Mostrar mensagens com a etiqueta Augusto Santos Silva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Augusto Santos Silva. Mostrar todas as mensagens

21.1.12

AUGUSTO, O SABEDOR

Pode não se concordar com ele - é o meu caso - mas a inocuidade não é o forte deste militante socialista que Sócrates roubou ao "alegrismo" para fazer dele uma peça essencial dos seus seis anos de regime. Sabe-a toda.

AUGUSTO, O SABEDOR

Pode não se concordar com ele - é o meu caso - mas a inocuidade não é o forte deste militante socialista que Sócrates roubou ao "alegrismo" para fazer dele uma peça essencial dos seus seis anos de regime. Sabe-a toda.

29.1.11

UM OTELISTA À DEFESA


«Se há cargo que suscita vocações em Portugal, esse cargo é o de Presidente da República. Não é só o cargo que mais estabilidade oferece ao seu titular – dez anos é a média e a norma – mas ainda é aquele que recompensa o simples aspirante, desde que se anuncie como candidato independente, ou simplesmente se apresente. O almirante Pinheiro de Azevedo estava numa cama de hospital em 1976 quando recolheu 14% dos votos, quase tantos como Otelo, que atingiu 16%, e na altura estava activíssimo e era apoiado pela fina flor dos intelectuais críticos do sistema nascituro.» Medeiros Ferreira lembra bem esta "otelice", uma "doença infantil" que atacou muita gente hoje patroa da chamada "esquerda democrática". Como Santos Silva, o actual ministro da defesa e adepto do terrorismo verbal como método político. Silva desculpa-se no Expresso, em relação aos impropérios que lançou contra o PR - quando afirmou que o Chefe de Estado não se deve meter onde não é chamado - com um "estava a pensar em... Ramalho Eanes". O mesmo Eanes que derrotou o "seu" Otelo em 1976 e, de novo, em 80. Silva só à superfície deixou de ser MES e "otelista". É caso para perguntar se a sua presença na Avenida da Ilha da Madeira não constituirá um erro de casting. Mesmo de rastos, as Forças Armadas mereciam melhor do que isto.

Adenda: Extrordinário exercício de hipocrisia política que só mesmo um antigo quadro do MES (frio e não lamechas como Sampaio) poderia perpetrar sem se rir.

UM OTELISTA À DEFESA


«Se há cargo que suscita vocações em Portugal, esse cargo é o de Presidente da República. Não é só o cargo que mais estabilidade oferece ao seu titular – dez anos é a média e a norma – mas ainda é aquele que recompensa o simples aspirante, desde que se anuncie como candidato independente, ou simplesmente se apresente. O almirante Pinheiro de Azevedo estava numa cama de hospital em 1976 quando recolheu 14% dos votos, quase tantos como Otelo, que atingiu 16%, e na altura estava activíssimo e era apoiado pela fina flor dos intelectuais críticos do sistema nascituro.» Medeiros Ferreira lembra bem esta "otelice", uma "doença infantil" que atacou muita gente hoje patroa da chamada "esquerda democrática". Como Santos Silva, o actual ministro da defesa e adepto do terrorismo verbal como método político. Silva desculpa-se no Expresso, em relação aos impropérios que lançou contra o PR - quando afirmou que o Chefe de Estado não se deve meter onde não é chamado - com um "estava a pensar em... Ramalho Eanes". O mesmo Eanes que derrotou o "seu" Otelo em 1976 e, de novo, em 80. Silva só à superfície deixou de ser MES e "otelista". É caso para perguntar se a sua presença na Avenida da Ilha da Madeira não constituirá um erro de casting. Mesmo de rastos, as Forças Armadas mereciam melhor do que isto.

Adenda: Extrordinário exercício de hipocrisia política que só mesmo um antigo quadro do MES (frio e não lamechas como Sampaio) poderia perpetrar sem se rir.

24.8.10

O ESPIÃO QUE SAIU A FRIO

Só um provinciano que não percebe nada de informações (intelligence), militares ou outras, é que informa graciosamente o respeitável público que se dispõe a instalar um "centro" delas algures.

