11.11.07

SEM EMENDA

Depois de empregada de Santana Lopes na Casa Fernando Pessoa, Clara Ferreira Alves descobriu agora que o homem "não estuda, não se prepara, não sabe decidir". Depois de ter estado à beira de dirigir o DN pela mão dos "santanistas" de 2004 - nestas coisas convém sempre lembrar a data -, Clarinha revela que, afinal, o homem não serve para nada. Talvez por causa desta "plasticidade", o PS, através da RTP, decidiu recuperar esta velha camarada da Rua da Emenda para fazer de Júlia Pinheiro do dr. Mário Soares no programa que este irá protagonizar na televisão pública. Este retrato mantém-se. Não tem emenda.

13 comentários:

Helena Costa disse...

Parece-me a mim que, acima de tudo, haveria que saber o que é que Clara Ferreira Alves já fez na vida que a habilite a criticar seja quem for. Na Casa Pessoa, nunca ninguém a viu fazer nada a não ser uma viagens "à conta". No Expresso, uma vez por outa acerta, (mal seria para quem ali escreve há tantos anos) mas na maioria dos casos apresenta uns pastiches pseudo literários débeis, e lá saca mais umas viagenzinhas. No Eixo do Mal lá diz também uma graçolas com ar doutoral, mas a verdade é que naquela terra de burros não passa de mais um a zurrar. E no resto, vai navegando ao sabor da corrente que lhe for mais favorável para garantir a subsistência. O que até se compreende, todos temos que ganhar a vida.

Fado Alexandrino disse...

Provávelmente tem esta carta de CFA, mas se a não tem pode fazer dela o uso que entender:

PUBLICOU o jornal que V. Ex.ª dirige uma notícia surpreendente em que «fonte governamental» dava como «tomada» a decisão final de aceitar dirigir o «Diário de Notícias» (Revolução no «DN», EXPRESSO 23-10-04). Como a decisão só a mim competia, e como o Governo ou as suas fontes anónimas não foram e nunca seriam os meus interlocutores, e sim a Lusomundo Media e a Global Notícias, e como nenhuma fonte governamental poderia saber o que se passava no meu foro íntimo, estranha-se que se publique e desenvolva um arrazoado de consequências dessa minha «aceitação», no qual se insinua ainda, a reboque das teorias da conspiração e das calúnias que sobre a minha pessoa e reputação têm sido feitas na imprensa, que a jornalista escolhida «foi dirigir a Casa Fernando Pessoa em 2002 pela mão do então presidente da Câmara Pedro Santana Lopes».
Não fui. Fui dirigir a Casa Fernando Pessoa convidada pela vereadora da Cultura Maria Manuel Pinto Barbosa, que nunca pediu a opinião de Santana Lopes, e que foi a única pessoa com quem falei sobre o convite e a sua aceitação. E não tenciono renegar a minha relação pessoal com Pedro Santana Lopes, que nunca interferiu com o meu sentido crítico, só por isso servir os interesses do jornalismo conspirativo e servente que vê nas relações pessoais um comissariado político.
Certas notícias e opiniões dizem mais sobre quem as escreve e a sua honra, e a agenda política pessoal, do que sobre as vítimas desses escritos, que é o que eu tenho sido, em silêncio, estes dias todos, sem pronunciar uma palavra de justificação sobre as acusações e processos de intenções de que tenho sido alvo.
E, já que falamos em processos de intenções, no mesmo dia vem no semanário de V. Ex.ª onde continuo a assinar uma coluna, a Pluma Caprichosa, um texto do director-adjunto do EXPRESSO, José António Lima, que procede ao meu «linchamento» numa linguagem insultuosa e deselegante, pouco consentânea com as funções institucionais de José António Lima nesse jornal. Que eu saiba, não é aceitável nem praticável uma tal quebra de solidariedade de um director de jornal para com os seus colaboradores e colunistas.
Ao escrever, e cito, que as «mudanças levadas a cabo (...nos ‘media’) o foram não para escolher nomes independentes, prestigiados e reconhecidos mas, invariavelmente, figuras da confiança política do santanismo-sarmentismo», José António Lima decerto esquece-se, ao incluir o meu nome nesse lote de «comissários políticos», de quem eu sou e do que fui, dentro e fora do EXPRESSO.
Ele insulta-me e, insultando-me, insulta os meus leitores. Insulta também o júri do Prémio Pessoa, de que faço parte há muitos anos a convite de Francisco Pinto Balsemão, visto que seria um júri composto por figuras de prestígio e reconhecimento com excepção da minha pessoa, a «santanista-sarmentista» sem mérito, subentende-se da prosa. Se José António Lima acha o que acha de mim, ou seja, que não sou um nome «independente, prestigiado e reconhecido», deveria talvez despedir-me - direito que lhe assiste como director-adjunto - de colunista do jornal.
Não me demito imediatamente de colunista do EXPRESSO pelo respeito e longa amizade para com Francisco Pinto Balsemão, com quem falei desde o início desta história lamentável, e a quem dei conta desde logo do convite que me foi feito para dirigir o «Diário de Notícias». Foi ele que me pediu que ficasse e por ele fico. É um episódio que não honra a tradição liberal e equânime do EXPRESSO, iniciada pelo seu fundador e por V. Ex.ª continuada. Continuarei, portanto, a assinar a Pluma Caprichosa. Deixou de me interessar o que o sr. José António Lima diga em «O Que Eles Dizem». Ou o que ele diz.
Clara Ferreira Alves

