27.3.11

SÓ FALTAVAM ESTES

18 comentários:

Anónimo disse...

Não se pode pedir-lhes (dizer-lhes!) que não venham?

Há mais que fazer!...

PC

Anónimo disse...

O que é que o João Gonçalves pensa da sugestão do FT de passarmos a estado do Brasil? A coisa teria, na sua opinião, pernas para andar, em caso de derrocada completa do país?
Eu preferia, de longe, integrar-me no Brasil a ser uma região autonoma de Espanha. http://estadosentido.blogs.sapo.pt/1484954.html

Sólon disse...

O vigarista-mor e o seu epígono (ou será "epígona"?), a sra "presidenta", como gosta de se chamar...

Roxo d'inveja disse...

estes quem?

conheço não...os que davam 10% de juros ao ano em reais

em reais que já valem 2,32 por...

desde que se tenha pitroil

soja e carne de vaca em excesso

e se 80% comer só feijão com arroiz

fica muito dinheiro livre

pra investir

podiamos tentar a receita aqui
mas substituir o feijão por grão né?

Anónimo disse...

A Casa do Brasil presente na manifestação da geração à rasca de 12 Março.

http://ephemerajpp.files.wordpress.com/2011/03/img_36881.jpg

Portugueses e Brasileiros sempre povos irmãos.

floribundus disse...

mendicidade a quanto obrigas!

Rui C. disse...

Sem ser própriamente "fã" das duas pessoas que estão na foto perguto-lhe:
1 - Que mal lhe fizeram?
2 - Qual é o problema?
3 - Atrapalham alguma coisa?

Goste-se ou não, e seja por causa deles ou não (pelo menos não estorvam, ao contrário de muito político "empertigado" da Europa) , o Brasil não é o mesmo e, a continuar a este ritmo......

Anónimo disse...

Entre o cachacismo-52 de Lula (daquele que acende fósforos contra o vento) e o gangsterismo evangélico de Dilma, mais a profunda ignorância de ambos, aquele depósito de matérias primas chamado Brasil tem sido conduzido com sucesso assinalável pela via da 'emergência'. Imagine-se o Brasil sem petróleo, sem borracha, sem a Amazónia, sem o turismo, sem as siderurgias que os americanos lá instalaram a partir de 1944 (como paga pelos soldados brasileiros mandados para a Europa combater o Eixo), sem a Embraer, etc, etc; e com pinto-de-sousa ao leme...

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Tenham respeito pelo Brasil e pelos seus líderes.

Durante séculos, tanta fome, o Brasil, matou a estes ingratos, feios, porcos e maus.

Nuno Castelo-Branco disse...

Espero que a visita corra pelo melhor*. Há cento e poucos anos, existia alguém que dizia aos seus primeiros ministros: "podemos estar de mal com todo o mundo, menos com o Brasil e a Inglaterra. Pelos vistos, as cosas pouco mudaram e à Ingalterra e Brasil, acrescentamos os EUA e os PALOP.
Ora, nesta semana, fazemos o pleno.

*A "Europa", seja lá o que isso queira dizer, não me interessa nada.Enquanto for teta para ordenhar, aceita-se, mas depois que vá à sua vida. Continuo a ser um branco "preto" e daqui não saio.

Anónimo disse...

Ouvi há pouco o Miguel Sousa Tavares tratar a presidente do Brasil por presidenta, uma palavra inexistente na língua portuguesa, fora do âmbito popular.
Quando nos perdemos o respeito, tornamo-nos joguetes nas mãos dos outros.

Lura do Grilo disse...

O Lula acumulou mais de 1000 escândalos e estendeu sem dúvida quase até ao infinito a fronteira até ao que não é ético.

Dilma é uma terrorista e assassina. Ainda não era "Presidenta" e já tinha os assessores a vasculhar a vida privada da filha do concorrente à Presidência da República. O cheiro mudou ... o resto é mais do mesmo.

Gallião Pequeno disse...

Quem são? Parecem os "brôa de mel"...

Mani Pulite disse...

ESPEREMOS QUE DURANTE OS BANQUETES NÃO SIRVAM POR ENGANO LULAS RECHEADAS À CAMILA.ESSAS SÃO TUDINHAS PARA A DILMA.

Passaroco do Mondego disse...

Infelizmente, a Universidade de Coimbra, depois de Almeida Santos e outras existências inclassificáveis, prestou-se a mais um vexame hediondo de tão claro que é. Sabe-se lá com que preço, mas bem sabemos com que custo para uma Academia que sim,
- mereceu o nome de Briosa.

