11.3.09

PARA RIR

Carlos Candal, um homem mundialmente conhecido pelo fino trato e pela esmerada educação, veio secundar o sr. Lello contra o bardo Alegre. Mas foi mais longe. Quer um processo disciplinar e um "chuto" (sic) presume-se dado no traseiro do dito. O PS devia rever o sentido de oportunidade destes seus novos porta-vozes. É que às boquinhas patéticas do oficial, o dr. Canas, ninguém presta a menor atenção. A estes patuscos, até pela boçalidade revelada, já se concede alguma escuta. Nem que seja para rir.

8 comentários:

Anónimo disse...

Vá rindo enquanto dá para isso. Estes sejeitos parecem ter dupla personalidade, da perigosa.

Nuno Castelo-Branco disse...

Esse badameco esCandal é um dos sobreviventes da Formiga Branca do Costa, ou o quê? Rasca, provocador, sem qualquer interesse, é dos tais que "vai estando". Percebemos... Deve usar o avental fora da cozinha. certamente.

Renato Pedro Milheiro disse...

Há quem tivesse dito, numa reportagem televisiva, que as ditas afirmações são sinal de "frontalidade"!
Frontalidade?!...

LUIS BARATA disse...

Candal pai, igual a si mesmo, ressuscitou para malhar no camarada Alegre.
Sobre o estado da nação, nada. Sintomático.

Miguel Neto disse...

Pois eu não concordo. A estes patuscos, pela boçalidade revelada, não se deve conceder qualquer escuta. Não se pode perder tempo com gente dessa. É dar importância a quem não a tem (ou a quem não a deveria ter). Por mim, sempre que botasse faladura, passava o tempo a falar sozinho. E em três tempos desaparecia de cena.

Carlos Azevedo disse...

É por estas e por outras que não percebo o caso nacional em que se quis transformar o insulto que o deputado do PSD (não recordo o nome) lançou ao Candal Filho. Não me parece que, com o pai que teve (e tem), o calão popular tenha sido um choque (ou sequer uma novidade)…

Nuno Castelo-Branco disse...

É o Candal pai, o Candal filho; é o Soares pai e o Soares filho; é o Cravinho pai e o Cravinho filho... só para dizer alguns. E dizem eles mal da monarquia!

Miguel Neto disse...

Compreendo e subscrevo o que diz o Nuno Castelo-Branco, apenas acrescentando que isso, por si só, não me incomodaria se esses "herdeiros" tivessem qualidades e mérito reconhecido. Não sendo o caso ...