Anónimo disse...

Descobriu agora? Creio que descobriu assim que foi nomeada para a Casa Fernando Pessoa.

António P. disse...

Boa noite,
Não tem emenda a Clara nem o Pedro.
Estão bem um para o outro.

Anónimo disse...

Trata-se de ex-santanete oriunda da esquerda lantejoula e estacionada na esquerda caviar.
Está perfeita para o enorme soares.
Que grandes encomendas.
JMN

Anónimo disse...

A vida anda tão tristonha e vai ser divertido ouvir o dr Soares a elogiar o Hugo Chávez.

Mafuta disse...

Proposta:
CFA para lider parlamentar de um qualquer partido!!!!

Malai Azul disse...

Coincidindo com a visita do Presidente Ramos-Horta a Portugal, envio-vos um despacho do Tribunal da semana passada, que acusa o Presidente Ramos-Horta e o Governo de Xanana Gusmão de desrespeitarem os Tibunais, interferindo com mandados de captura ao foragido Alfredo Reinado, emitidos pelo juiz português Ivo Rosa, do Tribunal de Díli.

O Estado de Direito encontra-se ameaçado em Timor-Leste e solicitamos que estas preocupações se reflictam nos órgãos de soberania portugueses, o país que mais contribui para o projecto do PNUD, para consolidação do sistema judicial timorense.

Alfredo Reinado, treinado pelo exército australiano, foi um dos principais causadores da violência e do conflicto armado em 2006, acusado de vários crimes de homicídio e crime de rebelião, o que levou o Governo timorense a autorizar o desembarque das tropas australianas em Maio de 2006. As mesmas tropas australianas que agora recusam capturar Alfredo Reinado, depois de terem sido responsáveis pela sua fuga da prisão, após a sua detenção pela GNR.

Poderá obter as declarações do comandante Australiano que confirmam esta ingerência do Governo e da Presidência no poder judicial nos despachos da LUSA ou em http://timor-online.blogspot.com , onde também se encontra a última entrevista de Alfredo Reinado que desmente Ramos-Horta e Xanana Gusmão, que insistem em dizer que a situação está resolvida e que este se encontra disposto a render.

Alfredo Reinado ameaça contar toda a verdade sobre a violência de 2006.

Por favor não deixem Timor-Leste cair no esquecimento e não pactuem com o silêncio de Portugal que mais parece ter entregue Timor-Leste aos interesses do Governo australiano.

Cumprimentos,

Malai Azul


DESPACHO:

Aos arguidos Gilberto Suni Mota e Anterilau Ribeiro Guterres foi imposta a medida de coacção de prisão preventiva, por despacho de fls. 12, por se considerar indiciada a prática, pelos arguidos, de um crime p e p pelo art. 4.7 do Regulamento 5-2001 da UNTAET e artigo 107 do CP.

