4.4.11

A CABRA-CEGA

Um dos banqueiros do regime (e do PS), Santos Ferreira do BCP, afirmou publicamente que o país deve pedir imediatamente um empréstimo externo de cerca de 10 mil milhões de euros. O homem terá dito isto enquanto Sócrates recusava a mesma coisa, por outras palavras, perante a incompetência de dois jornalistas. Um deles - o banqueiro ou Sócrates - está enganado.

16 comentários:

Anónimo disse...

Se é isso que os banqueiros do regime querem, será que Socrates lhes pode dizer não?

Anónimo disse...

Mas qual banqueiro? Este lacaio xuxa destruiu com o vara e os outros o maior banco português (a "caxa" não conta, é uma repartição).

Não há que dê uns sopapos nas trombas destes gajos incompetentes e sem vergonha? Já nem falo do dito cujo, já cansa...

PC

David Levy disse...

O que está enganado é com certeza o Sócrates. Se reparar todo o discurso de José Sócrates se encaixa na perfeição no de um futuro líder da Oposição. A história do FMI é disso exemplo.

Anónimo disse...

"Isto" já não vai a bem, só a mal
(quer dizer a tiro) !...
Estamos fartos desta cambada !!!...
José Luís Ferreira

skeptikos disse...

Petição para auditoria imediata das contas do Estado
http://www.ipetitions.com/petition/auditoria/

floribundus disse...

os 'animais ferozes' acabaram domesticados e utilizados para
carga, tiro e sela.
enjaulados nos jardins zoológicos
ou nos circos

Fado Alexandrino disse...

O Locutor - Eu penso que Pedro Passos Coelho num artigo que escreveu no Wall Street Journal disse que o PEC não ia tanto além do que era necessário
O Pinóquio - Pois era justamente desse artigo que tenho aqui (mostras as folhinhas) que gostaria de falar.

Os locutores de serviço foram bem competentes, já vi filmes em que o script não está tão bem escrito.

Anónimo disse...

"Santos Ferreira, na TVI, deu em dez minutos um banho de realidade a Portugal. José Sócrates, na RTP, deu uma hora de banhada. O primeiro-ministro descolou da realidade, zarpou para dentro de um cubo caleidoscópico onde só ecoa a sua voz. Vê-se e dá pena. Pena de nós." Pedro Guerreiro - Editorial do Jornal de Negócios, hoje

Margarida disse...

Seu marotinho querido!

Cáustico disse...

Será que o banqueiro está comprado para dar força e servir de justificação ao grande canalha para fazer o que não pode deixar de fazer, apesar da sua cantilena em contrário? Já vi procedimentos bajuladores piores.

Anónimo disse...

Estranho, como Sócrates fez tão bem e tão depressa aquela tradução "livre e escorreita" do inglês que estava escrito no e-mail impresso do outlook que levou para entrevista. Até parecia que estava a traduzir do português técnico. Já Bagão Félix, acaba de declarar-se chocado porque o PM mentiu sobre o que se passou no Conselho de Estado.

Mani Pulite disse...

UM TEM A FAMA DE USAR AVENTAL.O OUTRO DE SER UM MENTIROSO COMPULSIVO.NÃO CUSTA NADA SABER QUEM ESTÁ ENGANADO E ANDA A ENGANAR-NOS.

Bmonteiro disse...

«Santos Ferreira do BCP»
É o mesmo artista que adiantou há dias 800 mil ao amigo do PM, Vara de sua graça?
Ali-Babá mudou de nome para Portugal SA?

fernando éfe disse...

Estão os dois enganados, como é óbvio. 10 mil milhões não chega para nada, só para um "intercalarzinho", só um "adiantamentozinho", só uma "esmolinha" por conta. Do Santos Ferreira, que foi meu professor, tenho-o na conta de um homem inteligente. O "intercalar" é para não ir de caras contra o chefe e aliviar, por umas semanas, as dores nas costas e o aperto no coração. Quanto ao Zézito - que não é totalmente desprovido, reconheça-se - mente em jogo político. A prevalência do político sobre o económico (da mentira sobre a matemática, que é a verdade pura) só se recomenda em sociedades ricas. Se na casa não há pão, além de todos ralharem, alguém tem de arranjar brioche (que é uma palavra suspeita e um final de subentendidos). Mais ou menos como estamos.

Põe o vosso dinheiro a salvo!Bancos? Tá quieto preto! disse...

Os bancos dizem que não emprestam mais ao Estado.

Tudo bem.

Espero é que os portugueses não emprestem mais mas é aos bancos.

Enquanto puderam mamar, mamaram dos clientes e do Estado.

Agora querem «roer a corda»!

Acautelai-vos!

Cáustico disse...

Não sou banqueiro nem bancário. Por isso estou à vontade para falar.
Primariamente,a missão de um banco é receber dinheiro dos depositantes, mediante uma contrapartida, que raramente se vê, e conceder empréstimos a quem deles necessita.
Julgo que não compete à banca exercer qualquer controlo sobre o acerto ou desacerto dos fins a que se destina o dinheiro que empresta.
Se os particulares querem recorrer ao empréstimo bancário para comprar automóveis para passear; para fazerem férias para as quais não têm arcaboiço financeiro; para comprar, diria, quase que futilidades para o lar para dar largas à cagança e para fazer inveja aos amigos;e se os gestores da coisa pública, obcecados por um lugar na história, também querem contrair empréstimos para obras megalómanas de utilidade duvidosa no espaço e no tempo, porque há-de a banca recusar? Os banqueiros têm também obrigação de serem os paizinhos de gente desmiolada?
E quando o estouro surge são muitos os que se apressam a culpar a banca de ter emprestado. Não é essa a sua missão?
A banca não pode ser culpada de haver tanta gente com os neurónios fora do lugar.