
«Somos poucos mas vale a pena construir cidades e morrer de pé.» Ruy Cinatti joaogoncalv@gmail.com
2.1.12
ACORDO ORTOGRÁFICO?

30.12.11
20.4.11
COM RICARDO PAIS NO PORTO

Conheci o Ricardo Pais, há muitos anos, por baixo do palco do Grande Auditório da Gulbenkian. Ele encenava - e ensaiava com Jorge Salavisa e Vasco Wellemkamp - Só Longe Daqui para o defunto Ballet Gulbenkian e eu escrevia para o igualmente desaparecido Semanário. Depois revi-o no Dona Maria (outra coisa praticamente morta), no São João e no Rivoli. Nem sempre estivemos de acordo quando ambos tivemos responsabilidades no ministério da Cultura (mais um venerando falecido às mãos do demissionário socratismo) ou mesmo depois. Mas sempre segui e admirei o trabalho do Ricardo, de Lisboa (desde a Casa da Comédia) ao Porto ou em Viseu. Por isso lhe propus que apresentasse o Contra a Literatice e Afins no Porto onde agora reside (o convite está aqui à direita). É mais logo, a partir das 18 horas, na Fnac de Santa Catarina.14.4.11
A "OBJECTIVIDADE" PODE SER SUBJECTIVA*

Ana Cristina Leonardo, Expresso. 9.4.11
3.4.11
"OS MORNOS SÃO VOMITADOS POR DEUS"

João Pereira Coutinho, suplemento Domingo (CM)
2.4.11
29.3.11
«PROVA ORAL»

26.3.11
O "FERRÃO VENENOSO"
Contra a Literatice e Afins na "estante" de João Céu e Silva.
Adenda 2: Por falar em Tolentino, esta entrevista de onde retirei a seguinte epifania - «eu gosto muito de olhar para os caracóis. Se tivesse que escolher um ser vivo na natureza para falar de mim, era o caracol. Por causa de uma frase que está associada: "Tudo o que tenho, trago comigo". Tolentino: faça como a Patricia Highsmith que também adorava caracóis. Sempre que viajava, metia uns quantos entre os seios, no soutien. Era uma forma de os trazer sempre consigo.
25.3.11
«PELA LITERATURA, CONTRA A LITERATICE»

«A literatura não é um território de pacificação ou de anemia. ‘Contra a Literatice e Afins’ (Guerra e Paz), de João Gonçalves, foi ontem lançado em Lisboa, e é um inventário de argumentos sobre a matéria. Gonçalves é um excelente leitor que não depende no universo de deferências literárias e editoriais – tem, a seu favor, o mau génio, a tentação polémica, a necessidade de beleza. Disso tudo fala a literatura; de renascimento, de vingança, de uma eternidade que não demora a passar. As boas consciências que procuram ver na leitura "um acto de cidadania" escusam de passar por estas páginas, verdadeiros textos de guerrilha onde sobrevoa a inspiração de Sena e o deslumbramento diante dos mestres (Gaspar Simões ou Prado Coelho, por exemplo). Pela literatura, contra a literatice.»
Francisco José Viegas, CM
(editado aqui na ortografia dita antiga)
A LUTA CONTINUA




24.3.11
CONVIDO


