6.10.11

SUGESTÃO DE LEITURA


Foram hoje conhecidos os novos nomes que os dois maiores partidos com representação parlamentar indicam para o conselho regulador da ERC. A ERC é uma imposição constitucional pelo que apenas uma futura revisão da constituição poderá ponderar o seu fim. Enquanto cidadão sou inequivocamente favorável à não existência de uma entidade reguladora para a comunicação social. A experiência da ERC, aliás, não se pode considerar propriamente feliz numa sociedade ainda demasiado longe de ser "aberta". Uso um termo de José Manuel Fernandes no livrinho da foto, Liberdade e Informação. As páginas sobre a ERC são eloquentes a respeito da referida infelicidade. Não diria melhor.

7 comentários:

floribundus disse...

quando vejo os socialistas portugueses

recordo dos meus anos de Viena
as representações de

'Hitler's arrival on Heidenplatz March 15, 1938'

Anónimo disse...

Nem uma palavra para Steve Jobs, JG. Inadmissível!

Fado Alexandrino disse...

É espantoso como o livrinho (assim diz Medina Carreira) quer regular tudo. Nunca mais nos libertamos desta constituição feita num tempo em que os comunistas tinham tudo preparado.
Os "pais" da mesma devem continuar muito orgulhosos, deixa-se aqui publica homenagem ao seu mentor Jorge Miranda.

A. Pinto Pais disse...

Pobre País! A escolha de um expoente do cabotinismo nacional (Magno) e de uma clamorosa nulidade intelectual e ética (Arons) para integrar a ERC diz tudo sobre o estado a que isto chegou... E também sobre o sistema partidário que nos sufoca.

A. Pinto Pais disse...

Você agora corta a eito, é?

Anónimo disse...

Vejam a notícia em
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/luis-maria-cacem-policia-tvi24/1286815-4071.html

"Polícia inventou crime para prender... o vizinho
Aconteceu no Cacém. PJ apanhou prevaricador

Um agente da PSP terá simulado uma tentativa de homicídio para prender um homem inocente. E ainda pediu a um colega, também polícia, que confirmasse a história.

Luis Maria é agente da PSP na esquadra do Cacém, mas foi enquanto vizinho que se zangou com Mário Brites. Vivem no mesmo prédio no Cacém e terá sido a venda da casa de Mário que provocou atritos entre os dois vizinhos.

Da pequena guerra entre vizinhos até ao crime ou à sua simulação foi um pequeno passo. De acordo com a investigação da Polícia Judiciária, o polícia Luis Maria terá pedido a um colega da PSP, o agente António Nereu, que confirmasse uma tentativa de homicídio contra si próprio.

Os dois polícias testemunharam então contra Mário Brites, garantindo que este tinha tentado matar o polícia com dois tiros à queima-roupa em plena rua, no Cacém. A versão dos dois polícias vingou, o homem foi detido e ficou preso cinco meses.

Agora, a PJ conclui que os dois agentes simularam a tentativa de homicídio para servir uma vingança pessoal. No inquérito são apontadas várias contradições relacionadas com o falso tiroteio. O arguido que afinal terá sido a vítima desta história já foi libertado."

À custa desta armadilha hedionda, Mário Brites perdeu a Família, o emprego, a casa. Façam uma corrente, enviando o email aos vossos amigos, exigindo
Justiça para um homem inocente que cumpriu 5 meses na prisão, vendo a sua vida destruída por dois monstros que mancharam a instituição a que pertencem. Que seja devidamente indemnizado, para que possa recuperar tudo o que perdeu e que aos agentes seja aplicada uma pena exemplar- prisão e expulsão compulsória da PSP.

Isabel Metello disse...

Mentalidades cristalizadas não se mudam nem em 50 quanto mais em 30 e tal anos, Interessante, pois a avaliação dos Professores por pares tb é um conceito muito bonito num país nórdico, num país latino onde as inclinações e/ou embirranços pessoais podem influenciar opiniões facciosas e nada fundamentadas, que se deveriam pautar pela isenção, não me parece boa ideia.Até porque tem havido situações de bradar aos Céus, como o controlo obsessivo do ex-PM dos media, mais do que comprovado, mas sempre considerado como nornalíssimo.