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31.10.12

O embuste


 


O sr. Sá Fernandes, mais um profeta que entrou na CML para nossa eterna infelicidade (veja-se a irredemível estupidez dos circuitos das ciclovias), quer agora acabar com os graffiti em 2013. Entretanto, inventaram - a câmara - mais uma taxa, desta vez de conservação de esgotos, que acabei de pagar. Com a cidade permanentemente esventrada, suja, a cheiral mal, com um trânsito esquizofrénico, a "prioridade" deste alucinado é acabar com os graffiti e ajudar a inventar taxas (como se não bastasse o fatal IMI). Não haverá nenhum criativo que exiba este monumental embuste num graffiti inapagável?


 


Foto: streetfilles.org.

3.3.11

COSTA E FERNANDES, A QUADRATURA INFERNAL DE LISBOA

Estou a olhar para a tv - muda - onde, entre esgares e movimentos labiais, presumivelmente os três "quadratura" da sicn discutem a pátria. No momento em que escrevo, o taumaturgo é António Costa que, nos intervalos deste programa, preside a Lisboa a partir do Intendente. Há dias passei pelos Paços do Concelho, pelo lado da Rua do Comércio, e reparei que, no lugar reservado aos carros oficiais da CML, estava um carrinho eléctrico (talvez dois) a carregar. Como? Simples. Instalaram no passeio contíguo dois carregadores (idênticos aos das bombas de gasolina) para o efeito. Disseram-me depois que, pelo menos um dos carrinhos, é do extraordinário vereador Sá Fernandes, aquele que, entre outros disparates, esventrou Lisboa com ciclovias que ninguém usa. Consta que Costa pretende recandidatar-se à CML em 2013, muito provavelmente com o dito Fernandes às cavalitas. Não se esqueçam, lisboetas, de os reeleger.

COSTA E FERNANDES, A QUADRATURA INFERNAL DE LISBOA

Estou a olhar para a tv - muda - onde, entre esgares e movimentos labiais, presumivelmente os três "quadratura" da sicn discutem a pátria. No momento em que escrevo, o taumaturgo é António Costa que, nos intervalos deste programa, preside a Lisboa a partir do Intendente. Há dias passei pelos Paços do Concelho, pelo lado da Rua do Comércio, e reparei que, no lugar reservado aos carros oficiais da CML, estava um carrinho eléctrico (talvez dois) a carregar. Como? Simples. Instalaram no passeio contíguo dois carregadores (idênticos aos das bombas de gasolina) para o efeito. Disseram-me depois que, pelo menos um dos carrinhos, é do extraordinário vereador Sá Fernandes, aquele que, entre outros disparates, esventrou Lisboa com ciclovias que ninguém usa. Consta que Costa pretende recandidatar-se à CML em 2013, muito provavelmente com o dito Fernandes às cavalitas. Não se esqueçam, lisboetas, de os reeleger.

1.9.09

O "ACORDO COLIGATÓRIO" NO SEU LABIRINTO


Costa pode ser o primeiro vereador da oposição na CML a partir de 11 de Outubro. Ou será Roseta, a "dois" da lista mas não a "dois" do PS? Este "acordo coligatório" ainda vai , graças a Deus, acabar mal. Não há "claques" que o salvem. Lopes vai passar duas semanas a falar com os lisboetas e não com as "federações" do partido, individuais ou colectivas. É só isso que é preciso.

O "ACORDO COLIGATÓRIO" NO SEU LABIRINTO


Costa pode ser o primeiro vereador da oposição na CML a partir de 11 de Outubro. Ou será Roseta, a "dois" da lista mas não a "dois" do PS? Este "acordo coligatório" ainda vai , graças a Deus, acabar mal. Não há "claques" que o salvem. Lopes vai passar duas semanas a falar com os lisboetas e não com as "federações" do partido, individuais ou colectivas. É só isso que é preciso.

