«PS e PSD chegaram a acordo para a nomeação de nova juíza do Tribunal Constitucional, Catarina Castro : é aluna de doutoramento, filha do deputado socialista presidente da Comissão parlamentar de assuntos constitucionais, faz parte do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos (eleita pela A.R.), ex-membro da comissão Nacional de Protecção de Dados (indicada pelo governo), ex-membro, pelo PS, da assembleia municipal da Marinha Grande, ex-jurista do gabinete do presidente do Tribunal Constitucional, ex-adjunta do Gabinete da Secretaria de Estado da Modernização Administração, docente de direito público e administrativo na Universidade de Coimbra.»
*Na verdade, o título do post é que resume a coisa: «seria melhor um pouco mais de exigência.» Como se o critério (que me perdoe o autor a interferência) fosse a "exigência". Repare-se que, levado às derradeiras consequências, é com este "critério" que se passa de "jota" a adjunto ou a deputado, de deputado a secretário de Estado, de secretário de Estado a ministro e de ministro a, por exemplo, banqueiro ou empreiteiro. Também já existe em género "chefe de governo". O caminho na floresta, por onde permeiam todos estes passos, fica por conhecer.