Adenda (de um leitor habitual): Como é que possível que gente que não «assentou praça» e que tem como «habilitações» a «sociologia da batata» esteja numa pasta tão transversal, nacional e de Estado? Não resta dúvidas que o ex-MES forneceu ao PS e PSD quadros e personalidades para todos os gostos e feitios, desde Jorge Sampaio, Ferro Rodrigues, Catalina Pestana, Vieira da Silva, David Justino, Alberto Martins, João Cravinho, Augusto Mateus, Joel Hasse Ferreira, Manuel Braga da Cruz (reitor da Universidade Católica), etc. É curioso saber que o próprio Jorge Sampaio foi o primeiro a sair deste notável grupo, um bocadinho assustado com as propostas do então líder, Augusto Mateus, que prentendia cavalgar a «onda revolucionária» e ultrapassar pela esquerda o velhinho PCP. Também a ex-UDP tem sido uma boa fornecedora de «quadros», desde Jorge Coelho, António Perez Metello, José Manuel Fernandes, Henrique Monteiro, João Carlos Espada, António Vitorino (da UEDS), Nuno Ribeiro da Silva, etc. Por sua vez o glorioso MRPP forneceu e ainda fornece quadros de alto gabirito, desde o mais mediático, o Durão Barroso, ao Fernando Rosas, à Maria José Morgado, ao recentemente falecido Saldanha Sanches, Ana Gomes,etc. Nunca a «ex»-extrema esquerda (a doença infantil do comunismo) teve tão poder nestas últimas duas décadas num país europeu como a «ex»-extrema-esquerda portuguesa. Chegaram ao topo do Estado, desde a Defesa e Informações até às assessorias de S.Bento e Belém. Não é por acaso que estamos como estamos... São especialistas na balbúrdia, indisciplina, agitação e propaganda!»

O ESPIÃO QUE SAIU A FRIO

Só um provinciano que não percebe nada de informações (intelligence), militares ou outras, é que informa graciosamente o respeitável público que se dispõe a instalar um "centro" delas algures.

Adenda (de um leitor habitual): Como é que possível que gente que não «assentou praça» e que tem como «habilitações» a «sociologia da batata» esteja numa pasta tão transversal, nacional e de Estado? Não resta dúvidas que o ex-MES forneceu ao PS e PSD quadros e personalidades para todos os gostos e feitios, desde Jorge Sampaio, Ferro Rodrigues, Catalina Pestana, Vieira da Silva, David Justino, Alberto Martins, João Cravinho, Augusto Mateus, Joel Hasse Ferreira, Manuel Braga da Cruz (reitor da Universidade Católica), etc. É curioso saber que o próprio Jorge Sampaio foi o primeiro a sair deste notável grupo, um bocadinho assustado com as propostas do então líder, Augusto Mateus, que prentendia cavalgar a «onda revolucionária» e ultrapassar pela esquerda o velhinho PCP. Também a ex-UDP tem sido uma boa fornecedora de «quadros», desde Jorge Coelho, António Perez Metello, José Manuel Fernandes, Henrique Monteiro, João Carlos Espada, António Vitorino (da UEDS), Nuno Ribeiro da Silva, etc. Por sua vez o glorioso MRPP forneceu e ainda fornece quadros de alto gabirito, desde o mais mediático, o Durão Barroso, ao Fernando Rosas, à Maria José Morgado, ao recentemente falecido Saldanha Sanches, Ana Gomes,etc. Nunca a «ex»-extrema esquerda (a doença infantil do comunismo) teve tão poder nestas últimas duas décadas num país europeu como a «ex»-extrema-esquerda portuguesa. Chegaram ao topo do Estado, desde a Defesa e Informações até às assessorias de S.Bento e Belém. Não é por acaso que estamos como estamos... São especialistas na balbúrdia, indisciplina, agitação e propaganda!»

