31.12.11

«NÃO FALARIAM DE ENSINO DURANTE UMA DÉCADA»

«Por que é que os milhões gastos na Educação mais avançada do mundo, com toda a panóplia de computadores e quadros interactivos, não fizeram o PIB crescer na última década? e 2 - Por que é que a distribuição maciça de diplomas o enorme aumento dos níveis de qualificação alcançado durante o Governo de Sócrates, e que maravilharam milhares de portugueses, não fizeram a economia avançar um cêntimo?»

David Levy, Lisboa ~Tel Aviv

8 comentários:

12.º A disse...

Provavelmente, não vê, mas o programa «Casa dos Segredos» possui um (será mesmo só um???) exemplar: chama-se Cátia e possui o 12.º ano... obtido à noite, através das Novas Oportunidades.

Anónimo disse...

Perguntem ao Zorrinho

joshua disse...

Foi um negócio, mais um, à maneira trapaceira socratesiana. Tachos à pala e pé no gasganete do Érário.

Mário José Monteiro de Macedo disse...

O blogue "Erros de números" é agora "À volta dos números" (www.avoltadosnumeros.blogspot.com).
Mário Macedo

jsp disse...

zurrinho, senhor, zurrinho...
E, sem qualquer ironia, um Bom Ano para todos.

Anónimo disse...

As novas "oprutonidades" são mais uma monstruosidade da era "dito cujo"... Espero que os famosos diplomas sejam bastante explícitos, para serem detectados face aos "normais" (menos maus).

PC

FranciscoB disse...

Para além do despesismo brutal do estado, com PPPs e BCPs para todos os gostos, carros, cartões de crédito, telemóveis, ajudas de custo, reformas múltiplas e milionárias, assessores, pareceres, comissões, entidades reguladoras, fundações e empresas municipais, não será tb porque

as 20 maiores empresas portuguesas não pagarem impostos em Portugal?

Isabel disse...

Os alunos devem ser ensinados por professores e não por maquinetas, por mais sofisticadas que sejam. Tentou-se fomentar, talvez, o princípio do prazer, o lúdico, o filmezinho, o powerpoint, pré-formatado. Como Eduardo Lourenço certamente consideraria, caso leccionasse no meio que foi sujeito à primazia desses gadgets, o princípio da realidade ficou mais distante. E nenhum aluno recordará máquinas, só professores que os consigam marcar com a sua autenticidade humana e o seu saber próprio.