30.8.08

REGIME PAPAGAIO

Aqui e no artigo no Público, José Pacheco Pereira reflecte bem sobre a propaganda do regime. Aliás, num "regime papagaio" como o nosso não é difícil perceber que tantos papagaios, de extracção diversa e oposta, peçam respectivamente ao 1º ministro e à líder do PSD que falem. A um, dos "crimes". À outra, de tudo. Eu prefiro não ouvir ninguém e continuar a ler.

8 comentários:

Anónimo disse...

nesta república há constates peditórios
uma esmolinha
um tacho
e por aí fora.
"trabalhar é bom para o preto"
não há pachorra para ouvir resendes, metelos, tavares e o jogo de cintura das barbies.
o lixo humano chegado das "berças" assaltou o país

radical livre

© 2010 - Leonardo Kifer. disse...

Eu adorei o blog, e gostei muito dos posts... Não conheço muito da cultura politica do seu país. Mas agora irei começar a estudar um pouco mais sobre. Estou te add em meus favoritos para poder ler sempre seus posts.

joshua disse...

João, a todos eles falta um módico de taciturno ou de tagarela. O nosso mal é tolerar pouco o imoderado tagarala alheio e não lhe suportar o taciturno. Desconfiar, desconfiamos de ambas as coisas.

PALAVROSSAVRVS REX

Anónimo disse...

Outro exemplo de propaganda: os comentadores convidados das notícias da manhã no fim de semana.

Anónimo disse...

Medidas eficazes para garantir a segurança.
http://www.megaresistencia.com/portada/content/view/3133/1/

Carlos Medina Ribeiro disse...

A propósito da imagem que ilustra este post: ver duas gravuras de 1923 e uma foto de 1934, de verdadeiras escolas para papagaios [aqui]

Anónimo disse...

Adoro quando dá a mosca no Pacheco. E apesar de tudo, caríssimo João Gonçalves, apesar de a coisa vir bem embrulhada naquele ar toma lá e vê se gostas, há uma desonestidadezinha primordial, visceral, típica do Zé Pacheco: ele fala da culpa, da manha sonsa do governo, como se todo o mal e todo o horror nascessem, crescessem e morressem aí. Ainda bem que você, louvado seja o Bendito, pôs os pontos nos iis. Porque em boa verdade a coisa tem a ver com regime e partidos. E agora adivinhem porque é que no fundamental, o Pacheco não fala ?!

Anónimo disse...

Prefiro a acção à "oração". Na acção vejo o que se faz, sendo mais difícil enganarem-me. Com a oração a situação apresenta-se mais séria, pois nunca se sabe onde está a verdade, frequentemente postergada pela mentira mais sonante, bem elaborada, que nos leva como cordeirinhos.
Há que ter também em atenção que nem todos conseguem entender a "oração", pois, por vezes, dada a forma como foi dita,é possível encontrar nela vários sentidos. O que é perverso e enganador.
Recordo o caso da sopeira que pediu à patroa para ir ouvir o sermão que o prior ia fazer na igreja.
Quando regressou, com um ar muito feliz, a patroa perguntou-lhe: Então, Maria, o que disse o Sr. prior? Resposta da Maria: O que ele disse não sei, mas que era muito bonito, lá isso era.
Na política passa-se o mesmo.