A visão, ontem na tv, da Tereza Coelho, a "conservadora" de Lobo Antunes na Dom Quixote, metida numa grande superfície entre detergentes e margarinas, a "defender" a sua mais recente aquisição literária, a sra. D. Carolina Salgado que estava a dar autógrafos, seria cómica se não fosse trágica. Que saudades da Tereza que escreveu, a meu pedido, uma pequena e bela prosa para o Semanário que Deus tem (o do Victor Cunha Rego) sobre "A insustentável leveza do ser", acabado então de editar precisamente pela Dom Quixote no tempo em que a editora era viva. Não é mesmo nada fácil.
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