12.7.09

REQUIEM POR GONÇALO


Lembro-me de Gonçalo Ribeiro Telles da AD de 1979. Na primeira manifestação pública da AD entre o Marquês e o Rossio. E de 80. Depois, dá-me ideia que votei nele (ou em alguém por ele, talvez Miguel Esteves Cardoso) numa autárquicas quaisquer em Lisboa. Quando Soares saiu de Belém, Ribeiro Telles recuperou o seu anti-fascismo romântico e monárquico (sempre estes "nossos pobres monárquicos" na sábia síntese do Doutor Salazar) através do ataviamento arquitectónico que proporcionou à Fundação Mário Soares em São Bento e nas Cortes, perto de Leiria. Andou com o Joãozinho ao colo (ou ele ao colo do Joãozinho) quando este foi edil em Lisboa. Aos poucos, e com as ridículas dissidências no campo monárquico, Ribeiro Telles deixou-se embalar pela "esquerda". Apoiou o "Zé" (Sá Fernandes) quando ele supostamente fazia falta. Agora, que já é uma certeza como oportunista político-delirante, devidamente "encaixado" pelo traquejo tarimbeiro do dr. Costa, Ribeiro Telles não hesita em ir atrás desta mixórdia para Lisboa. A senectude não desculpa tudo.


Adenda: De um leitor devidamente identificado, por mail.
«Ribeiro Telles é assim, mas sempre foi assim. É por isso injusto atribuir à idade as suas opções. O consenso acerca de Ribeiro Telles só foi possível pela ignorância generalizada sobre o que escreveu Caldeira Cabral e o que fizeram vários outros paisagistas da geração de Ribeiro Telles. Durante anos o jardim da Gulbenkian foi atribuído apenas ao Ribeiro Telles quando a base do jardim estava desenhada por Viana Barreto quando o convidou a integrar a equipa de projecto (na sequência da demissão de Ribeiro Telles da Câmara de Lisboa, por causa de uma polémica sobre a vegetação da avenida da Liberdade). Nem por isso Viana Barreto deixou de ser amigo e defender sistematicamente Ribeiro Telles. Ribeiro Telles é um grande comunicador, é um homem de traço fácil no desenho de jardins mas com um ego tremendamente grande que sempre o impediu de reconhecer as dívidas intelectuais que tinha quer para com o professor Caldeira Cabral, quer para os colegas da sua geração que pensaram e escreveram quase todas as ideias que são atribuídas ao seu grande divulgador, Ribeiro Telles. É exactamente este ego, igual ao que sempre foi, que o faz apoiar agora quem apoia. Mas é injusto dizer que está senil porque efectivamente não é verdade.»

REQUIEM POR GONÇALO


Lembro-me de Gonçalo Ribeiro Telles da AD de 1979. Na primeira manifestação pública da AD entre o Marquês e o Rossio. E de 80. Depois, dá-me ideia que votei nele (ou em alguém por ele, talvez Miguel Esteves Cardoso) numa autárquicas quaisquer em Lisboa. Quando Soares saiu de Belém, Ribeiro Telles recuperou o seu anti-fascismo romântico e monárquico (sempre estes "nossos pobres monárquicos" na sábia síntese do Doutor Salazar) através do ataviamento arquitectónico que proporcionou à Fundação Mário Soares em São Bento e nas Cortes, perto de Leiria. Andou com o Joãozinho ao colo (ou ele ao colo do Joãozinho) quando este foi edil em Lisboa. Aos poucos, e com as ridículas dissidências no campo monárquico, Ribeiro Telles deixou-se embalar pela "esquerda". Apoiou o "Zé" (Sá Fernandes) quando ele supostamente fazia falta. Agora, que já é uma certeza como oportunista político-delirante, devidamente "encaixado" pelo traquejo tarimbeiro do dr. Costa, Ribeiro Telles não hesita em ir atrás desta mixórdia para Lisboa. A senectude não desculpa tudo.


