11.7.11

BARROSO, NORONHA E O EURO

Das poucas coisas que terei em comum com o presidente da Comissão Europeia, o apreço pela obra de Noronha da Costa é uma delas. A outra é concordar com a ideia que seria trágico para Portugal sair do euro. Mas primeiro é preciso a Europa certificar-se que o euro não "sai" dela.

16 comentários:

floribundus disse...

a europa das pátrias
nunca será uma federação.

porque a desunião continua.

e o estado social faliu.

estamos na '25ª hora' porque
'Deus nasceu no exílio'.
Vintila Ioria viu e previu.

antes dele Mircea Eliade mostrou-nos nus nos seus escritos dos jornais portugueses e no seu 'diário português'

Anónimo disse...

Uma pergunta:

o João Gonçalves é da Maçonaria?


afonso a. fernandes

Fado Alexandrino disse...

Tenho as paredes da casa forradas a serigrafia e dois originais de pintores desconhecidos.

Está lá reservado um lugar para um Noronha da Costa quando (talvez em 2033) tiver dinheiro.

Para mim é absolutamente repousante olhar para um quadro dele.

MINA disse...

O apreço por Noronha da Costa é comum. Quanto a outras afinidades com Barroso, suponho não possuir alguma, até mesmo sobre a Europa e o euro, porque realmente não sei o que Barroso pensa de ambos. Creio que o José Manuel diz sempre, tal como o prof. Marcelo, aquilo que no momento lhe convém e não aquilo que verdadeiramente pensa. Nem sei mesmo se algum deles pensa alguma coisa, independentemente das circunstâncias do momento,

Anónimo disse...

Mas é da Maçonaria ou não?

É que isso seria esclarecedor, evidentemente.

Cáustico disse...

Será que haverá alguém que possa explicar, de forma a não subsistirem mais dúvidas, o que é o estado social?

Anónimo disse...

...julgo que o Estado Social, hoje, é entendido por muita malta como ter um pai, ter certezas e não pensar em nada. Mesmo 'os novos' (a maioria dos portugueses) - que não o conheceram - vivem saudosos de Salazar. Em certa medida, com Salazar, tivemos um socialismo paternalista condicionador, semi-capitalista, semi-rígido (como certas embarcações) de que até a oposição chique da altura, conspiradora de sacristia e de pastelaria, tem saudades. Existiam certezas. Tanto que o arremedo de estado social que Salazar deixou logo foi usado e inchado de maneira absurda pelas esquerdas abrilistas e pelas direitas socialistas.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Ser Maçon é perder a sensibilidade das nossas possibilidades, como ser humano. Deixamos de saber se as nossas victorias são pessoais, ou se são fruto da pressão do lobby.

Anónimo disse...

A culpa é do Fluribundus que te chamou Irmão...ou será :.

Cáustico disse...

Anónimo das 6:59

Grato pela sua explicação. O defeito deve ser meu, porque fiquei na mesma.
Num estado social não tenho de pagar os cigarros que fumar, os copos que beber, o serviço das mulheres que me atenderem, os espectáculos a que assistir, as viagens que fizer?
O que pretendo, enfim, saber,é quais são os meus gastos que o tal estado paga.

Anónimo disse...

...na Holanda, o Estado Social paga a mulheres para atenderem homens temporariamente ou permanentemente incapacitados, por exemplo. E acho muito bem; todos deviamos poder ter uma mulher que nos atendesse. Mas, meu caro Cáustico, pretendia dizer "me atenderem" ou referia-se mesmo a atendimento com balcão e vidro protector, em alguma repartição?

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Prezado Besta imunda

Leia a Antologia Sociológica de António Sérgio. Aí ficará surpreendido com as teses muito progressistas que foram apresentadas pelo sector económico de um congresso da União Nacional na década de 50 do século XX. Só que o grosso da manada salazarenta desse tempo não percebeu os sinais dos tempos e desatou aos tiros em África, em vez de ter resolvido o...problema. Hoje não precisaríamos da Europa, se tivessemos resolvido a independência das colónias na altura certa

José António Vinagre- Nova República

Anónimo disse...

A manada salazarenta tinha exactamente a mentalidade da actual manada (ou o contrário...) que, mesmo com o desastre e as suas causas bem à vista, insiste em (tentar) manter tudo na mesma (municípios, estado social hipertrofiado, regalias, modos de vida, sossego dos sindicalistas, greves só nas empresas públicas onde elas rendem, coboiadas várias, "...que não se toque no nosso esquemazinho"). Não sou nitidamente perito no assunto, não tenho idade para o ser e o meu ofício é outro. Seguirei com gosto a sugestão que me faz - que desde já agradeço; não duvido que em todas as épocas os imobilistas e as brigadas do reumático de todas as cores políticas inviabilizaram a solução e prevenção de problemas a tempo. Mas Salazar sabia que sem colónias não nos restaria nada...e não tinha solução alternativa. Ninguém tinha, de resto; apenas "bocas".
Cumprimentos a J. A. Vinagre

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

O JG é Maçon!

Cáustico disse...

Prezado anónimo das 11,46

Serei mais explícito. "Me atenderem" foi uma forma subtil que encontrei para dizer: debaixo de mim com as pernas abertas.

Mas continuo na mesma. Políticos da chamada esquerda, políticos da chamada direita e muitos outros, que sabe-se lá de que lado estão, só falam do estado social. Mas quando pergunto o que entendem por estado social ninguém me responde de forma concreta. O que preciso saber é o que poderei receber dum estado social para começar a fazer contas.
Estou a pensar em pôr um anúncio de oferta de alvíssaras a quem me der uma resposta satisfatória, sem linguagem filosófica, que não conduz a nada.
Amistosas saudações.

Anónimo disse...

anonimo das 5.26 : Não podes dizer que ele é ou não é. Só ele pode dizer que é, pois os irmãoes nunca o apontam ou acusam.
Cuidado JG chove...