6.7.10

ALEGRISMO-SANTOS-SILVISMO


S. Silva regressou às "intervenções" de carácter "nacional" enquanto "teórico-prático" do PS, porventura mais a pensar no seu futuro (deverá ser um dos trinta e nove candidatos à sucessão de Sócrates) do que no do golden chefe. Silva saiu em defesa de Manuel Alegre - quem não se lembra do mesmo Silva a "malhar" em Alegre por Alegre "malhar" no PS? - para dizer que o vate não pertence à "esquerda revolucionária". Suspeita-se que, a pertencer a alguma coisa, Alegre será da esquerda palonça. A figura que anda para aí a fazer, que outra conclusão permite?

ALEGRISMO-SANTOS-SILVISMO


S. Silva regressou às "intervenções" de carácter "nacional" enquanto "teórico-prático" do PS, porventura mais a pensar no seu futuro (deverá ser um dos trinta e nove candidatos à sucessão de Sócrates) do que no do golden chefe. Silva saiu em defesa de Manuel Alegre - quem não se lembra do mesmo Silva a "malhar" em Alegre por Alegre "malhar" no PS? - para dizer que o vate não pertence à "esquerda revolucionária". Suspeita-se que, a pertencer a alguma coisa, Alegre será da esquerda palonça. A figura que anda para aí a fazer, que outra conclusão permite?

5.9.09

O "HABITUEM-SE" FINAL


Repare-se no seguinte. O beto que estava no lugar de Canas como porta-voz do PS oficial desapareceu de cena. E deu lugar a S. Silva, o verdadeiro porta-voz e um profissional do "socretismo" e da propaganda. Pelo menos até à noite das eleições. Que disse ele de interessante? Que os partidos se devem concentrar nas eleições, um "exclusivo" dos agentes políticos onde aquilo a que apelidou de "poderes fácticos" não metem bedelho. Querendo ou sem querer, Silva "explicou" o caso dos últimos dois dias. É o "habituem-se" de 2005, do pequeno Vitorino, em versão realista e de doloroso fim de festa.

O "HABITUEM-SE" FINAL


Repare-se no seguinte. O beto que estava no lugar de Canas como porta-voz do PS oficial desapareceu de cena. E deu lugar a S. Silva, o verdadeiro porta-voz e um profissional do "socretismo" e da propaganda. Pelo menos até à noite das eleições. Que disse ele de interessante? Que os partidos se devem concentrar nas eleições, um "exclusivo" dos agentes políticos onde aquilo a que apelidou de "poderes fácticos" não metem bedelho. Querendo ou sem querer, Silva "explicou" o caso dos últimos dois dias. É o "habituem-se" de 2005, do pequeno Vitorino, em versão realista e de doloroso fim de festa.

4.9.09

«O PS DE SÓCRATES É CONTRA A LIBERDADE»