Aos arguidos Alfredo Alves Reinado, André da Costa Pinto, Rudiano A. Martins, Joaquim Barreto, Leopoldino Mendonça Exposto, Martinho de Almeida, José Gomes, António Savio, Inácio Maria da Conceição, Jaime da Costa, Adolfo da Silva, Egídio Lay Carvalho, José Soares Araújo também conhecido por Sarmento ou Batista e Avelino da Costa foi imposta a medida de coacção de prisão preventiva, por despacho de fls. 169 a 172 por se considerar indiciada a prática, pelos arguidos, de um crime p e p pelo art. 4.7 do Regulamento 5-2001 da UNTAET e artigo 338, 53, 365 e 372 do CP.

Aos arguidos Nixon Jaime da Costa Galúcho e José Soares foi imposta a medida de coacção de prisão preventiva, por despachos de fls. 511 a 515 e de fls. 796 a 801 por se considerarem verificados fortes indícios da prática, pelos arguidos, de um crime p e p pelo art.4. 4.7 do Regulamento 5-2001 da UNTAET e de um crime p e p pelo art. 108 n. 1 parágrafos 2 do CP e por se verificarem, em concreto, os perigos de fuga, de continuação da actividade criminosa e de perturbação da ordem e tranquilidade públicas.

As medidas de coacção acima referidas foram revistas e mantidas por despacho de fls. 1138 e ss destes autos, proferido a, 3 de Outubro de 2007.

O Julgamento está agendado para o próximo dia 3 de Dezembro de 2007.

Os arguidos em causa, com excepção dos arguidos Nixon Jaime da Costa Galúcho e José Soares, que estão em prisão preventiva, evadiram-se do Estabelecimento Prisional no dia, 30 de Agosto de 2006 e, desde essa data, estão em fuga à acção da justiça sem que haja nos autos qualquer informação sobre o paradeiro dos mesmos.

De fls. 951 a 961 consta a acusação deduzida pelo Ministério Público contra todos os referidos arguidos na qual imputa os seguintes crimes:

a) Alfredo Reinado, em autoria material, na forma consumada e em concurso real, um crime de rebelião

Luis Eme disse...

Seja santante ou não, é mesmo de um portugal muito pequenino alimentarem esta mentira do VPV, sobre a Clara.

Ela tirou a licenciada numa universidade pública, não lhe passaram o diploma num domingo...

Em relação ao seu zig-zag político (na opinião...), é igual ao de outros comentadores ilustres, desde o Marcelo, passando pelo Pacheco e acabando no Vasquinho.

João Pedro disse...

"Depois de ter estado à beira de dirigir o DN pela mão dos "santanistas" de 2004"

Pois. Esteve à beira mas declinou. Acho extremamente infeliz colocar isto para elevar a "Santaneticidade" da senhora, que até nem acho que seja tão grande como isso. Mas já vi que o João Gonçalves sofre do mesmo mal de VPV quanto aos seus ódios de estimação. É uma pena.

jb disse...

Como a Clara Ferreira Alves, sente-se bem a atirar escárnio e maldizer sobre tudo e todos na televisão, concerteza não deve ficar ofendida por lhe "apontarem" algumas coisas... está-lhe na veia... nem ser levada a sério...

Perigoso pró-Israelita disse...

A "Clarinha" solta verdadeiras pérolas nesse ridículo Eixo do Mal. Uma vez, ainda na era em que tinha o cargo de directora da Casa Fernando Pessoa, afirmou pertencer à classe média-baixa. «Classe média-baixíssima», insistiu, perante a estupefacção de Júdice.

O retrato de VPV é certeiro em cada linha. Aquela petulância não mudará nunca.

Anónimo disse...

Tenho pena dos milhentos comentadores que para receberem uma "miséria" gastam imensa massa cinzenta a defender o indefensável.E depois nós ainda somos uns invejosos...
No caso vertente acho que a Clarinha deveria ser reciclada.Uma mais nova e sexy tem outro apeal... e depois sempre ouvi dizer que os homens só pensam com a cabeça de baixo...