11.8.11

MEMO


«Não tem substitutos, nem de perto nem de longe, nem tão pouco mais ou menos por uma razão simples que é a da Vida. E se todos temos vida, nem todos a vivem vivida, intensa, errada ou certa mas nunca neutra ou cobarde, pior ainda, cobardolas, opiniosos sem nada fazer, só opiniosos e do lado de fora disto tudo, que é a evidência de viver a euforia, de ne pas badiner avec l'amour ou como ele escreve: De que falamos quando falamos de cultura? Disto, apenas disto

Fátima Rolo Duarte, fworld (a boa Fátima porque há outra noutro lado, ilegível)

2 comentários:

Carlos Azevedo disse...

Não tem mesmo.

www.angeloochoa.net disse...

...Meu professor de filosofia moderna na clássica de Lisboa, Carmo Ferreira, que nos traduziu rigorosamente do alemão o prefácio a 'fenomenologia do espírito' de Hegel, quando saiu a tese de Eduardo Prado Coelho, não a largou enquato a não devorou. eram os 'universos da crítica', última palavra então anos 80 para os estudiosos da modernidade e pós modernidade do texto. É um lindo profundo ainda actual sábio livro -- o que prova que também no meio académico por vezes concentracionário Eduardo Prtado Coelho qu bem saía a pai Jacinto era um número um. Dixit. Post-scriptum: guardo religiosamente esse poço de livro para quando a ilusão se der -- falta-nos e de que maneira reconhecimento ao trabalho que outros consomem em vida, dando-se, numa palavra. Vale, João Gonçalves!