
Afinal foi o velho controleiro do PS para a comunicação social, Arons de Carvalho, quem acabou por vir a público "denunciar" o jornal e a televisão responsáveis pela "campanha negra" e pelas "calúnias". Para que não restassem dúvidas, e quanto à televisão, Arons foi pidescamente mais preciso. Trata-se do "jornal das sextas" da TVI e não um qualquer telejornal. É este o PS da "mudança", o lema da moção aprovada apenas com um desgraçado voto contrário, um PS onde pairam patrulheiros mumificados deste calibre?
12 comentários:
É a chamada Mudança em Velho! Arons agora é o novo mastim de Sócrates. Certamente quererá mostrar uma folha de serviço tão impecável quanto a de Vital, Caniche Vocal Inexcedível ao longo da desastrosa legislatura.
Como cair nas boas graças e conquistar o favor do Querido Líder?! Rosnando. Mordendo. A patrulha 'democrática' e a 'mudança' em todo o tempo e lugar, com gente de este calibre, resulta sempre na mesma merda!
Mas que mudança esperar de um PM que se assume primeiro como líder partidário. Manuela esteve mal. Mas Sócrates esteve pior ao ignorar que o que se ia decidir em Bruxelas influencia o nosso destino nos próximos anos. E Portugal tem trabalhadores, bancos e empresas no leste. Não mudava a decisão tomada se ele fosse. Mas assim quem espera ele mobilizar para as europeias? Grave, grave!
Aqui fica um convite para uma análise da cimeira:
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/03/desuniao-europeia-em-bruxelas-e-os.html
Meu caro,
Se não fosse assim, como é que o serventuário garantia o lugarzinho à manjedoura?
Como dizia o outro, isto são "indignações bem pagas".
o pm, o governo, o ps e portugal fazem-me lembrar um desenho de Bosch intitulado:
«a nave dos loucos em chamas»
radical livre
Arons foi sempre um polícia de costumes da informação. Felizmente que ainda há quem não se deixe intimidar por este cacique do Largo do Rato Ele e os seus companheiros merecem ser todos os dias denunciados pela sua arrogãncia e prepotência. Depois da campanha negra, virá agora a caça às bruxas, especialidade de quem tem mentalidade pidesca. Arons, com as tuas ameaças podes calar muitos, por medo, mas não calarás todos.
Uma múmia paralítica, que se especializou na perseguição pidesca a tudo quanto mexe em campo alheio.
Uma nulidade analfabeta, que nunca escreveu coisa com coisa, desde os tempos do "República" até hoje.
Anda agora com medo de perder o tacho de deputado, lambendo as botas a quem quer que lho assegure, já que que nunca na vida soube nem sabe fazer mais nada que não seja esfregar o cu pelas cadeiras. Um nojo!
Aquilo mais parecia "o triunfo da vontade" da Léni Rifhenstal, salvaguardadas as devidas distâncias. Com um PS tão domesticado e com um lider tão "iluminado" e voluntarista estamos, certamente, condenados a mais 4 anos disto.
Boa promoção ao Jornal Nacional de 6ª da MMG. Quem não costumava ver, vai passar a fazê-lo. Ainda estamos a temnpo de correr com o zezito... a pontapé.
E venha quem vier!
PC
"Cabe-lhe provar que existe um conluio ou uma cabala entre órgãos de comunicação social e Marcelo Rebelo de Sousa", declarou Arons de Carvalho, considerando que essa sugestão por parte de Rui Gomes da Silva prova "o delírio do Governo em matéria de comunicação social.
"É grave que venha falar assim de dois jornais considerados de referência sem provar minimamente o que disse", acrescentou o deputado socialista."
UOL 19/10/2004
Palavras de quem fácilmente prostitui o verbo.
AS segundas linhas estão à altura das primeiras...
A maçonaria, várias fundações aliadas e beneficiárias do regimen socretino assim como algumas corporações secretas do contrôle do poder, tudo estão a fazer para que o establishement não sofra rombos.
A verdade é que estão em pânico, pois pelas melhores previsões a lista nacional socretina não antigirá os 30%.
O país está à beira da bancarrota e muita gente está aflita para "esconderem" os papeis.
Há muitas explicações para dar, incluindo os últimos "negócios" ruinosos para os contribuintes.
A verdade vai vir toda ao de cima, como o azeite.
Boas Vi o congresso todo o fim de semana en 3 canais de noticias + blogs+jornais etc e acompanhei tudo isso da Bélgica, nunca tinha seguido um congresso como este,
Tou enjoado, tanta arrogancia, tanto eu e so eu e so eu, faz-me lembrar alguem na história,mas que tinha outro poder e depois deu o que deu.
vi caras que entram há dezenas de anos pelas televisoes, estou doente de tanta arrogancia.