Saudações com muitos votos de grandes feitos neste seu grandioso Portugal dos Pequeninos

Anónimo disse...

Próximo está o dia em que haveremos de ensinar Tupi Guarani para esse povo europeu...rsrsrs

washington disse...

Portugal, colônia do Brasil? Uma proposta
DE SÃO PAULO
O jornal inglês "Financial Times" saiu com uma proposta inusitada nesta semana: o Brasil deveria anexar Portugal, que se tornaria uma província brasileira, abandonando a União Europeia. O jornal não poupou críticas ao estado atual da nação portuguesa, mergulhada em dívidas, desemprego recorde e com um primeiro-ministro demissionário porque não conseguiu apoio para seu plano de austeridade.
Já o Brasil, antiga colônia portuguesa, cresceu humilhantes 7,5% ano passado e é mercado cobiçado e garantidor de resultados das multinacionais portuguesas como a Portugal Telecom. Enquanto Portugal o Brasil saiu da lista de devedores do Fundo em 2005, e hoje em dia é credor líquido internacional. Daí a ideia de inverter os papéis entre antigos metrópole-colônia.
A proposta do "FT", obviamente, é uma piada.
Mas é fato que a presidente Dilma Rousseff foi recebida em Portugal nesta semana com ecos de sebastianismo. "Dilma veio com um discurso de parceria estratégica com Portugal, mas tudo o que os portugueses queriam era garantia de que o Brasil vai financiar a dívida portuguesa", contou-me uma influente jornalista portuguesa. "Queríamos o Brasil salvando Portugal, a Dilma chegando com o cheque e investimentos."
Portugal está tentando vender seus títulos até para o Timor. Mas, com o rebaixamento pelas agências de classificação de risco --estão a apenas dois degraus da nota 'junk'-- está difícil achar cliente. O país precisa de financiamento de € 21 bilhões entre abril e dezembro. A China, com US$ 3 trilhões de reservas internacionais, comprou apenas US$ 300 milhões de dívida pública portuguesa.
"Os discursos de Dilma e de Lula tiveram de incorporar a disponibilidade para ajudar Portugal na crise da dívida, embora, como se temia, além de palavras de circunstância e de vagas promessas, pouco de substancial tenha sobrado", dizia o editorial de quinta-feira do jornal Público.
Quiçá os portugueses esperavam do Brasil a mesma generosidade que o caudilho Hugo Chávez demonstrou com a Argentina. Quando os portenhos eram párias absolutos no mercado internacional e o regime bolivariano estava no auge da riqueza dos petrodólares, Chávez foi era p único a financiar a dívida argentina, embora a taxas não muito camaradas.
Mas Dilma foi pragmática e não se comprometeu com nada. "No caso dos títulos, nós temos de cumprir os requisitos que dizem respeito ao uso das reservas do Brasil. Quais são os requisitos do banco central? Que sejam títulos triplo A", disse. A Standard & Poor's baixou a nota de risco de Portugal para BBB-. "A única alternativa é a possibilidade de comprar títulos que não são triplo A com garantia. Ou garantia real ou de algum ativo que supra essa deficiência", completou Dilma.
Integrante da comitiva de Dilma em Portugal, o assessor internacional da presidência, Marco Aurélio Garcia, sublinhou que o Brasil precisa ser generoso com seus vizinhos, em entrevista a Assis Moreira, do Valor Econômico. Ele se referia à negociação das tarifas pagas aos paraguaios pela energia de Itaipu.
A ver se essa generosidade se estende aos países não vizinhos, mas historicamente irmãos.
Patrícia Campos Mello é repórter especial da Folha, Escreve sobre política e economia internacional. Foi correspondente em Washington durante quatro anos, onde cobriu a eleição do presidente Barack Obama, a crise financeira e a guerra do Afeganistão, acompanhando as tropas americanas. Tem mestrado em Economia e Jornalismo pela New York University. É autora dos livros "O Mundo Tem Medo da China" (Mostarda, 2005) e "Índia - da Miséria à Potência" (Planeta, 2008).
jfzonalestesegura.blogspot.com
jfsegura

Nuno Castelo-Branco disse...

Washington,

Creio que Dilma esteve à altura, defendendo o seu país e não entrando na conversa desesperada de quem não soube gerir este país. Se o Brasil quiser ajudar, que vá mais longe e exija posições determinantes que paralelamente, nos libertem do sufoco da Europa. Seria benéfico para ambos os países e isto até tem alguns precedentes históricos, pelo menos nas intenções.