7.6.11

UM SINAL DE CIVILIZAÇÃO


Assisti ontem, pela primeira vez, a umas provas de doutoramento, no caso, de sociologia. De lá saiu, com um antigo "muito bom com distinção", o O

3 comentários:

Anónimo disse...

Gostava que Pacheco fosse vivo; e que, a par da sua descrição da 'hora da higiéne no lar, feita pelas cachopas', falasse do PS, dos políticos e de sócrates. E que junto com Medina Carreira no mesmo estúdio, caracterizassem o Portugal actual, a sociedadezinha e os seus 'tipos'. Pacheco, mais sobre escritores-ao-metro e Canavilhas; Medina, mais sobre os rapazes das secretarias, das leis e das finanças. Enfim, o País.

Ass.: Besta Imunda

Cáustico disse...

Neste país, quando alguém ousa dizer a verdade, quando proclama que o rei vai nu, mesmo que o rei não tenha apelo algum para a sua nudez, é pura e simplesmente ostracisado.
A sociedade prefere ocultar, hipocritamente, o seu conhecimento do curriculo de certa gente.

Carlos Azevedo disse...

Conversei com o João Pedro George apenas uma vez, numa comunidade de leitores em que ele era convidado, mas gostei do que ouvi; e gostei (gosto) do livro que menciona, bem como de outro, em que "malha" forte e feio em alguns escritores portugueses que são tidos por excelentes. E, sim, Luíz Pacheco faz muita falta, tal como, por exemplo, Natália Correia -- e até, chegados a este ponto, alguém como Vera Lagoa.