19.4.11

A EPIFANIA CONDIVISA

O sr. padre-poeta num excelso exemplo do seu inesgotável condão de literato, um dos muitos que Deus lhe concedeu. «As mãos parecem quase florescer quando se abrem. Os braços como que se alongam quando partem para um abraço. O pão multiplica-se quando aceita ser repartido. A gramática da Vida é a condivisão.» Depois disto, televisões, de que é que estão à espera quando se aprestam a perder, pelo menos, dois vultos do comentadorismo nacional que vão imolar-se (porventura em acumulação e aí não se perderiam) no altar da pátria?

6 comentários:

Anónimo disse...

O José Tolentino Mendonça escreve o que a sua verborreia não pode senão invejar. E o senhor gonçalves sabe isso.

joshua disse...

Inspirador. Gostei do que li.

Carlos Dias Nunes disse...

No caso Tolentino, surpreendente não é que o homem não se enxergue e continue a debitar necedades e lugares-comuns, ora em prosa ora no que ele supõe ser poesia.
Surpreendente é, isso sim, que a Igreja portuguesa, com tanta gente de senso nas suas fileiras, tenha decidido - de mãos dadas com a foleirice editorial e jornalística vigente... - conferir-lhe o título de manda-chuva católico da Cultura.

(.) disse...

Caro João Gonçalves, não queria estar a maçã-lo, mas se pudesse gostaria que lesse este postal que fiz sobre um assunto que está como nunca "na agenda" política. Não lhe estou a pedir que faça qualquer divulgação: gostaria apenas que lesse.

A ligação é: http://valdemar-rodrigues.blogspot.com/2011/04/can-we-put-price-on-nature-servives-yes.html

Com os meus melhores cumprimentos,

Valdemar Rodrigues

Anónimo disse...

Mais um post idiota...... estou ansioso pelo próprio Livro.....

joão amaro correia disse...

oh homem, deixe o padre em paz. porra.


j