23.2.10

SINAIS DE FOGO


Pobre Jorge de Sena de facto tão pobremente lembrado.

5 comentários:

radical livre disse...

ao contrário dos saudosistas e nostálgicos que nunca estão bem onde estão, sinto-me bem fora e desejaria nunca ter voltado.
a minha pátria é o lugar onde vivo.

sobre o assunto anterior não posso contar cenas tristes de intriga sem por em causa pessoa amiga do Pe M. Antunes (SJ).
um dia a Senhora chorava convulsivamente junto de mim na BNP e o pessoal que passava pensava que eu, "desilustre" desconhecido, era o causador das lágrimas .

vou reler loca infecta

Garganta Funda... disse...

De facto aquela «entrevista» foi uma autêntica opera bufa.

O MST, habituado aos ambientes hostis das selvas e das savanas, não conseguiu dominar o «animal feroz».

E o pior é que o «animal feroz» debitou barbaridades e banalidades com uma densidade/velocidade dignas do livro de recordes do Guiness.

O «animal» até demonstrou, de forma espúria e cabotina, a «teoria geral da economia» do Keynes!

Ou o MST estava com alguns "traçados" a mais ou quis alinhar voluntáriamente naquela paródia...

Fado Alexandrino disse...

Foi um flop total quer o programa quer a entrevista.
Como já disse para se safar entreviste o senhor Jorge Nuno Pinto da Costa que estará mais entre os seus.
Já agora "Guinness" escreve-se assim e bebe-se ainda melhor.

Anónimo disse...

Sinais de Fogo ?
Quando muito, seriam sinais de fumo a fazer lembrar os filmes de índios, quando os chefes de tribo se sentavam, fumando o cachimbo da paz.
MST concerteza estava com uma grande ressaca, ou devia faltar-lhe
o tabaquinho para acender o dito cachimbo.
Pareciam duas velhas senhoras reunidas para o seu chá das cinco.
Cps
S.Guimarães

velyn disse...

MST, filho de uma grande poetisa, escreveu uma vez que o menino de ouro é o melhor 1º ministro que Portugal já teve (não posso precisar a partir de que data, mas presumo que no seu fervor borracho tivesse incluído o Marquês de Pombal). Toda a gente conhece e testemunha a admirável isenção com que MST fala do FCP. Portanto, ninguém pode estranhar que o menino de oiro tenha querido utilizar a fama (a meu ver mais que injustificada) que
o filho da poetisa tem de ser um entrevistador
'difícil' para tentar branquear a coisa. O gordo do Costa já se saiu com a deixa. Até porque a lavadeira de serviço (Judite de Sousa) já tá um bocado (grande) desgastada.