«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
24.7.09
A CAUSA DELES
A CAUSA DELES
16.6.09
BARROSO, AFINAL, VITAL
BARROSO, AFINAL, VITAL
9.6.09
BEM HAJAM
BEM HAJAM
7.6.09
DO PÂNTANO AO PANTANAL
DO PÂNTANO AO PANTANAL
2.6.09
O FATAL MOREIRA E O MINISTRO S.S.

Nota: O ministro S. Silva, o capataz-mor do PS e do governo para a propaganda, "teorizou" na televisão sobre a versão tosca do seu candidato. A mesma conversa em sofisticado. Depois vem o admirável líder falar no «partido da Europa«. Mais parece coisa centro-africana ou latino-americana. Em muito mau.
O FATAL MOREIRA E O MINISTRO S.S.

Nota: O ministro S. Silva, o capataz-mor do PS e do governo para a propaganda, "teorizou" na televisão sobre a versão tosca do seu candidato. A mesma conversa em sofisticado. Depois vem o admirável líder falar no «partido da Europa«. Mais parece coisa centro-africana ou latino-americana. Em muito mau.
31.5.09
A FAMÍLIA ADAMS

jcd, Blasfémias
Vasco Pulido Valente, Público
«Em se tratando da incomensurável responsabilidade do cargo de conselheiro de Estado, a suspeita chega e sobra para, a bem do prestígio institucional, condenar politicamente um sujeito e empurrá-lo rumo à porta, ou, nas palavras oficiais do PS, constatar com "satisfação" que "a democracia funcionou". Já quando o sujeito ocupa cargos irresponsáveis e integra instituições desprestigiadas, nenhuma suspeita importa: a democracia pode seguir disfuncional à vontade que o PS e pelos vistos o país também ficam satisfeitos. Seria pois ridículo enxotar um primeiro-ministro, digamos, a partir de julgamentos de carácter. Embora a continuidade do eng. Sócrates no eminente Conselho de Estado me pareça motivo para um mal-estar generalizado que, talvez por distracção, ainda não notei.»
A FAMÍLIA ADAMS

jcd, Blasfémias
Vasco Pulido Valente, Público
«Em se tratando da incomensurável responsabilidade do cargo de conselheiro de Estado, a suspeita chega e sobra para, a bem do prestígio institucional, condenar politicamente um sujeito e empurrá-lo rumo à porta, ou, nas palavras oficiais do PS, constatar com "satisfação" que "a democracia funcionou". Já quando o sujeito ocupa cargos irresponsáveis e integra instituições desprestigiadas, nenhuma suspeita importa: a democracia pode seguir disfuncional à vontade que o PS e pelos vistos o país também ficam satisfeitos. Seria pois ridículo enxotar um primeiro-ministro, digamos, a partir de julgamentos de carácter. Embora a continuidade do eng. Sócrates no eminente Conselho de Estado me pareça motivo para um mal-estar generalizado que, talvez por distracção, ainda não notei.»
30.5.09
VITAL, O ORDINÁRIO CANDIDATO

VITAL, O ORDINÁRIO CANDIDATO

29.5.09
IRRECOMENDÁVEIS
IRRECOMENDÁVEIS
NÓS, EUROPEUS?

NÓS, EUROPEUS?
