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14.6.11

O FATAL LELLO


Lello - uma sumidade nacional em emigração e política internacional e distinto apoiante do dr. Assis - decidiu dar um ar da sua gracinha por causa de uns quantos votos vindos do Brasil. A coisa é tão ridícula que até Lacão o desautorizou. Não haverá nenhum curso lá fora que o entusiasme? Até mesmo a antiga 4ª classe?

O FATAL LELLO


Lello - uma sumidade nacional em emigração e política internacional e distinto apoiante do dr. Assis - decidiu dar um ar da sua gracinha por causa de uns quantos votos vindos do Brasil. A coisa é tão ridícula que até Lacão o desautorizou. Não haverá nenhum curso lá fora que o entusiasme? Até mesmo a antiga 4ª classe?

26.4.11

DEFICIENTEMENTE DEPUTADO


Uma nação que elege deputados deste jaez ordinário tem tudo o que merece.

DEFICIENTEMENTE DEPUTADO


Uma nação que elege deputados deste jaez ordinário tem tudo o que merece.

29.5.09

IRRECOMENDÁVEIS

Lello - sempre essa patética figura que passou de "gamista" entusiasmado a "socrático" primitivo - atacou a sua camarada Maria de Belém por esta ter criticado isto, salientando, enquanto sua presidente, o papel positivo do PSD na comissão de inquérito sobre a "roubalheira". Sucede que foi o partido dele e do candidato Vital quem nacionalizou a "roubalheira", ou seja, quem colocou os contribuintes a subsidiar uma trapalhada privada, de cariz policial, cujos contornos totais ainda estão por apurar. Lello é uma espécie de Ana Gomes de fato e gravata. Ambos irrecomendáveis.

IRRECOMENDÁVEIS

Lello - sempre essa patética figura que passou de "gamista" entusiasmado a "socrático" primitivo - atacou a sua camarada Maria de Belém por esta ter criticado isto, salientando, enquanto sua presidente, o papel positivo do PSD na comissão de inquérito sobre a "roubalheira". Sucede que foi o partido dele e do candidato Vital quem nacionalizou a "roubalheira", ou seja, quem colocou os contribuintes a subsidiar uma trapalhada privada, de cariz policial, cujos contornos totais ainda estão por apurar. Lello é uma espécie de Ana Gomes de fato e gravata. Ambos irrecomendáveis.

11.3.09

PARA RIR

Carlos Candal, um homem mundialmente conhecido pelo fino trato e pela esmerada educação, veio secundar o sr. Lello contra o bardo Alegre. Mas foi mais longe. Quer um processo disciplinar e um "chuto" (sic) presume-se dado no traseiro do dito. O PS devia rever o sentido de oportunidade destes seus novos porta-vozes. É que às boquinhas patéticas do oficial, o dr. Canas, ninguém presta a menor atenção. A estes patuscos, até pela boçalidade revelada, já se concede alguma escuta. Nem que seja para rir.

PARA RIR

Carlos Candal, um homem mundialmente conhecido pelo fino trato e pela esmerada educação, veio secundar o sr. Lello contra o bardo Alegre. Mas foi mais longe. Quer um processo disciplinar e um "chuto" (sic) presume-se dado no traseiro do dito. O PS devia rever o sentido de oportunidade destes seus novos porta-vozes. É que às boquinhas patéticas do oficial, o dr. Canas, ninguém presta a menor atenção. A estes patuscos, até pela boçalidade revelada, já se concede alguma escuta. Nem que seja para rir.

8.3.09

O PS

Infelizmente o PS de hoje é isto. Lello, aliás, nem sequer chega a ter a dignidade do mastim, um animal que não abdica da sua própria nobreza apesar da extrema fidelidade ao dono. Não. Lello consegue sempre surpreender-nos, como mais um porta-voz ao serviço do proprietário, com a sua incontinente vulgaridade. É por isso que é "qualquer coisa" nas "relações internacionais" do partido. Como é que um partido com pergaminhos nessa matéria, logo desde o 1º governo constitucional, aceita ser representado lá fora por um Lello? Não aprecio Alegre mas Alegre, perto de gente desta laia, agiganta-se.

O PS

Infelizmente o PS de hoje é isto. Lello, aliás, nem sequer chega a ter a dignidade do mastim, um animal que não abdica da sua própria nobreza apesar da extrema fidelidade ao dono. Não. Lello consegue sempre surpreender-nos, como mais um porta-voz ao serviço do proprietário, com a sua incontinente vulgaridade. É por isso que é "qualquer coisa" nas "relações internacionais" do partido. Como é que um partido com pergaminhos nessa matéria, logo desde o 1º governo constitucional, aceita ser representado lá fora por um Lello? Não aprecio Alegre mas Alegre, perto de gente desta laia, agiganta-se.

