEQUENINOS E A BOA DISTÂNCIA

Medeiros Ferreira em Joanesburgo com a bola. Depois da derradeira passagem pela SICN, MF tem direito a tudo, mesmo a fraquezas destas. Uma amiga diz-me que conhecidos meus passaram ontem pelo "Expresso da meia-noite" para falar da bola. Pelo menos um editor de livros e a sua proto-escritora de "romances". Vale tudo neste festim de mediocridade geral. Portugal, visto daqui, de Paris - a boa distância, como titula Manuel Maria Carrilho os seus artigos - ainda parece mais pequenino.

7 comentários:

Karocha disse...

Foi sim JG!
Mudei logo de canal.

Anónimo disse...

Meu caro João:

(Pergunta) MORTAL.

A

Rui

Garganta Funda... disse...

Ultimamente o Dr.João Gonçalves anda muito azedo e irritado com os açorianos, inclusivé com o seu ilustre amigo, o Dr. Medeiros Ferreira, que como se sabe é um fanático da «bola».

Há pouco a RTP também noticiou que outro açoriano, o Pedro Pauleta, o tal que marcou mais golos pela seleccção portuguesa do que o próprio Eusébio, também rumou a Joannesburgo com vista apoiar a selecção tuga, mais conhecida nas tascas nacionais pelos «Bifana/Bifana»...

(Uma coisa que me surpreendeu foi a celeridade da justiça sul-africana que em quatro/cinco dias prendeu, julgou e condenou a 15 anos de prisão (!!!) os meliantes que roubaram os gravadores dos jornalistas.
Entretanto em Portugal, não só os tais outros «gravadores» foram roubados como até já não se sabe do paradeiro deles mesmo quando «devolvidos» pelo inenarrável (e açoriano!) deputado RR à «justiça» portuguesa...)

Anónimo disse...

Mais do que o povo, embrutecido e drogado no futebol, os políticos merecem que a selecção nacional perca já de seguida dois jogos. E que se voltasse depressa às deprimentes - mas muitas vezes verdadeiras - notícias sobre a economia e sobre a finança. Para ver se acordam e se trabalham alguma coisita. Que isto de gamar no repouso e na ociosidade tranquila dos gabinetes, já devia ter acabado. Com prisão e chibatadas.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

É exactamente essa a sensação que tenho quando regresso a Portugal: a pequenez. Da largura das faxas de rodagem às notícias que escutamos nos noticiários, é tudo pequenino. E a pequenez maior ainda é a que trazemos dentro de nós.

Anónimo disse...

Manuel Maria Carrilho tem sido neste blog muito elogiado. Embora intelectualmente se distinga pelos seus comentários sem preconceitos filosóficos, o facto de estar, creio eu, em Paris, não o iliba dos desvarios dos seus correligionários políticos, sendo portanto farinha do mesmo saco, e co-responsável pela pequenez do país.
Medeiros Ferreira, como sempre, é o opinador de serviço, misturando política com futebol até mais não, o que interessa é mesmo entreter o pagode, dando-lhe doses maciças de
palavreado oco, tácticas "futebuleiras" com ar aparentemente sério para não defraudar o telespectador. Resumindo e concluindo, espero que para bem da sanidade pública, a selecção do sr. Queiroz, retorne o mais depressa a casa.
Cps
Scaramouche

Alex disse...

Nem tudo é pequeno no português. O seu coração é grande. Nele co-existem a vontade de trabalhar, a vontade de nada fazer, a corrupção e a honestidade, a religiosidade, o amor pelo futebol (que em nada insulta a sua inteligência), o amor pelas artes, pelo belo canto e outros tantos e grandes sentimentos que fazem do português uma espécie única!