15.5.10

OS ROBIN DOS BOSQUES INVERTIDOS

O anafado Costa, conhecido benfiquista e comentador da SICN, nas horas vagas edil de Lisboa, amuou por causa da alegada suspensão da terceira ponte sobre o Tejo. E foi amuar para dentro do partido que partilha com o querido líder e com o CEO da Mota Engil, o fatal dr. Coelho. Coincidência ou não, parece que, em menos de uma semana, a dita ponte passou de suspensa para "a construir". Dizem que com os fundos que não vão para a meia-dose do TGV. E tudo isto acontece quando pedem "esforços patrióticos" aos outros. É escusado dizer onde é que devem meter os "esforços".

14 comentários:

Mani Pulite disse...

ENTÃO O PPC-PATETA PATÉTICO COELHO Jr. NÃO ROMPE DE IMEDIATO O ACORDO QUE FEZ COM O SÓCRETINO?PEDINDO-LHE DESCULPAS,CLARO.

Anónimo disse...

Não sejam ingénuos. O Governo quer deitar abaixo o concurso actual para a 3ª travessia porque serão os espanhóis quem está prestes a ganhá-lo, se avançar este concurso. Se ele for abortado e se fizer um novo, criar-se-ão as condições necessárias para que uma empresa portuguesa o ganhe. O que não é mau de todo para o país.

Anónimo disse...

Se isso se verificar, então é uma vergonha.

Anónimo disse...

Este "amonino" das 10:07 diz para não sermos "eugénios"... "Eugénio" é ele, para não dizer que é burro. Esta coisa do TGV ainda vai dar mais molho. Se calhar é melhor dar as indemnizações à horripilante empresa do coelhone e não construir uma coisa que vai dar prejuízo para sempre... Não é só o custo!

Quanto ao esforço patriótico... o insuportável trambiqueiro já cita Os Lusíadas, com "esta é a ditosa Pátria...". Alguém que lhe parta os dentes todos!

PC

Garganta Funda... disse...

Cá para mim, e com o devido respeito para com o auditório, essa canalha bem pode meter esses «esforços patrióticos» no cú...

Karocha disse...

Não quis chegar a tanto Garganta Funda!!!

carol disse...

Ó PC (salvo seja!) e a si também...

Anónimo disse...

Esses "esforços"... com jeitinho também lá podem ficar o TGV e TTT

Anónimo disse...

Os escreventes neste Blog só podem fazer, com muito muito esforço, uma pálida ideia do poder dos mottas-e-companhias, dos seus lacaios-coelhos; e mesmo as cifras em jogo - e são astronómicas - só adequirem algum significado fazendo umas contazitas de dividir...E não é só a 3ª travessia. Mais uma vez: além de brochelas e dos países-do-eixo, quem comanda as marionetas Socras & Edil são uns cavalheiros das sombras, que têm nódoas nas gravatas e catam películas nos dentes, entre um arroto e um visque.

Ass.: Besta Imunda

floribundus disse...

para descomprimir e soltar a válvula de segurança da panela de pressão
hoje escrevi sobre ballet

Anónimo disse...

Não sou fã da terceira ponte e muito menos do aeroporto mas achei graça ao presidente Rui Rio zangado por todo o país ir ter de pagar a dita ponte para os lisboetas.

Estamos sempre a ver o norte exigir que não lhes metam lá portagens o que obviamente também terá consequência sobre os impostos de todos os portugueses (bem, pelo menos dos que os pagam: excluo pois a banca e os gestores).

Não daria para deixarem de usar argumentos de canalhas egoístas quando querem exigir infraestruturas a que se sentem com legítimo direito?

Marota disse...

Anónimo 10:24h se vivesse em Portugal já tinha perdido a vergonha há muito tempo - Só de ler as coisas que por aí acontecem, já a ando a perder.

Anónimo disse...

«PC» das «10.24», vamos por etapas:

1. chamar burro a quem não conhece é, no mínimo, manifesta falta de educação;

2. chamar burro a quem não conhece e que, pode assegurar-lho, sabe mais deste assunto a dormir que o sr a ler os jornalitos todos, é menifesta falta de capacidade de discernimento;

3. portanto, chamar burro a alguém pode vir a revelar-se uma grave ingenuidade sobretudo porque não estavam em causa, no meu comentário, a utilidade ou sequer o «eventual» benefício da obra mas sim aspectos político-processuais relativos a um concurso.

Anónimo disse...

O que não é mau de todo para o país.
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Não fosse o caso da proposta dessa empresa portuguesa ser a Mota-Engil com Banco BES, e o custo ser de 300 milhões de euros mais cara que a dos espanhóis.

O seu patriotismo emociona-me.