8.9.07

DERROTA E DESTRUIÇÃO


«O homem não foi feito para a derrota. Um homem pode ser destruído, mas não derrotado.»

Hemingway, O Velho e o Mar

12 comentários:

Anónimo disse...

Sim, claro. Um HOMEM ou uma MULHER.

Diogo disse...

Há homens e homens. A cobardia e a corrupção são demasiado comuns.

Anónimo disse...

... ou auto-destruído como o próprio Hemingway.

Anónimo disse...

... ou "suicidado da sociedade" como Van Gogh segundo Antonim Artaud

Anónimo disse...

Ou em fuga...
como alguns dos melhores/piores da nossa espécie de elite.

Anónimo disse...

Caro João Gonçalves
Desejo as mais sinceras melhoras para o seu familiar.
Um abraço, JPVale

Arrebenta disse...

Estará o cadáver de Madeleine oculto na Igreja da Luz?...

http://asvicentinasdebraganza.blogspot.com/2007/09/entre-os-parabns-ao-expresso-e-um.html#links

PintoRibeiro disse...

Lapidar, lapidar...
Abraço,

João Dias de Carvalho disse...

Sem dúvida...

VANGUARDISTA disse...

A derrota é um estado transitório que antecede uma vitória ou uma nova derrota.
A destruição é a soma de muitas derrotas insuperáveis.

MJB disse...

Nada na vida foi feito para a derrota.

Anónimo disse...

Heminguay é um exemplo típico do egocêntrico paranoico machista. Com a ajuda do alcool, não lhe foi difícil colocar o dedo do pé no gatilho da espingarda.

Ernest Heminguay era um génio, que escrevia os seus livros com frases curtas e de estilo jornalístico - sua profissão de origem.

Entre as duas guerras viveu em Paris, onde conviveu com outros compatriotas escritores, sobretudo com Jonh Dos Passos, S. Fitzerald, Gertrude Stein e Alice Toklas. E, através deles, com toda aquela sociedade contente e boémia, com os pintores Picasso, Matisse, Léger, e com Appolinaire, Cocteu e James Joice - foi membro activo da "Lost Generation".

De entre todos sobressaiu pela sua virilidade e pela maneira de ser destemida e agressiva. Por isso gostava dos desportos radicais da época: caça grossa, pesca no mar alto, e touradas. E de guerras.

A sua passagem pela I Guerra deu fundo ao seu livro "O Adeus às Armas".

Sendo de esquerda, participou na Guerra de Espanha contra Franco - experiência para o seu livro "Por quem os sinos dobram" - e grande causa para o recebimento do Prémio Nóbel.

Também teve muitas mulheres, tendo casado com umas cinco - situação que embaraçava os seus amigos que, entretanto, se tinham afeiçoado a cada uma delas. cada uma delas era mais vistosa que a anterior.

Quando começou a ficar velho, e deixou de escrever, ficava inundado em alcool a contar velhas histórias do antigamente na sua casa de Cuba - que Fidel nunca ocupou.

E numa madrugada mais acidulada, sentado no maple da sala, lá veio o tiro libertador.

É pena.

Digo eu...


Saloio