4.3.11

A PALAVRA PEQUENINA


O dr. Jorge Sampaio, representante da ONU para qualquer coisa e que presidiu a parte do descalabro presente, descobriu que Portugal está "em apuros". Sampaio, recorde-se, permitiu algumas das extravagâncias que nos conduziram até aqui. Permitiu que Guterres, gasto e sem chama, se arrastasse, de 1999 a 2001, no famoso "pântano" que ele próprio acabou por denunciar. A seguir, em 2004, designou o fugitivo Barroso uma "honra nacional" em Bruxelas e nomeou, para lhe suceder, um 1º ministro escolhido na secretaria partidária e não sufragado pelo país. Finalmente, farto dele e com luz verde do seu partido de origem, dissolveu uma maioria parlamentar e abriu o caminho a Sócrates. "Apuros" é, por consequência, uma palavra pequenina para descrever aquilo em que Sampaio, com muitos outros antes e depois dele, nos meteu.

19 comentários:

Andre disse...

Não posso deixar de achar curioso os antigos governantes deste país (especialmente os dos últimos 15 anos) virem criticar os estado das coisas. Pior do que isso é darem-lhes ouvidos e não perguntarem "desculpe, mas não acha que tem alguma coisa haver com isto???"
às vezes apetece mesmo citar o Vítor Rua....
http://www.youtube.com/watch?v=rUFXFpqALYw

Anónimo disse...

Inteiramente de acordo consigo Joao Gonçalves. O dr. Jorge Sampaio ajudou ao descalabro da economia e além disso tem responsabilidades pela justiça degradada que todos os dias nos envergonha (promulgou códigos, pactuou, organizou seminários - deixou tudo piorzinho).

Lamas disse...

O senhor tem um "apurado" sentido crítico

Anónimo disse...

Respeitinho, óh Dr. Gonçalves.

Anónimo disse...

O quadro que o representa é uma excelente metáfora da indigência política. Vá bugiar.

Anónimo disse...

Falta uma coisa fundamental na sua mensagem: o iluminadíssimo, "há mais vida para além do deficit", com que a figurinha de má memória sabotou antecipadamente qualquer esforço sério de inverter o descalabro - foi isso que levou o rato (não tão)durão a fugir cobardemente, em vez de o enfrentar como um homem.

Cáustico disse...

Este também é um apurado socialista de merda com sobejas provas dadas. Culpa tem quem lhe dá ouvidos.

Mani Pulite disse...

NOS APUROS EM QUE NOS METEU SÓ MERECE APUPOS PARA VER SE SE CALA DE VEZ E ACABA COM ESTA SUA SEM VERGONHICE.

Licurgo disse...

Paula Rego, a pintora do regime retrata, porém, bem, com rara argúcia no traço, a "qualidade" do ex-presidente...

Gallião Pequeno disse...

Foi este "chico" esperto das condecorações que nos trouxe a desgraça socretina. Está bem na vida, ele e os seus!

Anónimo disse...

Salvo aqui a P.Rego de pintora do regime. Está perfeitamente noutra, apesar das senhoras do aborto e do antiquissimo Salazar a vomitar a patria. Aliás se ele a estava a vomitar é porque a comeu e estava estragada, já nessa altura estava estragada.
Pintora do regime é a Joana Vasconselos, e a distancia daquilo para a arte mesmo com letra pequena, é enorme.

Anónimo disse...

Este insere-se na quadrilha de salteadores que assaltou e desgraçou o País. Como todos os outros da esquerda e da extrema desta, é mais um aborto político para esquecer. Como presidente traíu vergonhosamente os portugueses e devia pagar por isso. Assim como todos os que com ele colaboraram na destruição de Portugal.

Pobre Portugal que, na última parte da Tua orgulhosa História quase milenar, tão indignos políticos tens tido, os quais se assenhorearam do Teu chão sagrado com o fim último de o despedaçar. Tu, Pátria Gloriosa, cujo solo abençoado tantos Heróis gerou no passado, infelizmente e também tantos pulhas e grandes traidores igualmente produziu na Tua História recente.
Pulhas e traidores estes que, no espaço duma única geração, Te levaram à quase morte como Nação.

Pobre Portugal, Tu que foste tão Valente e que tantas adversidades e guerras enfrentaste e bravamente venceste, não merecias este quase fim. Mas não desesperes Portugal, Tu nasceste para lutar e vencer, não para desistir e perder. Como Nação Grande que sempre foste, ainda será Tua a última palavra. E esta, não esqueças - Te prometemos nós os que Te adoramos e daríamos a vida por Ti - será Vitória. Por fim.
Maria

Obs.: Parabéns pelas palavras lúcidas e certeiras do seu escrito.

Anónimo disse...

A este putschista só lhe faltam as meias brancas no retrato da horrorosa Paula Rego.
Merkwürdigliebe

lino disse...

Não sejam tão injustos para o Jorge Sampaio. Ele já em 2004 tinha reconhecido que "os tempos vão maus"... ao receber os 90 000 euros do prémio Carlos V, explicando que precisava do dinheiro para si próprio, não podendo, dessa vez, destiná-lo a uma instituição.

JSP disse...

Não nos lamentemos : somos nós, povo "soberano", "informado" e "esclarecido" que, através do voto, escolhe e distingue toda esta canalha.
Só temos o que merecemos.

a.marques disse...

UMA PRENDA PARA SAMPAIO
Educação, saúde, segurança social, justiça , investimentos estruturais.......são questões de regime com visão á distancia, que não podem ser deixadas a repetidas e falhadas experiências de legislatura ou emergências de DESgovernos . Na pastosa realidade que os glutões do sistema querem explorar e manter, qualquer executivo de circunstância apenas faz de nós meras cobaias dos próprios encaixes e caprichos. Estabelecer regras constitucionais para debater, aprovar e estabilizar os grandes suportes da vida do País, contra o imparável rodízio do exército de instalados. Linhas mestras para os governantes cumprirem é o que faz falta. É preciso começar por agitar a varinha mágica da lei eleitoral de modo a retirar a exclusividade de intervenção e representação política aos acantonamentos partidários.

José Ferreira disse...

E que pensar deste senhor,enquanto
PR, quando discursava chorando lágrimas de crocodilo acerca dos jovens recentes licenciados que não arranjavam emprego e, no entanto o filho recente licenciado aparecia integrado nos quadros da PTi e a filha como assessora de um qualquer ministro ou secretário de Estado ?
José Ferreira

João disse...

Daqui a uma dúzia de anos temos tanto tempo de democracia como de ditadura.

Anónimo disse...

Permita-me discordar Sr João: Daqui a uma duzia de anos temos tanto tempo de coisa nenhuma, sem nome, como de ditadura.