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1.1.12

MATOS EM SÃO CARLOS



Auspiciosa a abertura do São Carlos em 2012. O "concerto de ano novo" demonstrou, uma vez mais, a qualidade dos corpos artístico-musicais do Teatro, a saber, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (com uma saudação muito especial para a Irene Lima) e o Coro. E confirmou a Matos como uma grande intérprete mundial. Estão de parabéns o João Villa-Lobos e o César Viana enquanto responsáveis pela gestão da casa em tempos difíceis.

8.10.11

A ISABEL DA ELISABETE




Don Carlos, de Verdi, a sua obra porventura mais "negra" e mais "política", regressa ao São Carlos. A última vez que lá passou foi em 1977 e no papel de Isabel de Valois estava Mara Zampieri. Agora está a Matos, a Elisabete Matos, que por circunstâncias várias vive lá fora e ombreia com qualquer das melhores intérpretes líricas do momento. Dos restantes intérpretes, da encenação ou da direcção musical pouco sei mas a Matos consola-me. Vamos ver.

22.3.11

O CHAPÉU DE TRÊS BICOS

Na tv estavam três comentadores. Dois deles são pessoas que muito estimo. A moderadora também. Antes de tirar o som, um dos que estimo estava a zurzir o PR. O outro fê-lo moderada e doutrinariamente, "inspirado" no "apelo angustiado" anti-catástrofe do seu velho amigo Mário Soares. E então tirei o som. Preferi o Manuel de Falla. A peça, toda, com Barenboim e Elisabete Matos.





18.7.10

IN QUESTA REGGIA



«O nosso país não oferece condições para estabelecer» uma carreira lírica, disse Elisabete Matos numa entrevista na televisão. Elisabete nasceu em Braga, vive em Espanha e é hoje uma extraordinária intérprete de ópera, do repertório "verista" a Wagner. Conheci-a no São Carlos e "segui-a" até ao Liceu de Barcelona. A Matos não cantar cá tanto como devia também releva da merda do estado da nação in questa reggia.

(clip: Puccini, Turandot. Festival de Toledo. 2008)