Adenda: De um leitor devidamente identificado, por mail.
«Ribeiro Telles é assim, mas sempre foi assim. É por isso injusto atribuir à idade as suas opções. O consenso acerca de Ribeiro Telles só foi possível pela ignorância generalizada sobre o que escreveu Caldeira Cabral e o que fizeram vários outros paisagistas da geração de Ribeiro Telles. Durante anos o jardim da Gulbenkian foi atribuído apenas ao Ribeiro Telles quando a base do jardim estava desenhada por Viana Barreto quando o convidou a integrar a equipa de projecto (na sequência da demissão de Ribeiro Telles da Câmara de Lisboa, por causa de uma polémica sobre a vegetação da avenida da Liberdade). Nem por isso Viana Barreto deixou de ser amigo e defender sistematicamente Ribeiro Telles. Ribeiro Telles é um grande comunicador, é um homem de traço fácil no desenho de jardins mas com um ego tremendamente grande que sempre o impediu de reconhecer as dívidas intelectuais que tinha quer para com o professor Caldeira Cabral, quer para os colegas da sua geração que pensaram e escreveram quase todas as ideias que são atribuídas ao seu grande divulgador, Ribeiro Telles. É exactamente este ego, igual ao que sempre foi, que o faz apoiar agora quem apoia. Mas é injusto dizer que está senil porque efectivamente não é verdade.»

28.5.09

SEPULTAR LISBOA


Quem lá passa todos os dias, como eu, não pode deixar de subscrever esta medonha evidência: «Os intentos de António Costa, Manuel Salgado e Sá Fernandes em relação ao Terreiro do Paço suscitam profunda preocupação e enorme indignação. Na verdade, aproveitar o balanço e os movimentos de terras de umas obras de saneamento para intervir na principal Praça da Cidade e do País é um abuso inqualificável.» Estas criaturas montaram um sarilho no trânsito e na qualidade de vida de uma das zonas mais "nobres" e bonitas da capital. E tornaram Lisboa insuportável. Não se esqueçam, pois, de os reeleger.

SEPULTAR LISBOA


Quem lá passa todos os dias, como eu, não pode deixar de subscrever esta medonha evidência: «Os intentos de António Costa, Manuel Salgado e Sá Fernandes em relação ao Terreiro do Paço suscitam profunda preocupação e enorme indignação. Na verdade, aproveitar o balanço e os movimentos de terras de umas obras de saneamento para intervir na principal Praça da Cidade e do País é um abuso inqualificável.» Estas criaturas montaram um sarilho no trânsito e na qualidade de vida de uma das zonas mais "nobres" e bonitas da capital. E tornaram Lisboa insuportável. Não se esqueçam, pois, de os reeleger.

26.11.08

O EVANGELISTA DE OCASIÃO

Sá Fernandes, o antigo "Zé-é-que-sabe", "passou-se" para o PS. Se houvesse dúvidas acerca da transumância, a patética entrevista que concede na parte traseira do DN ao João Pedro Henriques acaba com as dúvidas. É um misto de cretinice política com oportunismo. Como é que um tipo que é vereador numa câmara que se caracteriza pela inacção pode afirmar que "este PS tem sido muito bom para Lisboa"? Ou que "este mandato tem sido extraordinário em termos de concretização de promessas"? Bem feito para aqueles que, com credulidade, acreditaram em mais um pequeno evangelista de ocasião.

O EVANGELISTA DE OCASIÃO

Sá Fernandes, o antigo "Zé-é-que-sabe", "passou-se" para o PS. Se houvesse dúvidas acerca da transumância, a patética entrevista que concede na parte traseira do DN ao João Pedro Henriques acaba com as dúvidas. É um misto de cretinice política com oportunismo. Como é que um tipo que é vereador numa câmara que se caracteriza pela inacção pode afirmar que "este PS tem sido muito bom para Lisboa"? Ou que "este mandato tem sido extraordinário em termos de concretização de promessas"? Bem feito para aqueles que, com credulidade, acreditaram em mais um pequeno evangelista de ocasião.

