«Quando nos cruzamos com um ex-amigo e não nos cumprimentamos, pesa no coração o logro que é a fraternidade.»
Pedro Mexia, Público
«Eu queria outro país, outro lugar/(...) Ainda que me digam/que vivemos em democracia eu digo/que não sei.» Joaquim Manuel Magalhães joaogoncalv@gmail.com
5 comentários:
Sim senhor esta do Mexia está, por assim dizer, profunda.
sou uma das vitimas da fraternidade.
hoje, depois de roubado pelos "amigos" só tenho "conhecidos e de fresca data".
é o socialismo que temos
neste estado de direita
PQP
radical livre
A propósito de cumprimentos na rua, aqui fica esta:
«Um chato é alguém que julga que "Como vai?" é uma pergunta»
E eu que pensava que o Pedro não Mexia.
Cá por mim pode ficar bem quieto, e nem precisa de me falar.
A Fraternedade não é logro nenhum! Existe! Não se dá é bem com a hipocrisia, o cinismo, a vassalagem, a ferida demorada. A fraternidade só existe onde há saúde.
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