27.11.08

LELLO, UM IAGO DE PROVÍNCIA

«Se num primeiro momento houve quem visse no BPN uma espécie de Casa Pia do PSD, há agora quem, através dos Dias Loureiros de serviço, pretenda traçar o epitáfio do cavaquismo, colando o actual Presidente da República a uma "história de polícia" que, em última análise, traria à luz do dia o reverso do seu sucesso como primeiro-ministro. Esta subtil tese esconde, no entanto, objectivos bastante mais comezinhos, ocultando essencialmente a necessidade de fragilizar a única figura de Estado que goza de algum prestígio. Não por acaso, ainda esta semana, o dr. Lello, esse maître à penser do primeiro-ministro, se sentiu obrigado a negar a participação do PS na campanha de rumores e de insinuações que foi criada à volta do prof. Cavaco Silva. E por que haveria o PS de estar envolvido numa campanha destas? Para disfarçar a incompetência do seu governador do Banco de Portugal, que se considera alvo de um "linchamento público" só porque não foi capaz de exercer as suas funções? Para desviar as atenções dos péssimos resultados da sua política? Para que não se saiba que o fabuloso Teixeira dos Santos foi considerado o pior ministro das Finanças da Europa pelo Financial Times? Para silenciar a crise na Educação e os protestos dos professores? Ou, voltando ao princípio, para fragilizar uma das poucas vozes deste país que o Governo não consegue controlar? Se a resposta não fosse óbvia, o dr. Lello não se teria sentido obrigado a desmenti-la. Há desmentidos que se desmentem a si próprios.»

Constança Cunha e Sá, Público

LELLO, UM IAGO DE PROVÍNCIA

«Se num primeiro momento houve quem visse no BPN uma espécie de Casa Pia do PSD, há agora quem, através dos Dias Loureiros de serviço, pretenda traçar o epitáfio do cavaquismo, colando o actual Presidente da República a uma "história de polícia" que, em última análise, traria à luz do dia o reverso do seu sucesso como primeiro-ministro. Esta subtil tese esconde, no entanto, objectivos bastante mais comezinhos, ocultando essencialmente a necessidade de fragilizar a única figura de Estado que goza de algum prestígio. Não por acaso, ainda esta semana, o dr. Lello, esse maître à penser do primeiro-ministro, se sentiu obrigado a negar a participação do PS na campanha de rumores e de insinuações que foi criada à volta do prof. Cavaco Silva. E por que haveria o PS de estar envolvido numa campanha destas? Para disfarçar a incompetência do seu governador do Banco de Portugal, que se considera alvo de um "linchamento público" só porque não foi capaz de exercer as suas funções? Para desviar as atenções dos péssimos resultados da sua política? Para que não se saiba que o fabuloso Teixeira dos Santos foi considerado o pior ministro das Finanças da Europa pelo Financial Times? Para silenciar a crise na Educação e os protestos dos professores? Ou, voltando ao princípio, para fragilizar uma das poucas vozes deste país que o Governo não consegue controlar? Se a resposta não fosse óbvia, o dr. Lello não se teria sentido obrigado a desmenti-la. Há desmentidos que se desmentem a si próprios.»

Constança Cunha e Sá, Público

5.6.08

O VAZIO - 2

Depois de Canas, o sr. Lello. O sr. Lello, que agora é das "relações internacionais" do PS - como é que um partido com as responsabilidades do PS não tem vergonha de apresentar pessoas como o sr. Lello fora de portas? -, também veio "malhar" em Alegre. Com um argumento de merceeiro. O PS pagou a viagem a Alegre para ir aos Açores, logo o deputado não pode andar por aí a falar por si e, muito menos, em "ética", alegou Lello. Mentira, disse o PS dos Açores. Foi o governo regional que pagou a coisa para o bardo lançar um livro e tudo coincidiu com as "jornadas parlamentares" da seita. Não simpatizo com Alegre. Mas ao pé destes anões, Alegre parece-me um gigante.

O VAZIO - 2

Depois de Canas, o sr. Lello. O sr. Lello, que agora é das "relações internacionais" do PS - como é que um partido com as responsabilidades do PS não tem vergonha de apresentar pessoas como o sr. Lello fora de portas? -, também veio "malhar" em Alegre. Com um argumento de merceeiro. O PS pagou a viagem a Alegre para ir aos Açores, logo o deputado não pode andar por aí a falar por si e, muito menos, em "ética", alegou Lello. Mentira, disse o PS dos Açores. Foi o governo regional que pagou a coisa para o bardo lançar um livro e tudo coincidiu com as "jornadas parlamentares" da seita. Não simpatizo com Alegre. Mas ao pé destes anões, Alegre parece-me um gigante.

19.2.07

VINTAGE

O sr. Lello, do PS, foi eleito presidente da Assembleia Parlamentar da NATO. Vê-se mesmo que os seus pares não o conhecem mas que nos conhecem. Guterres, Barroso ou Lello representam eloquentemente o que de melhor temos para oferecer no estrangeiro. Vintage do regime, não haja dúvida.

VINTAGE

O sr. Lello, do PS, foi eleito presidente da Assembleia Parlamentar da NATO. Vê-se mesmo que os seus pares não o conhecem mas que nos conhecem. Guterres, Barroso ou Lello representam eloquentemente o que de melhor temos para oferecer no estrangeiro. Vintage do regime, não haja dúvida.