17.11.08

O "ZÉ" RECICLADO

A triste figura que o "ex-Zé é que sabe" está a fazer no "prós e contras", ao lado da ajudante de Mário Lino, é lapidar. Deve ser, aliás, a única "obra" de António Costa como presidente de câmara. A reciclagem do "Zé".

O "ZÉ" RECICLADO

A triste figura que o "ex-Zé é que sabe" está a fazer no "prós e contras", ao lado da ajudante de Mário Lino, é lapidar. Deve ser, aliás, a única "obra" de António Costa como presidente de câmara. A reciclagem do "Zé".

7.6.08

O "SÔ" ZÉ

O palerma do "Zé faz falta" - o vereador "friendly" de António Costa e do PS na Câmara Municipal de Lisboa, convém recordar aos socialistas mais "escandalizados" - permitiu um disparate na Praça das Flores, em Lisboa. O "Zé" entrou para a CML pela mão do BE que já não vê a hora de se ver livre dele. Desde o início que se percebeu que o "Zé" fora metido no bolso de trás das calças de Costa. Isso deu-lhe alguma folga cujas consequências estão agora bem ilustradas na dita Praça. Os bem pensantes que andaram com o "Zé" ao colo, de António Barreto ao arq. Ribeiro Telles, devem estar corados de vergonha. O PS que não se esqueça do "Zé" nas próximas eleições autárquicas, sim?

O "SÔ" ZÉ

O palerma do "Zé faz falta" - o vereador "friendly" de António Costa e do PS na Câmara Municipal de Lisboa, convém recordar aos socialistas mais "escandalizados" - permitiu um disparate na Praça das Flores, em Lisboa. O "Zé" entrou para a CML pela mão do BE que já não vê a hora de se ver livre dele. Desde o início que se percebeu que o "Zé" fora metido no bolso de trás das calças de Costa. Isso deu-lhe alguma folga cujas consequências estão agora bem ilustradas na dita Praça. Os bem pensantes que andaram com o "Zé" ao colo, de António Barreto ao arq. Ribeiro Telles, devem estar corados de vergonha. O PS que não se esqueça do "Zé" nas próximas eleições autárquicas, sim?

22.11.07

O ZÉ DO ANTÓNIO

O Zé, o tal do "Zé é que sabe", da CML, afinal, não sabe nada. Ou melhor. Quem sabe é o António, o presidente da dita CML, que o colocou, como se previa, tranquilamente no bolso. Só quem não conhecesse o António é que podia imaginar que ele ia deixar o Zé respirar. O "Bloco" tem agora em mãos não o "Zé que sabe" mas este Zé inútil. O Zé do António.

O ZÉ DO ANTÓNIO

O Zé, o tal do "Zé é que sabe", da CML, afinal, não sabe nada. Ou melhor. Quem sabe é o António, o presidente da dita CML, que o colocou, como se previa, tranquilamente no bolso. Só quem não conhecesse o António é que podia imaginar que ele ia deixar o Zé respirar. O "Bloco" tem agora em mãos não o "Zé que sabe" mas este Zé inútil. O Zé do António.

1.6.07

"O ZÉ É QUE SABE"


Enquanto comia a minha sopa da noite, ao longe, na sala, chegava-me a voz desse extraordinário polícia municipal - e de novo candidato a polícia do dr. Costa -, o dr. Sá Fernandes, o tal "Zé" que "sabe". Ora o "Zé que sabe" sabe como deve recompensar os seus colaboradores na CML. Um mail de um amigo esclarece. E nós, lisboetas, gostamos de saber quanto custa a zelosa actividade do "Zé que sabe", até para, entre outros, a somar aos "custos a mais" do Túnel do Marquês sob a forma de providência cautelar. Parece que, desta vez, o "Zé" é "verde", como o "amor" da saudosa Natália de Andrade. Proponho aos leitores que percorram a lista do "Zé" (a que não vai a votos, naturalmente) ao som da nossa fantástica intérprete. Engole-se melhor.

