Percebi, pelos anúncios, que começa amanhã um novo ciclo na RTP 2, que passa a singela "2". Nada como esperar para ver. Ao contrário de Eduardo Prado Coelho, cuja ubiquidade estrutural lhe faz desde já prever um sucesso para o canal, porque está nas mãos desse ínclito "santanista" que é Manuel Falcão ( EPC, como ninguém, é um exímio"consensualista" entre Deus e o Diabo, pois sabe-se lá o que Um e o outro nos reservam...), eu prefiro que a emissão se desenrole por alguns tempos para depois avaliar como curioso espectador. Eu conheci Manuel Falcão - O Independente, 1988- antes de ele ser "santanista" e não o tenho em má conta. Entretanto, e como a "tv cabo" não é só "talk-shows" e êxtases abrasileirados, fui parar ao interessante arte que passava um documentário sobre esse prodígio vocal que foi Edith Piaf. Às gerações "mtv", Piaf não deve dizer muito, mas ouvi-la naquele seu timbre singular e inconfundível, é como se os telhados de Paris cantassem e a cidade dos boulevards" e do Sena se erguesse toda subitamente naquele franzino corpo de mulher. Para o fim, o rosto de Piaf partiu numa direcção imprevista, como dizia, dela própria, Marguerite Duras. Num excerto de uma entrevista incluída no documentário, Piaf dizia não ter medo da morte e que a vida lhe tinha dado um pouco de tudo, alegrias, tristezas, tragédia e felicidade. Desapareceu no mesmo dia que o seu amigo Jean Cocteau. Estava pronta e não lamentava nada. Je ne regrette rien.
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<b>JE NE REGRETTE RIEN</b><br /><br />Percebi, pelos anúncios, que começa amanhã um novo ciclo na RTP 2, que passa a singela "2". Nada como esperar para ver. Ao contrário de Eduardo Prado Coelho, cuja ubiquidade estrutural lhe faz desde já prever um sucesso para o canal, porque está nas mãos desse ínclito "santanista" que é Manuel Falcão ( EPC, como ninguém, é um exímio"consensualista" entre Deus e o Diabo, pois sabe-se lá o que Um e o outro nos reservam...), eu prefiro que a emissão se desenrole por alguns tempos para depois avaliar como curioso espectador. Eu conheci Manuel Falcão - <i>O Independente,</i> 1988- antes de ele ser "santanista" e não o tenho em má conta. Entretanto, e como a "tv cabo" não é só "talk-shows" e êxtases abrasileirados, fui parar ao interessante <a href="http://www.arte-tv.com/">arte </a>que passava um documentário sobre esse prodígio vocal que foi <a href="http://www.rfimusique.com/siteFr/biographie/biographie_8864.asp">Edith Piaf</a>. Às gerações "mtv", Piaf não deve dizer muito, mas ouvi-la naquele seu timbre singular e inconfundível, é como se os telhados de Paris cantassem e a cidade dos boulevards" e do Sena se erguesse toda subitamente naquele franzino corpo de mulher. Para o fim, o rosto de Piaf partiu numa direcção imprevista, como dizia, dela própria, Marguerite Duras. Num excerto de uma entrevista incluída no documentário, Piaf dizia não ter medo da morte e que a vida lhe tinha dado um pouco de tudo, alegrias, tristezas, tragédia e felicidade. Desapareceu no mesmo dia que o seu amigo Jean Cocteau. Estava pronta e não lamentava nada. <i>Je ne regrette rien</i>.<br /><br /><img src="http://nrmedia.com/mall-graphics/piaf200.gif" border="0" <b> <b>Edith Piaf</b><br /><br /><i>Non! Rien de rien ...<br />Non ! Je ne regrette rien<br />Ni le bien qu'on m'a fait<br />Ni le mal tout ça m'est bien égal !</i><br /><br /><i>Non ! Rien de rien ...<br />Non ! Je ne regrette rien...<br />C'est payé, balayé, oublié<br />Je me fous du passé!<br /><br />Avec mes souvenirs<br />J'ai allumé le feu<br />Mes chagrins, mes plaisirs<br />Je n'ai plus besoin d'eux !<br /><br />Balayés les amours<br />Et tous leurs trémolos<br />Balayés pour toujours<br />Je repars à zéro ...<br /><br />Non ! Rien de rien ...<br />Non ! Je ne regrette nen ...<br />Ni le bien, qu'on m'a fait<br />Ni le mal, tout ça m'est bien égal !<br /><br />Non ! Rien de rien ...<br />Non ! Je ne regrette rien ...<br />Car ma vie, car mes joies<br />Aujourd'hui, ça commence avec toi !</i><br />
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