24.10.10

OS MONÁRQUICOS


Um tal Paulo Estevão foi "reconduzido" - que ironia - como presidente do Partido Popular Monárquico ou do que resta dele. O PPM integrou a AD, em 1979, com Gonçalo Ribeiro Telles que entretanto foi praticamente transformado em compagnon de route do PS. Depois perdeu-se-lhe o rasto salvo quando aparece em outdoors de terceiros. Quantos partidos monárquicos haverá em Portugal já que têm uma irreprimível tendência para se zangar uns com os outros?

10 comentários:

mpr disse...

Quantos partidos social-democratas haverá em Portugal já que têm uma irreprimível tendência para se zangar uns com os outros?

O Grande Circo do Movimento Monarquico disse...

Á pergunta do João Gonçalves relativa a quantos partidos monarquicos existem em Portugal, eu acrescento a pergunta de quantos candidatos a rei existem em Portugal....o PPM apoiava oficialmente, no tempo da liderança do Fadista Nuno da Camara Pereira, a candidatura a rei do Duque de Loulé e combatia a candidatura de D. Duarte. Não faço ideia se, com a nova liderança, se vai manter o apoio á candidatura do Duque de Loulé ou se vão passar a apoiar outro dos candidatos que estão no terreno....depois temos tambem o caso dos monarquicos legitimistas/miguelistas, a terceira via da causa monarquica, que não estão nem com a candidatura do D. Duarte nem com a do Duque de Loulé nem com nenhum dos outros candidatos mais obscuros...não se percebendo bem quem querem sentar no trono de Portugal.
Eu cá sou um monarquico assumidamente da quarta via....aquela que defende que o Principe da Fuzeta é o legitimo herdeiro do trono da tugalandia...

http://www.principadodafuzeta.com.pt/histor.php

floribundus disse...

a divisão de opiniões é comum a todos os partidos e grupos. ou seja 'ajuntamentos de mais de uma pessoa'.
na igreja de Sato António dos Portugueses (Roma) encontra-se o tumulo duma princesa que suponho terá a filha de D.João vi e mulher do 1º Duque de Loulé. a família não se interessou por ela depois de morta e foram os SRS. PADRES que fizeram o funeral. tem uma simples lápide ao contrário de 1º conde de Palmela que tem uma esculpida por António Canova. D. Miguel I morou nas proximidades

Anónimo disse...

São as chamadas intrigas palacianas:principes contra marqueses, contra duques, duques contra condes e viscondes contra barões. ( Sim que nesses meios não há plebe, são todos titulares).

joshua disse...

Os Partidos, meu caro.

observador disse...

Nesta era de emigrantes brasileiros, nunca percebi porque não importam um representante da Casa Imperial Brasileira para Rei de Portugal, pois, pelo menos, não é da ala miguelista e absolutista.

E, com um pouco de sorte, ainda se fará a fusão de Portugal e Brasil, debaixo da mesma Coroa, para depois nos fundirmos com a família Santos de Angola, e assim sucessivamente, resconstruindo o Império.

O que é preciso é pensar global ....

Karocha disse...

Os "Monárquicos"em Portugal são uma graça!!!

mpr disse...

Sabem todos tanto sobre miguelismo e absolutismo.
As gerações passadas estão cheias de gloriosos politólogos e fazedores de opinião. Todos iguais e igualmente vazios.
Ai, a soberba, a soberba...

Anónimo disse...

Nuno da Câmara Pereira é um conde-nato. Assim como toda a tribo de desocupados aventaleiros que gostam de brincar às casas-de-árvore e ao clube-dos-pijamas, com monogramas dourados bordados no bolsinho. Brincadeiras. Pobres Srs. Pedro, Luís, Carlos e Manuel de Bragança...devem estar às voltas nos respectivos sarcófagos.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

Não faz sentido a existência de um «partido» monárquico porque a Monarquia está genuinamente acima dos partidos.
Mas faz imenso sentido a Constituição desta III República excluir em letra de forma a Monarquia ...
Se não é medo, é o quê ?