«A decisão de censurar o Jornal Nacional de 6ª (JN6ª) foi tudo menos estúpida. O núcleo político do PS-governo mediu friamente as vantagens e os custos de tomar esta medida protofascista. E terá concluído que era pior para o PS-governo a manutenção do JN6ª do que o ónus de o ter mandado censurar. Trata-se de mais um gravíssimo atentado do PS de Sócrates contra a liberdade de informar e opinar. Talvez o mais grave. O PS já ultrapassou de longe a acção de Santana Lopes, Luís Delgado e Gomes da Silva quando afastaram a direcção do DN e Marcelo da TVI. A linguagem de Santos Silva e do próprio Sócrates na quinta-feira sobre o assunto não engana: pelo meio da lágrimas de crocodilo, nem um nem outro fizeram qualquer menção à liberdade de imprensa. Falaram apenas dos interesses do PS e do governo. Sócrates, por uma vez, até disse uma verdade: o PS não intervinha no JN6ª. Pois não, foi por isso que varreu o noticiário do espaço público. O PS-Governo de Sócrates não consegue coexistir com a liberdade dos outros. Criou uma central de propaganda brutal que coage os jornalistas. Intervém nas empresas de comunicação social. Legisla contra a liberdade. Fez da ERC um braço armado contra a liberdade (a condenação oficial do JN6ª pela ERC em Maio serviu de respaldo ao que aconteceu agora). Manda calar os críticos. Segundo notícias publicadas, pressiona e chantageia empresários, procura o controle político da justiça e é envolvido em escutas telefónicas. Cria blogues de assessores com acesso a arquivos suspeitos que existem apenas para destruir os críticos e os adversários políticos. Pressiona órgãos de informação. Coloca directa ou indirectamente “opiniões” e “notícias” nos órgãos de informação. Etc. O relato da suspensão do JN6ª, no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias e outros jornais de ontem é impressionante, sinistro e muito perigoso. Provir de supostos “socialistas”, portugueses e espanhóis, em nada diminui a gravidade desta censura. Esta suposta “esquerda” dos interesses, negócios e não resolvidos casos de justiça é brutal. Intervindo na TVI, o PS-Governo atingiu objectivos fundamentais. Como disse Mário Crespo (SICN, 03.09), o essencial resume-se a isto: J.E. Moniz e M. Moura Guedes foram eliminados —e com eles as direcções de Informação e Redacção e um comentador independente como V. Pulido Valente. Este PS-Governo é muito perigoso para a liberdade. Até o seu fundador está preso nesta teia, por razões que têm sido referidas. Ao reduzir a censura anticonstitucional, ilegal e protofascista do JN6ª a um caso de gestão, Soares desceu ao seu mais baixo nível político. É vergonhoso que seja ele, o da luta pela liberdade, a dizer uma coisa destas. Será que em 1975 o República também foi calado só por “razões de empresa”? O PS-governo segue o mesmo caminho de Chàvez, ao perseguir paulatinamente, um a um, os seus críticos: e segue o mesmo caminho de Putin, ao construir uma democracia meramente formal, em que se pode dizer que a decisão foi da Prisa não dele, em que se pode dizer que os empresários são livres, que os juízes são livres, que os funcionários públicos são livres, que os professores são livres, que os jornalistas são livres, que a ERC é livre, etc — mas o contrário está mais próximo da verdade. Para todos os efeitos, Portugal é uma democracia formal, mas estas medidas protofascistas vão fazendo o seu caminho. Não dizia Salazar que Portugal era mais livre que a livre Inglaterra? Sócrates e Santos Silva dizem o mesmo.»

Eduardo Cintra Torres, Público

«O PS DE SÓCRATES É CONTRA A LIBERDADE»