O falso moralista

O gabinete de José Sá Fernandes custava ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês.
Com 11 pessoas, das quais nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, auferindo salários mensais entre 1530 euros e 2500 euros... um motorista para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo, e era tudo a recibo verde".

Contratos de prestação de serviços

Nome - Função/Origem/Contrato - Categoria/Vencimento (euros):


Alberto José de Castro Nunes - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00; Ana Rita Teles do Patrocínio Silva - Secretária (100%) Renovação - 2.000.00; António Maria Fontes da Cruz Braga
- Assessor (50%) Renovação - 1.530,00; Bernardino dos Santos Aranda Tavares - Assessor (100%) Renovação - 2.500,00; Carlos Manuel Marques da Silva - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00; Catarina Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00; Maria José Nobre Marreiros - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00; Pedro Manuel Bastos Rodrigues Soares - Coordenador do Gabinete (50%) Renovação - 1.730,00; Rui Alexandre Ramos Abreu - Secretário (100%) Renovação - 2.000,00; Sara Sofia Lages Borges da Veiga - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00; Sílvia Cristóvão Claro - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00.

"O ZÉ É QUE SABE"


Enquanto comia a minha sopa da noite, ao longe, na sala, chegava-me a voz desse extraordinário polícia municipal - e de novo candidato a polícia do dr. Costa -, o dr. Sá Fernandes, o tal "Zé" que "sabe". Ora o "Zé que sabe" sabe como deve recompensar os seus colaboradores na CML. Um mail de um amigo esclarece. E nós, lisboetas, gostamos de saber quanto custa a zelosa actividade do "Zé que sabe", até para, entre outros, a somar aos "custos a mais" do Túnel do Marquês sob a forma de providência cautelar. Parece que, desta vez, o "Zé" é "verde", como o "amor" da saudosa Natália de Andrade. Proponho aos leitores que percorram a lista do "Zé" (a que não vai a votos, naturalmente) ao som da nossa fantástica intérprete. Engole-se melhor.

O falso moralista

O gabinete de José Sá Fernandes custava ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês.
Com 11 pessoas, das quais nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, auferindo salários mensais entre 1530 euros e 2500 euros... um motorista para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo, e era tudo a recibo verde".

Contratos de prestação de serviços

Nome - Função/Origem/Contrato - Categoria/Vencimento (euros):


Alberto José de Castro Nunes - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00; Ana Rita Teles do Patrocínio Silva - Secretária (100%) Renovação - 2.000.00; António Maria Fontes da Cruz Braga
- Assessor (50%) Renovação - 1.530,00; Bernardino dos Santos Aranda Tavares - Assessor (100%) Renovação - 2.500,00; Carlos Manuel Marques da Silva - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00; Catarina Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00; Maria José Nobre Marreiros - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00; Pedro Manuel Bastos Rodrigues Soares - Coordenador do Gabinete (50%) Renovação - 1.730,00; Rui Alexandre Ramos Abreu - Secretário (100%) Renovação - 2.000,00; Sara Sofia Lages Borges da Veiga - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00; Sílvia Cristóvão Claro - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00.

17.5.07

A MÃO ERRADA DA ESQUERDA

Um dos possíveis efeitos da candidatura de Helena Roseta - para além de incomodar o dr. Costa e as suas inabaláveis certezas - era a remoção ou a redução à insignificância do polícia municipal Sá Fernandes cuja "contabilidade política" dos prejuízos que provocou à CML está por fazer. Fernandes pretende continuar a maçar-nos e consta que Roseta lhe dá ouvidos. Dá-me ideia que ela não entendeu ser esta a altura certa para dar o "abraço do urso" a Sá Fernandes e ao BE. Ao levantar a mera hipótese de se coligar com a criatura, está a dar-lhe uma mão inaceitável. Vou esperar por Carmona, o anti-herói.