24.9.11

GRANDES RELEITURAS


Lido no original, na altura em que saiu, há mais de dez anos quando Bellow tinha oitenta e muitos. Altura para o reler, na tradução de Rui Zink para a Quetzal.

7 comentários:

floribundus disse...

judeu tem sempre razão
tenha nascido no Canad´ou em Belmonte

a culpa é sempre dos outros

detesto letreiratura

Carlos Azevedo disse...

Li-o há cerca de 10 anos na tradução de Rui Zink para a Editorial Teorema. Presumo que a edição da Quetzal seja, na realidade, uma reedição.

Ana Cristina Leonardo disse...

como tudo do bellow, belíssimo. de nos deixar sem fôlego

Ana Cristina Leonardo disse...

Carlos, sim, é um reedição. E, pelos vistos, já somos dois para quem o livro não passou despercebido na altura

João Gonçalves disse...

Of course. Teorema.

Anónimo disse...

Para quem seja possivel ler no original,para quê ler traduções?
Li agora a tradução (reeditada e revista!!) dum livro do Beevor sobre o Paris do post-guerra,que por preguiça comprei na Fnac em vez de encomendar o original,e as asneiras eram tantas,que desisti de as anotar na última folha,depois de a encher, para protesto junto da editora.O nível tradutório é em geral tão baixo e irritante,que não vale a pena arriscar em busca de excepções,quando possivel. Lamento não ser polìticamente correcto.

Anónimo disse...

A propósito das 9.57,supunha que a malha do filtro usado pelo dr.Gonçalves mantinha esta caixa de comentários isenta de dejectos e respectivos odores. Reveja a malha e use lixívia em caso de intruões.