«A decisão de censurar o Jornal Nacional de 6ª (JN6ª) foi tudo menos estúpida. O núcleo político do PS-governo mediu friamente as vantagens e os custos de tomar esta medida protofascista. E terá concluído que era pior para o PS-governo a manutenção do JN6ª do que o ónus de o ter mandado censurar. Trata-se de mais um gravíssimo atentado do PS de Sócrates contra a liberdade de informar e opinar. Talvez o mais grave. O PS já ultrapassou de longe a acção de Santana Lopes, Luís Delgado e Gomes da Silva quando afastaram a direcção do DN e Marcelo da TVI. A linguagem de Santos Silva e do próprio Sócrates na quinta-feira sobre o assunto não engana: pelo meio da lágrimas de crocodilo, nem um nem outro fizeram qualquer menção à liberdade de imprensa. Falaram apenas dos interesses do PS e do governo. Sócrates, por uma vez, até disse uma verdade: o PS não intervinha no JN6ª. Pois não, foi por isso que varreu o noticiário do espaço público. O PS-Governo de Sócrates não consegue coexistir com a liberdade dos outros. Criou uma central de propaganda brutal que coage os jornalistas. Intervém nas empresas de comunicação social. Legisla contra a liberdade. Fez da ERC um braço armado contra a liberdade (a condenação oficial do JN6ª pela ERC em Maio serviu de respaldo ao que aconteceu agora). Manda calar os críticos. Segundo notícias publicadas, pressiona e chantageia empresários, procura o controle político da justiça e é envolvido em escutas telefónicas. Cria blogues de assessores com acesso a arquivos suspeitos que existem apenas para destruir os críticos e os adversários políticos. Pressiona órgãos de informação. Coloca directa ou indirectamente “opiniões” e “notícias” nos órgãos de informação. Etc. O relato da suspensão do JN6ª, no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias e outros jornais de ontem é impressionante, sinistro e muito perigoso. Provir de supostos “socialistas”, portugueses e espanhóis, em nada diminui a gravidade desta censura. Esta suposta “esquerda” dos interesses, negócios e não resolvidos casos de justiça é brutal. Intervindo na TVI, o PS-Governo atingiu objectivos fundamentais. Como disse Mário Crespo (SICN, 03.09), o essencial resume-se a isto: J.E. Moniz e M. Moura Guedes foram eliminados —e com eles as direcções de Informação e Redacção e um comentador independente como V. Pulido Valente. Este PS-Governo é muito perigoso para a liberdade. Até o seu fundador está preso nesta teia, por razões que têm sido referidas. Ao reduzir a censura anticonstitucional, ilegal e protofascista do JN6ª a um caso de gestão, Soares desceu ao seu mais baixo nível político. É vergonhoso que seja ele, o da luta pela liberdade, a dizer uma coisa destas. Será que em 1975 o República também foi calado só por “razões de empresa”? O PS-governo segue o mesmo caminho de Chàvez, ao perseguir paulatinamente, um a um, os seus críticos: e segue o mesmo caminho de Putin, ao construir uma democracia meramente formal, em que se pode dizer que a decisão foi da Prisa não dele, em que se pode dizer que os empresários são livres, que os juízes são livres, que os funcionários públicos são livres, que os professores são livres, que os jornalistas são livres, que a ERC é livre, etc — mas o contrário está mais próximo da verdade. Para todos os efeitos, Portugal é uma democracia formal, mas estas medidas protofascistas vão fazendo o seu caminho. Não dizia Salazar que Portugal era mais livre que a livre Inglaterra? Sócrates e Santos Silva dizem o mesmo.»

Eduardo Cintra Torres, Público

21.8.09

O REGRESSO DO MINISTRO S. S. OU O IMPASSE

Faltava este. Andava demasiado calado. Regressou das trevas de onde nunca verdadeiramente saiu para tentar exautorar Manuela Ferreira Leite. Manuel Maria Carrilho, em 2001, chamou-lhe o impasse. Nunca teve tanta razão.

O REGRESSO DO MINISTRO S. S. OU O IMPASSE

Faltava este. Andava demasiado calado. Regressou das trevas de onde nunca verdadeiramente saiu para tentar exautorar Manuela Ferreira Leite. Manuel Maria Carrilho, em 2001, chamou-lhe o impasse. Nunca teve tanta razão.

9.6.09

O SILVA ULULANTE


O dr. Santos Silva, o inevitável dr. Santos Silva, o ministro S. S. da propaganda, regressou imediatamente com o seu melhor estilo caceteiro-sociológico, a fazer lembrar a saudosa militância no MES. Segundo este distinto membro da direcção do PS e do governo de Portugal, as eleições europeias são "eleições de segunda ordem". Então o "seu" Tratado de Lisboa também será de "segunda ordem"? O pedido de adesão à então Comunidade, pela mão de Soares e de Medeiros Ferreira, também terá sido um gesto de "segunda ordem"? E era neste "óbvio ululante" que o Eduardo Pitta queria que nós votássemos?

O SILVA ULULANTE


O dr. Santos Silva, o inevitável dr. Santos Silva, o ministro S. S. da propaganda, regressou imediatamente com o seu melhor estilo caceteiro-sociológico, a fazer lembrar a saudosa militância no MES. Segundo este distinto membro da direcção do PS e do governo de Portugal, as eleições europeias são "eleições de segunda ordem". Então o "seu" Tratado de Lisboa também será de "segunda ordem"? O pedido de adesão à então Comunidade, pela mão de Soares e de Medeiros Ferreira, também terá sido um gesto de "segunda ordem"? E era neste "óbvio ululante" que o Eduardo Pitta queria que nós votássemos?