Temos que mudar isto,aquela mesa do congresso era só, eu é que mando o resto é paisagem, temos os blogs como a maior arma para derrotar tanta arrogancia, chega de Freeports, casa pia, bpp,bcp,apito dourado,cgd,e mais que por ai anda.
Portugueses abram vem os olhos, os próximos anos vão ser maus e com tanta arrogancia e tanto poder, vamos recuar umas dezenas de anos na democracia, isso está tudo controlado, ninguém lhe pode chegar. Vamos mudar a História de um pais através dos blogs, talvez uma primeira mundial
Abraços
Educação, a bateria e a especialização
Ao contrário da Economia, da Justiça ou da Saúde, em que são habitualmente
chamados a pronunciar-se os profissionais da área respectiva, na
Educação todos se sentem habilitados a dar palpites sobre o sector e sobre as
reformas que são ou não necessárias. Cada vez mais, o estatuto da Educação
se assemelha ao do futebol: como toda gente deu pontapés na bola na infância
e na adolescência, acha que domina a arte de colocar a bola no fundo da baliza.
Na Educação, também todos passámos pelos bancos da escola e/ou somos
pais e, por isso, nos sentimos habilitados a dar palpites sobre Educação e a
fazer os mais definitivos diagnósticos sobre o sector.
Basta ligar a televisão ou um qualquer jornal, para vermos políticos,
economistas, psicólogos, psiquiatras, advogados, jornalistas ou fabricantes de
garrafas a pronunciarem-se de cátedra sobre o assunto. E aqui reside o principal
erro que se comete em Portugal em matéria de Educação. Há a ideia generalizada
de que este não é uma matéria que exija especialização. Contudo,
qualquer professor consciente sabe que, pelo contrário, é um sector que exige
uma enorme especialização e experiência.
Há muitos anos atrás, quando um grupo de adolescentes queria formar
uma banda de garagem, quem ficava a tocar bateria era quem não sabia tocar
nenhum outro instrumento. Hoje a bateria é motivo de teses de mestrado, mas
numa época de pouco conhecimento considerava-se que qualquer pessoa
era capaz de dar umas batidas nos pratos. Na política portuguesa também é
assim: para ministro da Justiça escolhe-se um advogado ou um juiz, para a
pasta da Economia escolhe-se um economista, para a pasta da Saúde vai um
médico ou professor de Saúde Pública. Para a Educação, vai qualquer um. Não
é necessário nem especialização nem o conhecimento do sector. Extraordinário!
Ninguém se lembraria de escolher um veterinário para ministro das
Finanças, mas toda a gente achou natural que a economista Manuela Ferreira
Leite ascendesse à pasta da Educação. Também toda a gente achou normal
que os engenheiros mecânicos Couto dos Santos e Marçal Grilo (este com
algum contacto com o sector) passassem a inquilinos do prédio da 5 de Outubro.
Ou que David Justino, autarca e professor do ensino superior, ocupasse as
mesmas funções.
Nada mais pacífico, por isso, que Santana Lopes tivesse convidado uma
especialista de telecomunicações para o cargo, com os resultados trágicos que
se conhecem. Posto isto, quem se admiraria ao ver José Sócrates convidar
uma professora de Sociologia, sem qualquer currículo conhecido na área do
ensino básico ou secundário para o cargo? Aliás, parece que todas as profissões
dão excelentes currículos para ministro da Educação, excepto uma: a de
professor dos ciclos de ensino respectivos!
Quando foi conhecido o nome de Maria de Lurdes Rodrigues para a pasta
da Educação, todos se interrogaram quem seria a nova titular, uma vez que
ninguém a conhecia. Além de algumas obras publicadas, que nada tinham a
ver com o ensino secundário, sabia-se que era presidente do Observatório das
Ciências em Portugal. Contudo, logo os jornalistas descobriram uma "qualidade"
na nova ministra que a qualificava para o cargo: era conhecido o seu mau
feitio. Não demorou muito a que os portugueses demorassem a descobrir que
o critério "mau feitio" era extensivo aos seus secretários de Estado. Um critério,
no mínimo estranho, numa pasta que envolve milhões de pessoas e em
que a capacidade de comunicação deveria ser prioritária.
Existem quase 150 mil professores em Portugal a trabalhar no ensino
básico e secundário, mas, ao que parece, nenhum sabe suficientemente de
educação para desempenhar o cargo.
É caso para perguntar o que fazem estes
milhares de professores durante dias, mes
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